quarta-feira, 18 de julho de 2018

Os Minions são Illuminati?


Eu comprei um pequeno livro para crianças dos minions chamados; "Minions Who's the Boss". Na terceira página há uma imagem de um olho que tudo vê em um triângulo. Isso traz à tona a ideia de que talvez eles estejam preparando nossos filhos para se juntarem à Nova Ordem Mundial Illuminati.




OBS: Conceito de Minions - um seguidor ou subalterno de uma pessoa poderosa, especialmente uma pessoa servil ou sem importância.

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Como você pode ver na linha da história abaixo, a Illumination Entertainment produziu este filme junto com a Universal Pictures.


"A história Minions da Universal Pictures e da Illumination Entertainment começa no início dos tempos. Começando como organismos amarelos unicelulares, Minions evolui através dos tempos, perpetuamente servindo ao mais desprezível dos mestres. Continuamente mal sucedidos em manter esses mestres - de T. rex a Napoleão - os Minions encontram-se sem alguém para servir e caem em uma profunda depressão. Mas um Minion chamado Kevin tem um plano, e ele - ao lado do adolescente rebelde Stuart e do adorável Bob - se aventuram no mundo para encontrar um novo chefe malvado para seus irmãos seguirem. O trio embarca em uma emocionante jornada que finalmente os leva ao seu próximo mestre em potencial, Scarlet Overkill (a vencedora do Oscar Sandra Bullock), a primeira super vilan do mundo de todos os tempos. Eles viajam da frígida Antártida para a cidade de Nova York na década de 1960, terminando na moderna Lond res, onde devem enfrentar seu maior desafio: salvar toda a Reino Minion… da aniquilação.

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Este livro para crianças mostra fotos mostrando a evolução. Primeiro um dinossauro T.Rex, depois um homem das cavernas, depois uma pirâmide de cabeça para baixo, depois Drácula, depois um pirata e Napoleão, para muitos minions sem um líder maligno.
Os livros dizem; "Os Minions vagaram pela Terra por milhões de anos procurando o vilão perfeito para ser seu mestre".

segunda-feira, 16 de julho de 2018

HOMILIA DO R.P. SANTIAGO MARTIN F.M. NA OCASIÃO DA FESTA DE SÃO BENTO ABADE


em 11 de jul 2018

Nota do tradutor: esta homilia do Pe. Martín será introduzida por este pequeno extrato de uma recente entrevista do Card. Sara, Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, que não só convergem como se completam. Podemos vê-las como emitidas por dois sentinelas, cada um em postos distintos. Valerá estar atentos aos alertas, uma vez que aos católicos não se nos pede, em todo o período da história, nem otimismo nem pessimismo, mas esperança[1].

Introdução[2]

Repórter: Você se sente preocupado com om mundo ocidental. Com o que você está preocupado?

Cardeal Sara: Você sabe, a maior preocupação é que a Europa não tem mais ou perdeu o sentido de suas origens. Ela perdeu suas raízes. E, sendo assim, uma árvore que não tem raízes, morre. Eu tenho medo que o Ocidente morra. Existem muitos sinais. A baixa natalidade... Você será invadido por outras culturas, outros povos, que irão gradualmente dominá-los pelo número e mudar totalmente sua cultura, suas convicções, seus valores. há também, veja você, essa preocupação como se só existisse a técnica, onde só o dinheiro conta. Não há outro valor...

*

Hoje celebramos a festa litúrgica de S. Bento [Abade], co-patrono da Europa.

São Bento marcou uma época, como sempre fazem os santos. Os santos salvam sua época fazendo justamente o contrário do que fazem os demais. É como quando um barco está apontando a bombordo ou estibordo, os tripulantes – me refiro, obviamente a um barco a vela – os tripulantes do barco têm de colocar-se do lado oposto, porque senão o barco alaga e se afundam na direção em que faz a curva. Assim, fazem contrapeso. Os santos têm feito sempre igual: têm feito contrapeso. E por isso têm sido incômodos e muitas vezes perseguidos, e poucas vezes entendidos. Geralmente foram elogiados quando já estavam mortos. Talvez, não exista santo mais cômodo que santo morto, porque enquanto vive, incomoda todo mundo. Também, diga-se de passagem, ocorreu com São Bento, que por várias vezes pôs sua vida em risco.

sexta-feira, 13 de julho de 2018

A Igreja e a Pena de Morte

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Roma de Sempre


Por acaso, pode um médico arrancar um membro ou um órgão qualquer de uma pessoa apenas por vontade própria? É lógico que não. Se o fizer, evidentemente responderá penalmente por esse crime cometido. Porém, se um paciente apresenta uma enfermidade grave em um órgão ou membro que coloque em risco outro órgão ou membro saudável, o médico que amputar o membro ou retirar o órgão doente continuará a cometer crime? Evidente que não. Embora o ato de deixar o paciente sem um órgão ou membro, de forma geral seja crime, a doença cria uma situação extraordinária onde o que de forma geral é ilícito, se torne lícito. A doença em um membro ou órgão pode colocar em risco outro membro ou órgão saudável complicando ainda mais o funcionamento do corpo humano do paciente podendo leva-lo à morte.

Pois bem, a sociedade funciona de forma bem parecida com o corpo humano. Cada um de nós damos vida à sociedade em que vivemos. Temos nossas qualidades, aptidões e talentos para colocar a serviço dela, assim como cada membro e órgão do nosso corpo, juntos e funcionando bem, garante nossa saúde.

Nesse grande corpo social, muitas pessoas se degeneram e colocam em risco a paz e a ordem social, assim como colocam em risco até outras vidas humanas inocentes. Alguns crimes, devido a sua gravidade e poder de diluir a sociedade, tornam as pessoas que o cometem um perigo para as que vivem de forma decente e digna como uma doença grave que se apodera de um órgão colocando em risco outro que funciona bem. Assim como nem mesmo um médico, de maneira geral, pode tirar um órgão de quem quer que seja, ninguém também pode tirar a vida de outra pessoa. Não matarás, também de maneira genérica, é um mandamento da Lei de Deus que todos devem obedecer. Porém, como dito, algumas  pessoas, pela vida criminosa, se tornam ameaças e aí entra a função de “médico” do estado.

sábado, 7 de julho de 2018

A insistência da maçonaria no transumanismo





O interesse da Maçonaria pelo transumanismo continua autíssimo: daí, em 22 de junho (2018), três lojas do Grande Oriente da França - A Tradição Maçônica, Os Carpinteiros do Futuro e os Irmãos dos Solstício- organizaram a enésima conferência pública sobre o assunto. «Transumanismo: uma visão ética sobre o homem ampliado», foi o título do evento programado.

Entre os palestrantes estão: Jean-Louis Bischoff, filósofo e diretor do Instituto de Investigação da Fede-Federation Europeia de Centros Educativos, Jean-Baptiste Delmas, médico, e Christophe Beans, chefe do serviço Neuroimaginativo do Centro Nacional de Oftalmologia Quinze-Vingts - localizado em Paris - e Romain Piovan, biólogo, todos obviamente e rigorosamente maçons.

Nomes geralmente desconhecidos do público em geral, com os quais eles estavam realmente em contato mais do que você imagina. Bischoff, por exemplo, para o ensino e pesquisa da universidade juntou atividade significativa na indústria de comunicação e entretenimento com a produção de espetáculos musicais e cinematográficos e importantes contribuições para o desenvolvimento de campanhas de sensibilização do Ministério da Educação Pública, dos Municípios, bem como a entidade que gere o monopólio da loteria em todo o território nacional.

quarta-feira, 4 de julho de 2018

Bergoglio e a "communicatio in sacris" com os protestantes


Tradução de Airton Vieira – Em 15 de novembro de 2015, no templo luterano de Roma, a uma mulher protestante que perguntava se podia comungar na Missa com seu marido católico, respondeu Bergoglio de modo tão ambíguo que dava a entender que sim podia (cf. a página “Settimo cielo”, 25 de maio de 2018).

Depois de dita resposta, a maior parte dos Bispos da Alemanha, em fevereiro de 2018, tomaram a decisão de admitir à comunhão eucarística também os cônjuges protestantes. Alguns prelados (entre os quais o cardeal de Colônia, Rainer Woelki) recorreram a Roma, à Congregação para a Doutrina da Fé. Então, Francisco I convocou em Roma uma cúpula de prelados vaticanos “expertos em ecumenismo” e de representantes alemães, tanto do catolicismo como do protestantismo. Em 3 de maio de 2018, a cúpula terminou, por vontade de Bergoglio, com a ordem dada aos Bispos alemães de “encontrar, em espírito de comunhão eclesial, um resultado, se é possível, unânime”. Mas, como um acordo semelhante não é possível, deu praticamente sinal verde a todas as posições em contraste. Tudo é lícito. Como a questão é muito grave, o cardeal holandês Willem Jacobus Eijk pediu que a aclarasse e, junto a ele, se fez ouvir o arcebispo da Filadelfia, Carles J. Chaput.
Vejamos o que ensinou a Igreja católica, até a revolução teológica do Vaticano II, a respeito das relações dos católicos com os acatólicos. O contato com os acatólicos pode suceder tanto na vida civil (“communicatio in profanis”) como nos atos de culto da vida religiosa (“communicatio in sacris”).

Pelo que diz respeito à comunicação civil com os acatólicos, e com mais razão com os não cristãos, dita comunicação está permitida somente até quando se derivem perigos para a fé. Portanto, está proibida a participação em reuniões, congressos, conferências ou sociedades que tenham a finalidade de reunir em uma só aliança religiosa todos aqueles que se chamam cristãos e, portanto, aos católicos; mais ainda, está proibido incluso promover semelhantes iniciativas (cf. Santo Ofício, 8 de julho de 1927, AAS, XIX, 1927, p. 278). Estão proibidas também as “conferências ecumênicas” (Santo Ofício, 5 de junho de 1948, ASS, XL, 1947, p. 257), caso não se realizem com o comum acordo de que a parte católica e a acatólica, equiparadas, tratem questões relativas à fé e à moral, expondo cada uma sua própria tese como opinião pessoal e subjetiva, não obstante continua proibida toda “communicatio in sacris” (Santo Ofício, 20 de dezembro de 1949, ASS, XLII, 1950, pp. 142-147).

Mas a questão que nos ocupa é a da comunhão em atos de culto, especialmente no máximo deles, ou seja, a comunhão eucarística. Se dá quando os católicos participam nos atos de culto protestante ou permitem aos protestantes participar nos atos de culto da religião católica. A participação ativa dos católicos nos atos de culto acatólicos está absolutamente proibida (CIC, 1917, can. 1258, § 1). Em efeito, se trata de participar em atos cultuais que são heréticos em si mesmos. Portanto, a participação neles está proibida pela Lei natural e divina, e a autoridade eclesiástica (mesmo que fosse o Papa) não pode mudá-la, mas a deve conservar e defender. Quem participa nos atos de culto dos acatólicos (segundo o CIC can. 1258, § 2) é suspeito de heresia.
Pelo que diz respeito a nossa questão, ou seja, à participação ativa dos acatólicos nos atos de culto católico (por exemplo, a comunhão eucarística dos protestantes na Missa católica), está proibida porque pode induzir a erro, fazendo crer que a fé católica não é substancialmente distinta da acatólica (sendo esta protestante ou cismática/ortodoxa), promovendo assim o indiferentismo. O CIC (can. 731, § 2) ensina que, fora do perigo de morte, não é lícito administrar os sacramentos aos acatólicos, mesmo que tivessem boa-fé, se antes não se reconciliarem com a Igreja. Em compensação, em perigo de morte, um herege ou um cismático pode ser absolvido sub conditione, se tem boa-fé e não se tem tempo para convencê-lo de seu erro. Antes, contudo, é necessário fazer com que emita o ato de fé, esperança e caridade. Em troca, no concernente à extrema unção é lícito dá-la sub conditione a um herege ou cismático carente de sentido quando se possa fazer sem escândalo. O católico, em perigo de morte, que não pode conseguir um ministro católico, pode pedir a absolvição e a extrema unção a um cismático, não a um protestante, que não crê nestes dois sacramentos. Nunca é lícito pedir a comunhão eucarística. Para maior completude aportamos as palavras do arcebispo Charles J. Chaput.

terça-feira, 3 de julho de 2018

O Papa muda de rumo a respeito da intercomunhão: os bispos locais devem decidir





Tentei advertir a todos.

Tradução de Airton Vieira – Quando se trata do papa Francisco, não podemos confiar no que diz. Há cada vez mais e mais evidência a respeito.

E, por suposto, não devemos olvidar A Regra Peronista.

Sobre o tema da intercomunhão, é verdade que firmou a rejeição da CDF do folheto dos bispos alemães.

Os católicos que queriam pensar o melhor se alegraram imediatamente. “Ei, vejam! Ele é ortodoxo nisto!”
Mas agora vemos as coisas como são: como uma prestidigitação. Um drible retórico. Outra fraude papal.
O Papa diz que os bispos locais deveriam fazer o chamamento à intercomunhão” diz um titular de Crux.  O Papa retomou o tema da intercomunhão e o desviou para nova direção. Se desejam saber o que fez, deverão prestar muita atenção em como move o copo. Podem ver onde está a bola quando ele começa (que nesta pequena metáfora nossa representa por suposto a autoridade papal e sua aprovação)? Observem de perto – os negritos são meus:

terça-feira, 26 de junho de 2018

Os laços entre o evolucionismo de Darwin e a doutrina do "livre mercado"

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Agora vamos mostrar a verdadeira doutrina de Adam Smith, outro grande nome usado pelos "gurus" da direita maçônica como uma oposição ao comunismo, desviando católicos do ensinamento tradicional da Igreja para seguir as enganações democráticas republicanas.

Pense no sucesso cuidadosamente arranjado para o darwinismo, o marxismo, nietzsche-ismo. Para nós, judeus, de qualquer forma, deve ser simples ver a importância que essas diretivas tiveram sobre as mentes dos gentios.


(Protocolos dos Sábios de Sião 2-3. "Somos judeus" Refere-se a cabala Illuminati judeus)

Darwinismo, a teoria da "seleção natural e sobrevivência do mais apto" é de grande importância para os Illuminati. Sabemos isto porque, como Richard Milton explica em seu artigo, "Darwinismo - O assunto proibido" a discussão pública do darwinismo é proibida.
"A maioria educada, pessoas racionais vai achar que é quase impossível acreditar que a discussão do darwinismo através de jornais tradicionais e os principais canais de TV é proibida. Ainda acho difícil de acreditar em mim mesmo," Milton escreve.

Enquanto não há nenhuma evidência de que Darwin era um Maçom, os homens em sua família foram maçons, e assim foram seus colegas próximos e amigos.

Antes de vir para Derby em 1788, Dr. Erasmus Darwin (1731-1802), médico e biólogo, avô de Charles, se tornou um Maçom na Loja da Cannongate Kilwinning, No. 2, da Escócia.
Sir Francis Sacheverel Darwin (1786-1859), médico e viajante, irmão do pai de Charles Darwin, tornou-se um Maçom na Loja Tyrian , No. 253, em Derby, em 1807. O nome de Charles Darwin não aparece nas listas da Loja, mas é muito possível que ele também fosse um maçom.

Charles Darwin foi bem em eugenia e reprodução de linhagem. Os Darwins e Wedgwood se casaram por várias gerações. Essa é a maneira maçônica superior (os Rothschilds, mesmo casado Suas irmãs). Assim, Charles Darwin escolheu se casar com sua prima, Emma Wedgwood.

quarta-feira, 20 de junho de 2018

HASHISHIN GNÓSTICOS


Por Airton Vieira

No tempo dos Cruzados, os fanáticos muçulmanos ismaelitas, que se formaram em quadrilhas, para assassinar os cristãos e outros inimigos da sua fé, costumavam fumar o “hashish”, e sob a influência da droga cometiam os seus ataques.
Um consumidor de “hashish” era um “hashishi”, e, no plural, “hashishin”, nome porque eram conhecidos os membros dessas quadrilhas.

(Inácio Steinhardt)


Atentamos de uma vez a estes três detalhes: esta gente é assassina, viciada em morte. Andam em bandos, quais legiões demoníacas, odiando-se a si mesmos enquanto espalham o ódio. E seu ódio de extermínio é contra a vida porque a vida é Jesus Cristo. O resto é conversa fora, fiada e mole. Não levará a nenhum lugar afora as latas de lixo, esgotos ou indústrias cosméticas, como vem sendo o paradeiro de nossos inocentes indefesos. Porque não se tocou fundo a [ferida metafísica da] questão, e seguimos com os “debates”, “diálogos” e “reuniões”, brincando ao nível da epiderme, ainda que com bons argumentos bioéticos.

Não senhores parlamentares, governantes, ongueiros, blogueiros e entusiastas de mitos, o buraco é bem mais fundo e a coisa bem mais grave. Estamos lidando com gente (?!) intelectual e filosoficamente assassina, que é a pior espécie, pois não necessitam haxixe que movam os seus engenhos preternaturais. 

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Democracias liberais: o sonho de poucos para manter a indigência de muitos

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É curioso ver como a natureza humana não muda no fundo, mas permanece a mesma hoje como há milhares de anos atrás. A "Epopeia de Gilgamesh" (a epopeia babilônica, cerca de 6000 aC) já criticava a humanidade que tem olhos para ver e não vê, e ouvidos para ouvir e não ouvir. Alguns autoproclamados patriotas ainda não entendem nada e sucumbem à lógica eleitoral como o ponto máximo da ingenuidade humana.


Não devemos nada nem nada nos devem os atores do sistema partidocrático. Com base nessa independência, acreditamos no que escrevemos e escrevemos o que pensamos. Se as pessoas não estiverem prontas para ouvir a verdade, que se retirem para a montanha.
É sobre as mesmas pessoas que, talvez sem a intenção, sucumbiram à lógica partidocrática e à dogmatização do voto.

A história nunca foi feita pelas maiorias, mas sempre pelas minorias. É por isso que as democracias liberais representam o maior exercício de perversão política. Suprime o valioso, o capaz, o sublime ... sob o peso da massa ignorante e decadente; ofusca o melhor em benefício dos medíocres, os oportunista em detrimento dos excelentes, os espíritos livres por vontades voláteis e acorrentadas.

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Santa Joana D'arc

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Nascida em Domrémy em Champagne, provavelmente em 6 de janeiro de 1412; Morreu em Rouen, em 30 de maio de 1431. A vila de Domrémy ficava no território que reconhecia a suserania do duque de Borgonha, mas no prolongado conflito entre os Armagnacs (o partido de Carlos VII, rei da França), de um lado, e os burgúndios em aliança com os ingleses, de outro, Domrémy sempre se mantivera fiel a Carlos.


Jacques d'Arc, pai de Joana, era um pequeno camponês, pobre, mas não necessitado. Joana parece ter sido a mais jovem de uma família de cinco pessoas. Ela nunca aprendeu a ler ou escrever, mas era hábil em costurar e fiar, e a ideia popular de que ela passou os dias de sua infância nos pastos, sozinha com as ovelhas e o gado, é completamente infundada. Todas as testemunhas no processo de reabilitação falavam dela como uma criança singularmente piedosa, que frequentemente se ajoelhavam na igreja absorta em oração, e amava os pobres com ternura. Grandes tentativas foram feitas no julgamento de Joana para conectá-la com algumas práticas supersticiosas supostamente executadas em torno de uma certa árvore, popularmente conhecida como a "árvore das fadas" (l'Arbre des Dames), mas a sinceridade de suas respostas desconcertou seus juízes. Ela havia cantado e dançado lá com as outras crianças, e tinha feito grinaldas para a estátua de Nossa Senhora, mas desde que ela tinha doze anos de idade, ela se manteve distante de tais diversões.

Foi com a idade de treze anos e meio, no verão de 1425, que Joana se tornou consciente de uma manifestação, cujo caráter sobrenatural seria agora imprudente questionar, que ela depois passou a chamar de "vozes" ou " conselho." A princípio, era simplesmente uma voz, como se alguém tivesse falado bem perto dela, mas também parece claro que um clarão de luz a acompanhava e que, mais tarde, ela discernia claramente, de alguma forma, a aparência daqueles que falavam com ela. Reconhecendo-os individualmente como São Miguel (que estava acompanhado por outros anjos), Santa Margarida, Santa Catarina e outros. Joana estava sempre relutante em falar de suas vozes. Ela não disse nada sobre eles ao seu confessor, e constantemente se recusou, em seu julgamento, a descrever a aparência dos santos e a explicar como ela os reconhecera. Não obstante, ela disse a seus juízes: "Eu os vi com esses mesmos olhos, assim como os vejo".

Grandes esforços foram feitos por historiadores racionalistas, como M. Anatole France, para explicar essas vozes como o resultado de uma condição da exaltação religiosa e histérica que tinha sido promovida em Joana pela influência sacerdotal, combinada com certas profecias correntes no campo de uma donzela do bois chesnu (madeira de carvalho), perto da qual estava situada a Árvore das Fadas, que deveria salvar a França por um milagre. Mas a falta de fundamento dessa análise dos fenômenos foi totalmente exposta por muitos escritores não-católicos. Não há sombra de evidência para apoiar essa teoria de conselheiros sacerdotais que treinam Joana em parte, mas muito do que a contradiz. Além disso, a menos que acusemos a donzela de falsidade deliberada, que ninguém está preparado para fazer, foram as vozes que criaram o estado de exaltação patriótica e não a exaltação que precedeu as vozes. Sua evidência sobre esses pontos é clara.

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Greve de caminhoneiros é coordenada por “Movimento Fora Temer” e “militante petista”


A Greve é mais uma arma que os comunistas usam para levar o caos à sociedade. Se aproveitando de certas injustiças, muitas delas provocadas intencionalmente por eles mesmo como álibi para provocar greves, os luciferinos incitam as massas conduzindo-a a anarquia e à decadência da ordem social.


A greve dos caminhoneiros – que completa oito dias nesta segunda-feira (28) e pode se encerrar após o governo Temer atender a pauta de reivindicações de suas lideranças – é coordenada pelo “Movimento Fora Temer”, cujos principais interlocutores são um advogado que se autodenomina “militante petista”, um militante do Podemos e um pescador que chegou a ser preso por “pesca predatória”.
A principal página de divulgação dos informes e boletins do movimento grevista tem sido a de André Janones, advogado de Ituiutaba-MG. Em poucos dias, a página do mineiro chegou a 590 mil seguidores divulgando vídeos dos caminhoneiros nas estradas, informações das negociações com o governo e boletins da greve. Um vídeo divulgado neste domingo (27), entretanto, começou a mostrar uma outra face da greve: o “2° BOLETIM DA GREVE: Direto do comando nacional do Movimento FORA TEMER”.

Festa de Corpus Christi - Corpo de Cristo


“Corpo e sangue do meu Deus, eu vos adoro, presentes na Eucaristia, ao mesmo tempo símbolo e fermento da unidade entre Cristo e os fiéis, que dela se alimentam. (Na Igreja dos primeiros séculos Cristo era simbolizado por um peixe, porque as letras desta palavra, em grego, eram as iniciais de << Jesus Cristo, filho de Deus, Salvador >>).


FESTA DO CORPO DE CRISTO


 A festa do Corpo de Cristo remonta ao século XIII. Instituiu-a, em 1246, o bispo de Liège, na sua diocese a pedido instante de Santa Juliana, prioresa de um convento situado às portas da cidade, no monte Cordillon. Passados anos, Urbano IV, antigo arcediago de Liège, estendeu-a à Igreja universal. A procissão do Santíssimo, que dela faz parte, tornou a festa do Corpo de Cristo, em pouco tempo, uma das mais queridas do povo. Com a sua fé na presença real, canta a Deus nesta solenidade, o reconhecimento de todos os benefícios auferidos neste sacramento. A Eucaristia liga-se intimamente à vida da Igreja e dos fiéis. Pode dizer-se que é na Eucaristia que esta vida que se vai haurir e que nela se exprime continuamente. Na Santa Missa, a Igreja atualiza sobre nossos altares, o sacrifício de Cristo, fonte da redenção, e oferece-o incessantemente a Deus, em união com o próprio Cristo. Na Sagrada Comunhão, é a união íntima dos fiéis com Cristo, por eles imolado, que se opera, e a transfiguração de suas vidas pela D’ele: nascidos para a vida da graça, nas águas batismais, alimentam-se na Eucaristia, como dum pão celeste.

A missa e o ofício foram compostos por São Tomás. Ai se encontra, com a alma do Santo, a precisão de doutrina do grande Teólogo.


sexta-feira, 25 de maio de 2018

Nossa Senhora Auxiliadora

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24 de Maio

A invocação Auxilium Christianorum (Auxílio dos Cristãos) originou-se no século XVI. Em 1576 Bernardino Cirillo, arcipreste de Loreto, publicou em Macerreta duas ladainhas da Virgem, que, segundo ele, era usada em Loreto: Uma forma completamente diferente de nosso texto atual e outra forma ("Aliae litaniae BMV") idêntica à ladainha de Loreto, aprovada por Clemente VIII em 1601, e agora usado em toda a Igreja. Este segundo formulário contém a invocação Auxilium Christianorum. Possivelmente os guerreiros que retornaram de Lepanto (7 de outubro de 1571) visitaram o santuário de Loreto, saudaram a Santa Virgem lá pela primeira vez com este novo título; é mais provável, no entanto, que seja apenas uma variação da invocação antiga Advocata Christianorum, encontrada em uma ladainha de 1524. Torsellini (1597) e o Breviário Romano (24 de maio, apêndice) dizem que Pio V inseriu a invocação no litania de Loreto depois da batalha de Lepanto; mas a forma da ladainha em que é encontrada pela primeira vez era desconhecida em Roma na época de Pio V (ver LITANHA DE LORETO; Schuetz, "Gesch. des Rosenkranzgebets).

domingo, 20 de maio de 2018

Maçonaria esconde segredos diabólicos de seus membros

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A Maçonaria é a Igreja de Satanás. É claro que os não-iniciados “azuis” não são informados de que adoram a Lúcifer. O satanismo é a inversão de todos os valores, a normalização da doença e a negação da realidade.

Albert Pike: "A Maçonaria, como todas as Religiões, todos os Mistérios, Hermetismo e Alquimia, oculta seus segredos de todos, exceto dos Adeptos e Sábios, ou os Eleitos, e usa falsas explicações e interpretações errôneas de seus símbolos para enganar aqueles que merecem apenas ser enganado, esconder a Verdade, que chama de luz, e afastá-los dela. [Morals and Dogma, pág. 104-5].

OBS: Albert Pike foi um maçon americano e erra ao dizer que todas as religiões escondem segredos, ela está julgando todas, tomando a própria maçonaria como referência.

Manly P. Hall: "Quando um maçom aprende a chave para o guerreiro no bloco é a aplicação apropriada do dínamo do poder vivo, ele aprendeu o mistério de sua Arte. As energias fervilhantes de Lúcifer estão em suas mãos e antes dele pode pisar para frente e para cima, ele deve provar sua capacidade de aplicar adequadamente a energia ". [The Lost Keys to Freemasonry (As Chaves Perdidas da Maçonaria, Manly P. Hall, p. 48 )].

Domingo de Pentecostes

Eis realizada a profecia de

 Joel: o Espírito Santo desce

sobre Maria e os Apóstolos; e

as maravilhas de Deus vão ser

pregadas no mundo inteiro.




O dom do espírito Santo fora anunciado pelos profetas para os templos messiânicos. A sua descida sobre os Apóstolos é o pórtico desta era nova. Funda-se então a Igreja, e é-lhe conferido o espírito de Cristo, <<para renovar a face da terra>>. A narrativa dos Atos recorda os acontecimentos do dia de Pentecostes: a descida do Espírito Santo sobre os Apóstolos e os fenômenos que a acompanham, particularmente o milagre das línguas, símbolo da Missão universal dos Apóstolos. Todas as nações são chamadas a ouvir a proclamação da Boa Nova.


A esta presença do Espírito Santo, que inspira e dirige a Igreja, na sua missão de pregar o Evangelho até aos confins do mundo, acresce outra presença mais íntima e mais pessoal, que faz dos Apóstolos homens novos, transformando-lhes a própria natureza. A sequência da Missa e o hino de véspera descrevem e evocam penetrante do Espírito Santo no coração dos fiéis. A leitura do livro dos Atos durante toda a oitava, mostrará esta dupla ação do Espírito Santo na Igreja e na alma dos crentes.


sexta-feira, 11 de maio de 2018

Maio de 1968: meio século de subversão da ordem



Uma análise de maio de 1968 escondida pela mídia de massa judaico-maçônica-comunista.


Em maio de cinquenta anos atrás, irrompeu na França, na Universidade La Sorbonne, em Paris, o que veio a ser chamado de “Revolução de Maio”, revolta estudantil não poderia derrubar o sistema universitário contra o qual se rebelaram, nem poderia estabelecer qualquer tipo de movimento político, mas que, no entanto, mudou profundamente a sociedade.

O historiador Fernand Braudel escreve:

Herbert Marcuse, que, inconscientemente, se tornou o guru desta revolução, estava certo em dizer (23 de março de 1979) que é estúpido descrever 1968 como uma derrota. 1968 sacudiu os fundamentos da sociedade, quebrou hábitos e tabus, e até destruiu a apatia: o tecido familiar e social foi quebrado o suficiente para criar novos estilos de vida em todos os níveis da sociedade. É nesse sentido que realmente foi uma revolução cultural”.

"Para alguns, 1968 foi o ano do sexo, drogas e rock and roll. No entanto, foi também o ano dos assassinatos de Martin Luther King Jr. e Bobby Kennedy; a agitação na Convenção Nacional Democrata em Chicago; a Primavera de Praga; o movimento anti-guerra e a ofensiva do Tet; Poder negro; a lacuna geracional; teatro de vanguarda; o ressurgimento do movimento feminino».

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Venezuela: as Igrejas não tem mais hóstias para Comunhão



Nota do tradutor: Conheço um pouco a realidade venezuelana, ao menos a da fronteira com o Brasil. Há pelo menos quatro anos vem se noticiando a questão da falta de trigo para hóstias na Venezuela. Não somente o Vaticano tinha conhecimento, como, antes, o ex Núncio atual Secretário de Estado e, antes deste, os bispos locais, por seu turno alertados por seus sacerdotes. O texto fala de uma penúria material (pão) seguida da espiritual (Palavra de Deus). Penso que seja o contrário. Há muito a Venezuela padece da fome do Pão do Céu em sentido latu, agravada, como bem salienta o texto, pelas muitas flechadas lançadas contra o Coração de Maria no intuito de repeli-la. Mas não se pense que a estratégia diabólica se restringirá à Venezuela. Procuramos fazer com que haja um compadecimento um tanto sentimental e pouco racional pelos famintos de pão. Há quanto tempo os famintos da Palavra de Deus não perambulam, não somente pelas ruas da Venezuela, mas pelos cantos mais fartos luxuosos do mundo, sem que haja, não digo nem projeção midiática, mas clamor ao céus? Como dizem os irmãos hispânicos: “Ojo! Hermanos, ojo!”


Tradução de Airton Vieira – A derrocada da Venezuela, fruto do regime bolivariano-comunista, trouxe ao cenário calamidades inimagináveis: centenas de milhares de venezuelanos fogem da fome, famílias reviram o lixo à busca de comida, pessoas alimentando-se de carne de cachorro, mercados com as estantes vazias, farmácias sem remédios, hospitais sem sangue por falta de reagentes para analisá-lo, crianças morrendo de desnutrição, pais que entregam seus filhos para ser adotados por não ter como sustentá-los, inflação astronômica, etc.
Mas os desastres que ocorrem na outrora próspera Venezuela não se detêm aí. Os jornais informam que em várias igrejas do país não se distribui a comunhão durante a Missa por falta de hóstias! Isto é, não há farinha para prepará-las e em consequência os fiéis católicos não podem comungar.

terça-feira, 1 de maio de 2018

Quamquam Pluries


1º de  Maio dia de São José operário.

Com esse documento do Papa Leão XIII, lembramos da importância de nosso padroeiro e guardião da Igreja de Cristo, já que os inimigos de Deus sempre estão colocando uma data humanista para substituir o feriado santo por um feriado antropocêntrico cuja finalidade é colocar os bens terrenos corruptíveis acima dos bens celestes incorruptíveis e, assim, vai se apagando da memória popular esse grande intercessor que temos diante de Deus.



Quamquam Pluries


A devoção a são José


Papa Leão XIII


Ainda que tenhamos mandado mais vezes que em todo o mundo católico se fizessem orações especiais e com a maior insistência se recomendassem a Deus os interesses da Igreja, mesmo assim, ninguém há de se admirar se neste ano julgamos nosso dever inculcar novamente este dever.

Com efeito, nos momentos difíceis e de maneira particular quando “o poder das trevas” parece tudo ousar para a ruína da religião cristã, a Igreja, costuma invocar e suplicar, com fervor e constância maior, a Deus, seu fundador e protetor, interpondo também a intercessão dos santos e especialmente da Virgem Mãe de Deus, porque da proteção deles espera o mais válido apoio aos seus interesses. E cedo ou tarde manifestam-se os frutos das orações piedosas e das esperanças que ela pôs na bondade de Deus.

Ora, veneráveis irmãos, vós conheceis as adversidades do nosso tempo, que é bem mais prejudicial para a religião cristã do que aqueles que passaram. Vemos como num grandíssimo número de fiéis desaba a fé, fundamento de todas as virtudes cristãs; resfria-se a caridade; a juventude cresce na depravação dos costumes e das ideias; a Igreja de Cristo é assaltada por todo lado com violência e a fraude; faz-se uma guerra feroz ao pontificado; com ousadia crescente corroem-se os próprios fundamentos da religião. Não é preciso demonstrar, por se demasiado conhecido, até que ponto se chegou a esta descida nos últimos tempos, e o que se quer fazer de pior ainda.

sábado, 28 de abril de 2018

ESTRANHA-ME CATÓLICOS SEGUIDORES DE MITOS!



Airton Vieira
(tonvi68@gmail.com)

Permitam-me um pequeno desenrolar de uma ideia anterior[1], ainda que sob o risco de sofrer o mesmo destino do protomártir, sem a vantagem de seus méritos. E com isto pretendo encerrar esta minha espécie de óbolos, que já são bem escassos.

*
Falava àquela ocasião do grande risco que corremos nestes tempos em que a sã doutrina já virou conto de fadas (cf. 2 Tim IV, 1-4), e isso à quase totalidade dos católicos. Tamanha a decadência, que os ídolos já se elevam aos cumes com direito à manchetes de jornais, horários nobres e superproduções. Daí a gravidade, para ficar em nosso contexto nacional hodierno, das afirmações megalomaníacas do anteriormente mencionado ex presidente[2], que segue falando, agora pela boca de seus adestrados psitaciformes e office boys, ou torcedores internacionais do mesmo time. Em uma ponta. Em outra, temos uma categoria de católicos que, ao modo de uma arquibancada de tênis-de-mesa, vão movendo-se ao ritmo a bola arremessada, para lá e para cá. Nada além de mais do mesmo.

Não faz muito e vimos surgir no horizonte uma nova investida inimiga na guerra cultural travada pela conquista das almas, cujo campo de batalha, desta feita, é o da linguagem, tão cara a ideólogos, populistas e toda uma plêiade de bons de papo. Muda-se a língua[3], muda-se o mundo, dizia alguém. Eis que então nesse mar de ilusões surge mirabolantemente um novo substantivo, com seus respectivos verbos e advérbios, tudo bem provido das etéreas substâncias mitológicas: a mitagem. Coisas e pessoas passam então subitamente a mitar. E mítica e imperceptivelmente o mito vai transmutando-se em ídolo, com direito a toda parafernália tecnológica, acadêmica e midiática como vassala. Com isso as vozes dissonantes, em que pese a farsa da liberdade de expressão, passam a conviver com o risco de se tornarem agora mitofóbicas, com direito à processo nas diversas instâncias judiciais e não poucas pancadas e sopapos democráticos.

Ainda que o tema seja “mitos” há de se trabalhar com exemplos concretos, como no artigo anterior, sob pena de também eu ser um golpista. Ei-lo então. Há pouco mais de um ano escrevia ao mais recente mito brasileiro, quase candidato à presidência desta querida e maçônica República, anunciando-lhe minha desadesão à sua possível futura candidatura. É razoavelmente provável que não tenha lido, o que não fará a mais mínima diferença. Para ambos. Contudo, dado o quadro em que se encontra este apesar dos pesares amado País em que foi-me escolhido pra berço, resolvi, sem maiores pretensões, ao menos expressar, com o direito que creio possuir, o motivo desta minha decisão, o que certamente a um católico que preze o significado deste termo, deverá ao menos tê-lo em alguma conta, obviamente não pelo ilustre desconhecido que escreve, mas pelo motivo em si, que não é de pouca monta, em que pese as opiniões em contrário, que também não serão poucas.

sexta-feira, 27 de abril de 2018

Pais de família protestam contra o ensino LGBT nas escolas



Tradução de Airton Vieira – Em 23 de abril passado, um movimento internacional de Pais de alunos de vários países do mundo anglo-saxão organizou uma “jornada de retirada” da escola para protestar contra a educação sexual com tendência LGBT, à qual são submetidos seus filhos nos colégios que estudam.

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Massacre terrorista sem autoria intelectual nem natureza ideológica alguma

Atropello masivo en Toronto, Canadá.

Pelo menos dez pessoas morreram e quinze ficaram feridas em Toronto (Canadá), quando uma van subiu na calçada de uma das principais ruas da cidade e se dirigiu para um grupo de transeuntes, disse a polícia.


O autor do massacre é Alek Minassian, em quem as autoridades canadenses mantiveram um surpreendente silêncio nas 24 horas após o evento. Ninguém parece interessado na natureza ideológica do assassinato. Nem um único fato  que denuncie o perfil do assassino Minassian, nem uma única referência aos grupos radicais com que ele mantinha, nenhuma menção de possíveis contatos com redes jihadistas. Por outro lado, as autoridades norte-americanas se apressaram em descartar o terrorismo no múltiplo atropelo. Nós já sabemos, foi obra de um simples alienado. Mais um. Então, até a próxima carnificina.

Cardeal Burke: a situação é intolerável. Não só é possível como necessário criticar o Papa.


O que aconteceu na última entrevista com Eugenio Scalfari durante a Páscoa excede todo o tolerável", disse o Cardeal Raymond Leo Burke em uma entrevista com Ricardo Cascioli publicado em La nuova bussola quotidiana em 4 de abril.


"Que um ateu pretenda anunciar uma revolução no ensino da Igreja Católica, afirme falar em nome do Papa, e negue a imortalidade da alma humana e a existência do inferno provocou um tremendo escândalo, não só para muitos católicos, mas também para muitos leigos que respeitam a Igreja Católica e seus ensinamentos, ainda que não compartilhem"disse o cardeal norte-americano, um dos quatro signatários do dubia em 2016. Na verdade, a resposta da Santa Sé para a reação do escândalo que tem produzido em todo o mundo tem sido extremamente inadequada. Em vez de reafirmar claramente a verdade sobre a imortalidade da alma humana e do inferno, a negação limita-se a dizer que algumas das palavras citadas não são do Papa. Não diz que o Sumo Pontífice não concorda com as ideias errôneas e até mesmo heréticas expressas por essas palavras, nem as repudia por serem contrárias à fé católica. Jogar dessa maneira com fé e doutrina, no mais alto nível da Igreja, é justamente causa de escândalo entre os pastores e os fiéis".

quinta-feira, 19 de abril de 2018

O Sensus Fidei




Durante muito tempo, as pessoas simples, mesmo analfabetas, estavam bem formadas teologicamente. Era até um povo culto. Sim até certo ponto, havia um vulgar em muitos aspectos culto, embora pareça um paradoxo, embora fosse analfabetos e ignorantes em muitos assuntos. Em nossos Séculos de Ouro se dava o caso de que conheceriam melhor  mitologia antiga que muitas das pessoas cultas de hoje pelo que viram e ouviram nas comédias, ou assistindo a palestras públicas, como podemos ver em Don Quixote, que fazia pela noite em uma venda. O que faziam quando ficavam entediados se não sabiam ler e não tinham televisão?

Desde os tempos antigos, as mães incltiam a fé em seus filhos. Desde pequeno foram ensinados a orar e inculcou-lhes os rudimentos da fé, também ensinando História Sagrada, que era de conhecimento geral graças a transmissão de mãe para filho e a Bíblia em pedra que foram os  altares dos templos. E foi assim até em tempos muito recentes. Eu posso atestar isso por minha própria experiência. Eu nasci e fui criado no século XX, quando se estudar e se instruir era normal para a maioria, desde que eu aprendi a falar a minha mãe me ensinou as orações fundamentais, eu fui instruído nos fundamentos da doutrina e me contava histórias do Antigo Testamento e dos Evangelhos. Isto foi o habitual. Não é de se admirar que hoje, o trabalho das mulheres, que não é mau em si, ser encorajado, mas, quando a mãe tem que gastar mais tempo fora de casa inevitavelmente negligencia a educação de seus filhos.

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Intervenções do cardeal Zen e Renzo Pucceti no Colóquio “Igreja Católica, aonde vais?”



Tradução de Airton Vieira

Mensagem de S.E. o cardeal Joseph Zen para o simpósio do dia 7 de abril em Roma

–Eminência, estamos em Hong Kong, mas em Roma está sendo celebrado um encontro, com o nome de Igreja, aonde vais? Estou seguro de que alegrará muito aos participantes que lhes dirija umas palavras de saudações.

–De acordo. Gostaria muitíssimo de participar, mas em vista de minha idade, decidi não viajar demasiado. Com minhas orações, com o coração, isso sim, estou convosco. Porque é um encontro que deveria ser do interesse de todo o mundo: Aonde vai a Igreja, nossa Igreja? A Igreja pela que Jesus se esforçou e padeceu. A Igreja na que gozamos de todas as graças do Senhor, e esperamos que nossa Igreja goze sempre de boa saúde.
–Eminência, sem dúvida os participantes apreciarão que lhes diga como vê a situação atual quanto à relação entre a Santa Sé e a China.
–Sim. Temos uma Igreja que é uma unidade, que em todo o mundo é uma grande família. Uma grande família com um centro, que é a Santa Sé. Então, a Santa Sé é muito importante, mesmo que o Papa insista em que se deva dar muita importância à periferia. Tanto o centro como a periferia são necessários. Agora bem, neste momento, nossa periferia (a China) atravessa grandes dificuldades. Então, mesmo que muitas vozes desta periferia não cheguem a fazer-se ouvir no centro, nós, que vivemos fora da China continental, naturalmente levamos em nossa experiência, em nosso coração, toda a China, ainda que estejamos sempre em contato. Consideramos que representamos a esta periferia. Temos um grande desejo de que haja mais comunicação entre o centro e a periferia. Porque, se se quer ajudar a Igreja da China, há de conhecê-la. Mas não me refiro a um simples conhecimento abstrato, baseado em números ou em livros. Há que ter vivido, e por isso a periferia não é substituível. O que esperamos, então, é que nossa voz possa fazer-se muita. Pelo contrário, nos desagrada que sejam escassas as vozes que chegam da periferia. Temos medo de que no centro não se tomem as decisões que sejam verdadeiramente uteis e contribuam ao verdadeiro crescimento da Igreja. Esta é uma preocupação importante, a falta de comunicação. E eu não digo que seja um grande professor, mas tenho muita experiência direta da China. Ensinei durante sete anos em seminários da China continental, da Igreja oficial. E constantemente vêm irmãos da China continental e nos contam como está a situação, e temo que essas vozes não consigam chegar ao centro.

terça-feira, 17 de abril de 2018

A democracia como religião


Foi Aldous Huxley em sua fábula futurista “Admirável Mundo Novo”, que sugeriu que o que chamamos de um axioma - quer dizer, uma proposição que parece autoevidente e por isso, aceitamos – pode ser criado para um indivíduo e para um ambiente determinado pela repetição, milhões de vezes, da mesma afirmação. Para este efeito -a gênese artificial de axiomas e dogmas – propõe o uso durante o sono, um mecanismo repetitivo de falar sem interrupção ao nosso subconsciente, capaz, durante horas, de receber e assimilar toda a mensagem.

Este projeto está, hoje, ao final de meio século, muito próximo da realidade, embora não sejam exatamente as mesmas técnicas, como o próprio Huxley enfatizou em seu "Retorno ao mundo feliz".

A realização mais importante neste sentido através de métodos de saturação mental pelos meios de comunicação de massa tem sido, em nosso tempo, o estabelecimento em uma escala universal do dogma-axioma da democracia. A partir dessa noção, em seu sentido individualista e majoritário, foi possível fazer a pedra angular da mentalidade contemporânea. Ou seja, o que Kendall e Wilhelsenn chamaram de “ortodoxia pública” do nosso tempo. Esta expressão significa para esses autores, o conjunto de bases conceituais ou fé em que se assenta cada sociedade histórica, elementos que são, por sua vez, as ideias-forçcas para os seus membros e pontos de referência para ser entendido na mesma língua e convergir, em último extremo, em alguns axiomas e dogmas que somente os marginalizados ou extravagantes exigiriam questionar.

A consolidação do dogma da democracia e sua axiomática tem sido, é claro, obra de muitos anos, mas é agora que ela conhece sua validade universal. Já no final dos anos 1920, assumiu-se na linguagem política espanhola, que, através da ditadura do general Primo de Rivera, era obrigado a “retornar à normalidade constitucional (ou democrática). Hoje assume-se para o mundo todo, desde a Europa mais culta até a selva africana, que apenas uma eleição “livre” (de sufrágio universal) pode justificar um governo ortodoxo. Qualquer outro governo receberá o rótulo de “ditadura” e convocarão cruzadas contra ele como um violador de “direitos humanos”, que constituem a apelação final, que em outros tempos ficava no juízo de Deus Único e Trino. (Há, naturalmente, certas tolerâncias ou concessões em favor da perfeição universal do quadro: o mundo soviético ou sovietizado e os inúmeros sultanatos árabes desconsideram qualquer consulta à “opinião pública” e eles se autointitulam "popular" ou "democrático" para gozar de suficiente imunidade”.