sábado, 21 de outubro de 2017

Capítulo XVI “O QUE ARDE, CURA. O QUE APERTA, SEGURA” [A Inquisição e as Cruzadas]





Um preâmbulo

Façam os protestantes – e tantos outros – o que mui raramente hoje se faz: bebam das fontes[1]! Se houver o mínimo de integridade não digo nem moral, mas intelectual, e verão que em dois mil anos de Cristianismo não houve, não há, tampouco haverá instituição mais atacada, combatida, caluniada, perseguida e odiada que a Igreja Católica. São milhares de páginas contendo altas – e baixas – teorias de conspiração e projetos arquitetados com o único fim de extirpar do mundo essa persona non grata, uma vez que: 1) Cristo crucificado, anunciado desde sempre pela Igreja, é “escândalo para os Judeus, loucura para os Gentios” (1 Cor I, 21), e que por isso 2) “... Se êles me perseguiram a mim, também vos hão de perseguir a vós, se êles guar­daram a minha palavra, também hão de guardar a vossa. Mas tudo isso vos farão por causa do meu nome, porque não conhecem aquêle que me enviou.” (Jo XV, 20s).

Diante desta verdade não será mui difícil se entender estas duas reações da Igreja: a Inquisição e as Cruzadas. Aos de boa-fé, queiram nos acompanhar.

A inquisição

Como será mostrado abaixo, enquanto que nas Cruzadas a Igreja terá de se defender de um inimigo externo, aqui se tratará de um interno. Vimos no início deste trabalho[2] que as heresias são tumores que nascem no seio da Igreja, distorcendo a sã doutrina para criar assim um corpo estranho que por isso carecerá ser ou tratado, ou – em não sendo possível – expurgado, sob pena de adoecer todo o corpo. E não só. De forma mais ou menos daninha, as heresias acabam por adoecer também o corpo social, extrapolando os limites da própria Igreja, como é o caso das doenças infecciosas, que não se limitam ao corpo de quem as contraiu. Daí que se a Mãe Igreja não tratar ou mesmo eliminar a doença, ela certamente contagiará não somente os seus filhos, como ainda os filhos alheios, a começar pelos próprios rebeldes (leia-se: hereges). A Inquisição, neste sentido, será então justamente o meio utilizado para combater uma das piores heresias surgidas na Idade Média, a cátara/albigense (séculos XII a XIV), e que se estendeu até o século XIX no combate a outras diversas.


A heresia

Em resumo, esta heresia carregava em seu bojo a cosmovisão gnóstica de mundo[3], que defendia a maldade intrínseca da matéria (Deus – para os gnósticos o Demiurgo – criou a matéria má, como forma de aprisionar as “centelhas divinas” espalhadas pelo universo), que por isso deveria ser destruída. Daí que o mundo material sendo mau, o corpo – por ser matéria – também o será. Tanto uns como outros, infiéis e hereges, serão os grandes artífices/adeptos do que hoje se conhece como Cultura da Morte (aborto, divórcio, eutanásia, homicídio, suicídio, desordens sexuais, ideologia de gênero etc), pois possuem um ódio velado ou manifesto pela vida, ainda que muitas vezes sob o manto/mantra do “amor livre”, da “liberdade de expressão e religiosa”, tolerâncias mil etc.
O tema foi séria, profunda e magistralmente abordado em uma de nossas fontes, A Inquisição em seu mundo, de João Bernardino Gonzaga, da qual extraímos a quase totalidade das informações. Ali vemos que grande parte do que foi informado – em verdade, deformado – de histórias sobre a Inquisição são mitos inventados para colocar novamente a Igreja como a eterna vilã da civilização, da ciência e do progresso. Em outras palavras, colocando mãe contra filhos para que estes novamente cuspam no prato em que comeram. Vejamos algumas delas:

ü  A Inquisição foi uma invenção da Igreja
ü  A Inquisição foi injusta
ü  A Inquisição matou milhões
ü  A Inquisição promoveu a “caça às bruxas
E outras tantas invencionices mais...
Muito bem, então de forma sucinta e direta digamos, sem o menor receio de faltar com a verdade:

X  A Inquisição não foi uma invenção da Igreja
X  A Inquisição não foi injusta
X  A Inquisição não matou milhões
X  A Inquisição não promoveu a “caça às bruxas”
Assim, objetivamente.

Primeiro, porque a Inquisição já existia como instituição do Estado, quem de fato a criou. Este, e não a Igreja, já por volta de fins do século XI[4] julgavam os reais e supostos criminosos à revelia das leis, prendia-os indiscriminadamente e não raro torturava-os sem a mínima piedade. Como todos os crimes recebiam os mesmos tratamentos, a Igreja então passa a se utilizar desta instituição para retirar das mãos do Estado os suspeitos de crime de heresia, que como vimos, apesar de se situar no âmbito teológico em certa medida causavam não obstante dano à sociedade, pois em alguns casos matavam também o corpo, além de criar desordem e caos[5]; contudo, em todos os casos matavam a alma, o que é indiscutivelmente mais grave e nocivo[6]. Como as heresias pertencem prioritariamente ao campo da religião, e neste momento Igreja e Estado apesar de alguns pesares ainda caminhavam juntos, respeitando em certa medida a autonomia de cada um, são então divididas as inquisições, destinando cada caso à sua jurisdição apropriada. O que nos leva ao seguinte ponto.

Segundo, porque, para se ter uma pequena mas suficiente ideia da “injustiça” da Inquisição eclesiástica (isso o dizem pesquisadores modernos não católicos que tiveram acesso aos arquivos e fontes originais, o que o leitor poderá encontrar na bibliografia acima citada, entre outras), os presos ou criminosos comuns, destinados à inquisição estatal, em dado momento passavam a cometer crimes de blasfêmia ou heresia com o único propósito de passar das mãos do Estado às da Igreja. Diziam – e se constatou ser verdade – que esta última, ao contrário da primeira, era mais justa e humana. O que nos leva ao seguinte ponto.

Terceiro, porque devido a se aplicar as leis e, stricto sensu, a justiça, associadas a um fator praticamente inexistente no Estado (salvo quando influenciado pela Igreja), a piedade, na quase totalidade dos casos os acusados, após pagar “duras penas” como recitar orações, dar esmolas, fazer penitências, jejuns e sacrifícios, eram absolvidos e o processo se encerrava. Daí que dos milhões de mortos pela “inquisição católica”, a história oficial (leia-se maçônica) esqueceu de dizer que neles estavam contidos os do Estado e ainda os da inquisição protestante[7]. E ainda assim esses números oficiais não deixaram de vir superfaturados, coisa mui comum também no campo da política e economia. O que nos leva ao seguinte ponto.

Quarto, porque a Igreja, comprovadamente fundadora das escolas e universidades, sendo a maior incentivadora da ciência, jamais foi dada a superstições, a exemplo de seu Fundador. O que ocorria de desvio em seu seio partia, como sempre ocorreu desde os Atos dos Apóstolos, de pessoas que estavam na Igreja sem ser da Igreja, o joio misturado ao trigo, que precisa ser arrancado, mas na hora certa. Nunca se encontrou, tampouco se encontrará um documento oficial como, por exemplo, uma Bula papal determinando a “caça às bruxas”, pelo simples fato de isso pertencer ao campo da superstição e dos contos. As “bruxas”, para a Igreja, não passavam de simples mulheres (homens também) dadas à magia, ao esoterismo e ao satanismo, que, ao modo dos hereges eram julgadas e somente em último caso levadas ao suplício, mas para a salvação de sua alma e a extirpação do dano que causava, isso após constatar-se não haver mais solução e a mulher estar determinada a morrer por sua prática sem o necessário arrependimento. A morte vinha então como última oportunidade de conversão denominada in extremis, o que surtia resultados concretos. O que pode soar para nós, uma sociedade impregnada de romantismo e sentimentalismos baratos, como atrocidade e atentado contra os “direitos humanos” nada mais é que o seguimento da ordem de Cristo: “Não tenhais medo daqueles que matam o corpo, mas são incapazes de matar a alma! Pelo contrário, temei Aquele que pode lançar alma e corpo no inferno!” (Mt X, 28); o que certamente pode ser aplicado aqui.

Como conclusão, é mister que se saiba que se não houvesse a Inquisição durante alguns séculos, a humanidade estaria hoje, sem receio de exageros, e sendo mesmo generosos, com metade de sua população, uma vez que a heresia cátara/albigense, entre outras, teriam rédea solta para dar seguimento ao seu processo de ódio contra a matéria e a vida. Mas não precisaremos voltar à Idade Média para comprovar o que aqui é dito. Hoje, sem que a maioria se dê conta vivemos sob o comando dos novos cátaros/albigenses, responsáveis em sua visão gnóstica de seguir combatendo a vida e a matéria através de meios atualizados e sofisticados, agora com o apoio da tecnologia, do Estado e mesmo de inúmeras empresas e instituições não governamentais: são os que promovem a cultura da morte acima citada, juntamente com programas de controle de natalidade, diminuição populacional, promoção de guerras, disseminação de drogas e vícios diversos, degradação e esfacelamento da família e uma lista de atentados contra a vida. Tudo, com o agravante de não termos mais uma Igreja com força social e política que implante uma nova Inquisição para combater os novos hereges, em prol – como sempre o foi – não só da vida material como – e principalmente – da eterna que não acaba.


As Cruzadas

Um sem número de enfoques poderia escolher para abordar o tema, como o fizeram tantos antes de mim. Escolho o do mais novo candidato aos altares, o jornalista e escritor inglês G. K. Chesterton, uma de minhas fontes e a quem também dedico este trabalho[8]. Comecemos por este mui interessante trecho em que diz: “Não é esclarecimento, pelo contrário, é ignorância e insularidade o que leva a maioria de nós a não atinar para este fato. Mas é, com certeza, um fato que a guerra religiosa é em si mesma muito mais racional que a guerra patriótica”.

O que mui provavelmente soasse para nós, homens modernos e contemporâneos carregados de romantismo pusilânime e frouxo, como algo absurdo, fanático, ou – para utilizar outro termo tão caro – intolerante, na verdade é de simples e clara compreensão: toda guerra patriótica encerra a salvação de bens temporários, porque materiais, do indivíduo e, por consequência, da nação. Mas na guerra religiosa, o que está em jogo é o maior de todos os bens, que nenhuma nação ou indivíduo pode nos conceder: a salvação eterna. Daí que, ao lutar pelas coisas relativas à fé, o estamos fazendo, via de regra, em vistas ao bem supremo e futuro, ainda que isoladamente muitos o façam por outros interesses. E se algo de não menor elação se pode acrescentar, é que a guerra religiosa possui a glória de ser um autêntico ato de heroísmo não porque se volte para a honra de um indivíduo ou nação, mas a honra e glória de Jesus Cristo, o Rei das Nações. Nisto, grande exemplo temos no grito de resistência dos mártires mexicanos conhecidos como Cristeros[9]. E há que acrescentar o interessante trecho de uma obra mui recomendada a estes nossos dias[10]:

Um autor judeu reconhece isso, Jack London, quando escreve à página 206 do “Le Peuple de L’Abime”: “Os grandes senhores feudais de antanho, gigantes louros da história, marchavam à frente nas batalhas. Sacrificavam sua pessoa, lutando duramente para ganhar suas esporas de ouro, fendendo os inimigos ao meio. Havia mais nobreza em manejar a espada de gume de aço do que em enriquecer, como hoje, comodamente sem risco, à custa do embrutecimento humano e da exploração feroz dos parias da vida”.


Falar deste assunto, na atualidade, torna-se irônica e tristemente fácil. Porque é o tempo em que, como nunca, parece valer a máxima de Cristo: “porque nada há de oculto que não venha a revelar-se” (Mc IV, 22). Retomemos Chesterton: “A Cristandade poderia muito razoavelmente ter ficado alarmada se ela não tivesse sido atacada. Mas é uma questão histórica que ela fora atacada”. Esclarecendo em seguida que justamente por este fato: “A Cruzada foi um contra-ataque. Foi o exército de defesa assumindo, em seu turno, a ofensiva e empurrando o inimigo de volta a sua base”. E aqui reside toda a questão, que não tomará muito tempo para ser devidamente compreendida dada a realidade atual.

O que temos presenciado diariamente, de forma especial a partir do início do milênio no tangente ao nosso tema? Nada mais que a implantação do (Al)Corão, tal e qual. Bastarão rápidas pesquisas pela internet para nos darmos conta de que o que vem sendo cometido pelos extremistas, em realidade é a concretização do que reza o Islã em sua doutrina. Ressaltemos dois muito significativos trechos de seu livro sagrado:

Z  “Ó fiéis, não tomeis por amigos os judeus nem os cristãos; que sejam amigos entre si. Porém, quem dentre vós os tomar por amigos, certamente será um deles; e Alá não encaminha os iníquos.” (Alcorão, Surata 5,51)

Porém, ao contrário do que mandam as Sagradas Escrituras[11], os maometanos não poderão se contentar em manter a prudente distância. É preciso ir além:

Z  “Matai-os onde quer se os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a perseguição é mais grave do que o homicídio. Não os combatais nas cercanias da Mesquita Sagrada, a menos que vos ataquem. Mas, se ali vos combaterem, matai-os. Tal será o castigo dos incrédulos.” (Alcorão, Surata 2,191)

O que pode parecer uma reação em verdade é um chamado à ação. Ali – como em vários outros lugares do Corão, há uma conclamação a implantar à força o islamismo no mundo, exterminando ou subjugando (pela confiscação dos bens, imposição de impostos ou exílio) quem não aderir à sua doutrina. Quando dizem: “...a perseguição é mais grave do que o homicídio”, a primeira ação é a que eles consideram sofrer por parte dos infiéis. A segunda, a que eles infringem aos mesmos. Tudo sem mencionar o direito que dá o Corão de valer-se de determinadas mulheres alheias (eles são poligâmicos) como escravas sexuais, tal qual o presenciamos através das notícias que nos trazem os meios de comunicação corroboradas por inúmeros testemunhos oculares.

O Islamismo (Maometismo, Muçulmanismo) nasce historicamente a princípios do século VII, com o assim considerado profeta Mohammed (Maomé). Mas o que a maioria também desconhece é que o Islã é outro tentáculo do polvo maçônico criado como arma de extermínio da Igreja. Maomé foi formado aos pés de rabinos judeus, que por seu turno o ajudaram a confeccionar e difundir o Corão[12]. Não por acaso nele há várias menções e paráfrases das Escrituras. O que pode parecer incongruência em função da primeira das duas citações acima, não o é, uma vez que os judeus que criaram a maçonaria de fato não se importam com seu povo, principalmente em se tratando dos judeus que se convertem ao cristianismo (o que desde o nascimento de Cristo nunca deixou de ocorrer[13]), como já o demonstrou Nosso Senhor e o demonstra a realidade hodierna. Além disso, e como natural consequência de tudo o que é inspirado pelo pai da mentira, o tiro acabou saindo pela culatra e o cão mordendo o dono, pois não demorou muito para que Maomé e seus mentores entrassem em conflito, sendo estes últimos combatidos por Maomé antes mesmo que este se voltasse aos cristãos.

Mas o que aqui nos interessará é entender que, como disse Chesterton, as Cruzadas não foram criadas pela Igreja, mas pelos muçulmanos, isto é, se a Igreja não tivesse criado mecanismos de defesa, se armado para combater um inimigo já armado que lhe saiu de encontro, hoje toda Terra Santa e mesmo todo o Ocidente seriam muçulmanos, vivendo sob o julgo da sharia. Da mesma forma que se não tivesse feito a Inquisição, como vimos, a metade do mundo já não existiria, uma vez que lá o que se combateu foram especialmente os hereges albigenses e cátaros com sua heresia gnóstica, ao passo que aqui o que se combateu foi o fundamentalismo islâmico, próprio da mesma religião dos agarenos. A Igreja ao se posicionar de forma enérgica contra estas heresias e sacrilégios não fez outra coisa que defender, não só os cristãos como toda a humanidade. E hoje isto pode ser compreendido com nitidez, uma vez que os inimigos novamente “dão as caras” e a sociedade passa a enxergar – os que possuem a integridade intelectual acima mencionada, ou mesmo o simples bom senso – o que sempre esteve diante dos olhos.

Concluindo

Vale destacar como bem nos indicou Sáenz[14], que o Islã não é pura e simplesmente uma religião, mas, antes, um projeto sócio-político-cultural, o que significa dizer que basta ganhar força suficiente nestas três esferas, associadas evidentemente à econômica, em determinada região para então impor sua cosmovisão de mundo, suas leis e determinações, subjugando os que não lhes resistem sob pena de morte, exílio, confisco ou ainda da imposição de impostos. Isso já o antevira a Igreja e os Papas, o que forjou a reação conhecida como Cruzada (devido os cavaleiros se lançarem à batalha sob o signo da Cruz). Mas, à exemplo da Inquisição, também neste campo a humanidade acabará por reconhecer a falta que faz os novos cruzados a combater os mesmos infiéis de outrora, uma vez que, do mesmo modo que antes, não há dialogo possível com quem já tenha definida sua visão de mundo e, no erro julgue-se com a verdade.
Quem tem olhos para ver, que veja.



Apresentação do livro

Introdução do livro



[1] Algumas os leitores as terão pelas indicações de leitura ao fim das postagens.
[2] Ver Introdução.
[3] Cosmovisão adotada, por exemplo, pela Maçonaria, da qual as indicações de fontes poderão aclarar satisfatoriamente. Apenas para se ter uma pequena ideia, a gnose é um dos significados para a letra “G” posta entre o compasso e o esquadro em seu símbolo mais conhecido, que por seu turno representa ainda o termo GAU (ou GADU): Grande Arquiteto do Universo, essa entidade pastosa e indefinida aos não iniciados ou leigos (e mesmo a muitos maçons), mas que se trata, ao fim das contas, do próprio “Anjo de luz” responsável pela iluminação de seu conhecimento (=gnose). Tal anjo, não por acaso, não é outro que Lúcifer. De onde virão os termos “Iluminismo ou Idade da Luz”, “Ilustração”, “Illuminatis”, “Iluminados” etc, todos bem associados (porque criados por) às lojas maçônicas, cujos arautos figuram como mocinhos em nossos livros oficiais de História, Filosofia, Sociologia etc. Faço aqui a menção desta instituição, pois por detrás de heresias como a dos cátaros/albigenses e tantas outras que atentam contra a vida, está nada mais nada menos que a boa e filantrópica Maçonaria.
[4] Século em que já se desenvolvia o embrião do que seria posteriormente a separação da Igreja e do Estado, com este último não mais querendo submeter-se às Leis natural e divina, o que culminará com a revolução francesa maçônica, passando antes pelo Humanismo, Renascimento, Reforma etc. Não por acaso foi o século que viu nascer o Cisma do Oriente, com Constantinopla separando-se de Roma, como consequência caindo nas mãos dos turcos muçulmanos.
[5] Como vemos hoje através da anarquia que conduz as nações. Como disse Bento XVI há alguns anos, o problema à nossa sociedade atual é menos político e econômico que moral. Em: https://w2.vatican.va/content/benedict-xvi/pt/speeches/2007/may/documents/hf_ben-xvi_spe_20070511_bishops-brazil.html. Acesso em 17.10.2017.
[6] Daí que como já visto, dizia Santo Agostinho: "Que morte pior há para a alma do que a liberdade do erro?".
[7] Vide A Inquisição em seu mundo.
[8] Como o objetivo é o de ser sucinto, utilizarei como fonte de extração para o pensamento deste autor o vídeo: “Cruzadas – Chesterton” (https://www.youtube.com/watch?v=4sQb4oWKN0s). Acesso em 17.10.2017.
[9] Sobre o tema há um bom filme produzido sob o nome de “Cristiada”. Um de seus principais personagens, o adolescente José Luis Sánchez del Río, recentemente foi canonizado pelo papa Bento XVI como o mais novo santo-mártir deste movimento.
[10] Protocolo dos Sábios de Sião (versão digital). Cap. I, nota n.10. Em: http://www.scriptaetveritas.com.br/livros/misterio/Os_Protocolos_dos_Sabios_de_Siao.pdf. Acesso em 1010.2017.
[11] Cf. Rom XVI, 17s; 2 Cor VI, 15ss.
[12] A quem se interessar em conhecer a fundo a questão, deixamos como sugestão o trabalho realizado por O. Fedeli: “Maomé – Origens do Islamismo”. Em: http://www.montfort.org.br/bra/cadernos/religiao/maome/. Acesso em 13/10/2017.
[13] Cf. Lc II, 1-20. O Holocausto, que como antevê os “Protocolos”, é outro bom exemplo das ações fratricidas judaicas.
[14] SÁENZ, Alfredo. La nave y las tempestades – La embestida del Islam. Ediciones Gladius. Buenos Aires, 2003.

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