quinta-feira, 25 de agosto de 2016

A cremação dos corpos; outro sinal de retrocesso ao paganismo

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"...porque és pó, e pó te hás de tornar.”(Genesis 3;19)

O retorno da cremação nos dias atuais nada mais é do que o retorno ao paganismo que nega as verdades de fé. Como sempre a Nova Igreja, nascida da revolução do Concílio Vaticano II, nada adverte ao povo de Deus sobre essa prática abominável, até libera as mesmas desde que não se jogue as cinzas em qualquer lugar.


O costume de queimar os corpos dos mortos remonta a tempos muito antigos. Os Pré-cananeus praticavam até a introdução do sepultamento entre eles, juntamente com a civilização dos povos semitas cerca de 2500 aC. A história não revela vestígio de incineração entre o povo judeu, exceto em circunstâncias extraordinárias de guerra e peste. Foi igualmente desconhecida, na prática pelo menos, para os egípcios, fenícios, cartagineses; ou para os habitantes da Ásia Menor - os carianos, lidianos, e frígios. Os babilônios, de acordo com Heródoto, embalsamava seus mortos, e os persas puniam com a morte os que praticavam a cremação, tinha regulamentos especiais a serem seguidos na purificação pelo fogo para profanados. Os gregos e romanos variavam em sua prática de acordo com a visão sobre a vida após a morte; aqueles que acreditavam em uma futura existência análoga à presente enterravam seus mortos, mesmo deixando comida no túmulo para alimentação e diversão do falecido; tais como, por outro lado, tinham a opinião de que a decadência da vida corporal continuava na vida das sombras ou imagem, praticando cremação acelerava a ida dos mortos para a terra das sombras. Mas a prática de cremar nunca foi substituída inteiramente como conta Cícero que era o rito mais antigo entre o povo romano. Na verdade  com exceção de Sulla que nunca permitiu  a queima de seus mortos. No século V da era cristã, devido em grande parte ao rápido progresso do cristianismo, a prática da cremação tinha cessado inteiramente.


Os cristãos nunca queimaram seus mortos, mas seguiu desde os primeiros dias da prática da raça semítica e o exemplo pessoal de seu Divino Fundador. Há registros de que em tempos de perseguição, muitos arriscaram suas vidas para recuperar os corpos de mártires para os ritos sagrados do enterro cristão. Os pagãos, para destruir a fé na ressurreição do corpo, muitas vezes lançaram os cadáveres de cristãos martirizados para as chamas, acreditando, assim, a tornar impossível a ressurreição do corpo. O que a fé cristã já tratou a este respeito está claramente colocado pelo escritor do século III Minucius Felix, em seu diálogo "Octavius", refutando a afirmação de que a cremação faz da ressurreição uma impossibilidade: "Também não temos medo, como vós pensais, de qualquer dano [de modo]de sepultura, mas aderimos ao velho e melhor costume "(" Nec, creditis ut, ullum damnum sepulturae timemus sed veterem et meliorem consuetudinem humandi frequentamus "- PL, III, 362).


LEGISLAÇÃO DA IGREJA

Na Idade Média

Em toda a legislação da Igreja a colocação do corpo na terra ou túmulo era uma parte do enterro cristão. Nos atos do Concílio de Braga no ano 563, podemos ler que os corpos dos mortos não são enterrados dentro das basílicas onde repousam os restos dos Apóstolos e mártires, somos informados que podem ser enterrados fora das muralhas; e que se as cidades há muito tem proibido o enterro dos mortos dentro de suas muralhas, com muito mais direito se deve a reinvidicação de reverência  aos santos mártires  este privilégio. O mesmo pode ser visto nos cânones de outros concílios - por exemplo, de Nantes, entre o sétimo e nono séculos; de Mainz, no século IX; de Tribur, no século IX. Esta legislação, evidentemente, supõe o costume de longa data do enterro como práticas da Igreja de hoje, e mostra que, no século VI, em outros lugares de Roma onde ainda hoje a antiga lei das Doze Tábuas exerce uma influência moral, a Igreja tinha até agora aboliu o preconceito do passado conquistando o privilégio de enterrar seus mortos dentro das muralhas da cidade. No decorrer da Idade Média começa um retrocesso para os ideais pagãos, e como consequência Bonifácio VIII, em 21 de Fevereiro de 1300, no sexto ano de seu pontificado, promulgou uma lei: Estão excomungado  ipso facto  quem estripar (abrir para pegar órgãos) corpos dos mortos ou desumanamente cozinha-los para separar a carne dos ossos, com vista ao transporte para o enterro em sua terra natal. "Detestandae feritatis abusum", Era praticada no caso daqueles de posto nobre que tinha morrido fora do seu próprio território e tinha manifestado o desejo de ser enterrado em seu local de nascimento. Ele fala dela como uma abominação aos olhos de Deus e horripilante para as mentes dos fiéis, decretando quea partir daí, esses corpos fossem transportados inteiro para o local escolhido ou enterrados no local da morte até que, no decurso da natureza, os ossos pudessem ser removidos para o sepultamento em outro lugar. Aqueles que participavam desses atos quer como a causa ou como agente de sua ocorrência eram incorridos em excomunhão reservada à Santa Sé.

Motivos da proibição da cremação

A legislação da Igreja em proibir a cremação repousa sobre motivos fortes; hoje as circunstâncias  fazem dela uma profissão pública de impiedade e de materialismo. Foram os maçons que obtiveram primeiro o reconhecimento oficial dessa prática em vários governos. A campanha aberta na Itália, as primeiras tentativas feitas por Brunetti, em Pádua, em 1873. Numerosas sociedades foram fundadas depois disso, em Dresden, Zurique, Londres, Paris. Na última cidade um crematório foi estabelecido ,em Pere Lachaise depois da aprovação da lei de 1889 lidar com a liberdade de ritos funerários. A Igreja se opôs desde o início a uma prática que tem sido utilizado principalmente pelos inimigos da Fé Cristã. Razões com base no espírito de caridade cristã. Ela mantém como indecorosa já que o corpo humano, uma vez que é o templo vivo de Deus, o instrumento de virtude celeste santificado tantas vezes pelos sacramentos, deve, finalmente, ser submetido a um tratamento de  piedade filial, conjugal e fraternal amor. Outro argumento contra a cremação e extraída de fontes médico-legais, está no seguinte: que a cremação destrói todos os sinais de violência ou vestígios de veneno, e faz o exame impossível, ao passo que uma autópsia judicial é sempre possível após o sepultamento mesmo depois de alguns meses.


Fonte: New Advent - cremation

2 comentários:

  1. Mas...a Igreja permite isso...
    Não é...???😞

    Então.... o que fazer...?

    É pecado...ou nao..a Cremação..????

    Que é mais HIGIÊNICA...isso é!

    Que fazer...nesses casos???😞

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  2. Prezada Marie,

    A Igreja nunca permitiu a cremação dos corpos, pois, era um hábito pagão que demonstrava a negação da Ressurreição no Juízo Final, o materialismo ateu também aderiu a essa prática.

    A cremação é pecado sim, pois, despreza verdades de fé; nega o devido respeito ao corpo como templo do Espírito Santo e nega a Ressurreição dos corpos, portanto a Igreja condena essa prática pecaminosa.

    Atualmente a Igreja, teve alterada e corrompida sua doutrina por hereges modernistas infiltrados no clero, por isso, jamais um católico deve continuar a praticar o que a Igreja sempre ensinou, nada de cremação.

    OBS: não existe nada de anti-higiênico em enterrar os corpos.

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