segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Entrevista exclusiva ao professor Sandri




08/10/18 9:40 por Corrispondenza Romana

Tradução de Airton Vieira – Oferecemos [aos leitores] uma entrevista exclusiva com o professor Andrea Sandri, Doutor de Investigação em Direito público na Universidade Católica de Milão, onde dá aulas de Teoria Geral do Estado durante dez anos.

O professor Sandri reside em Seregno, na Lombardia, Itália e é autor de abundantes e sérias publicações sobre assuntos teológicos, filosóficos, jurídicos e políticos, assim como de traduções ao Italiano de obras de outros autores, sobre essas mesmas questões.

Para quem ainda não conheça sua obra, recomendamos encarecidamente seu blog Vigiliae Alexandrinae onde encontrarão numerosos escritos de nosso entrevistado, desde o ano 2013 até a atualidade, principalmente de conteúdo teológico e religioso. Mesmo que em língua Italiana, o estilo do autor é claro e com a ajuda de um bom dicionário, uma decente gramática e as suficientes doses de sentido comum, sua leitura abrirá portas e janelas na alma, de cuja existência sequer poderiam suspeitar. Na atmosfera rarefeita que nos rodea é necessidade vital.
O professor teve a gentileza de responder nossas perguntas em espanhol sem necessidade de tradução. Vamos à entrevista que lhes oferecemos na íntegra.

(P) – Professor, a Igreja está vivendo momentos dramáticos, muitos situam o início da crise no Concílio Vaticano II mas outros o assinalam no atual pontificado. Crê que teremos um antes e um depois deste Pontificado? Assim sendo, Como crê que será esse “depois”?

Creio que sob este Pontificado está se consumando a realização das doutrinas novas e não tradicionais, em si mesmas não vinculantes, que cabem em alguns documentos do Concílio Vaticano II ao lado de doutrinas já definidas pela Igreja (e por isso vinculantes) e de doutrinas teológicas comuns que não se podem considerar contrárias à verdade revelada. Neste sentido muitos documentos e declarações da hierarquia católica continuam estando na legalidade formal (e substancial a respeito das doutrinas novas do Vaticano II), mesmo que corrompam o ensinamento do dogma.

sábado, 13 de outubro de 2018

A verdadeira política é sobrenatural

A verdadeira política é sobrenatural

Pe. Guillaume Devillers, FSSPX

“Civitas est communitas perfecta” (a cidade é a comunidade perfeita)
É sobre este princípio, retirado de Santo Tomás de Aquino, que muitos se baseiam para justificar a autonomia da política: a cidade, ou seja, a sociedade civil, é uma sociedade perfeita, logo, autônoma. Sem dúvida existe também outra sociedade perfeita, fundada por Cristo, a Igreja, sociedade sobrenatural ordenada à salvação das almas. Mas a graça não suprime a natureza; e portanto, permanece o fato de que a sociedade política é perfeita e, por si mesma, autônoma.
É este exatamente o pensamento de Santo Tomás? Vejamos um pouco como o santo doutor nos explica este princípio: “a cidade é a comunidade perfeita, o que Aristóteles prova mostrando que, como toda comunicação social ordena-se a alguma necessidade da vida, a comunidade perfeita será aquela ordenada a que o homem tenha suficientemente tudo o que é necessário à vida: ora, tal é a comunidade da cidade...” 
A cidade é, portanto, a sociedade perfeita na medida em que pode satisfazer todas as necessidades do homem. Santo Tomás esclarecerá: necessidades materiais e espirituais, asseguradas pela diversidade de ofícios, tais como agricultores, artesãos, soldados, príncipes e padres 2. Para Santo Tomás, como para todos os papas que trataram destas questões, a sociedade perfeita é, portanto, antes de tudo a que une organicamente Igreja e Estado, a sociedade civil e a sociedade religiosa, o poder temporal e o poder espiritual, sob um único chefe, que é Cristo. Não há dúvida de que, em seu seio, podemos distinguir dois tipos de comunicação — espiritual e temporal — e por conseguinte, dois poderes, cada qual com sua função particular e seu fim próprio. Porém, todos os dois estão unidos sob um único chefe, que é Cristo, e seu vigário, o papa; e sobretudo, os dois estão ordenados ao um mesmo fim, a felicidade ou beatitude sobrenatural 3. Esta civitas, que é uma sociedade perfeita, é portanto a cidade católica, é a cristandade, que une em seu seio os dois poderes 4
Santo Tomás distingue mas não separa, o que são coisas absolutamente diferentes. Distinguimos no homem a alma e o corpo, mas não os separamos 5. Estes dois elementos constituem um único ser, ordenam-se um e outro a um único fim que é a felicidade e a perfeição do homem. Podemos e devemos distinguir na sociedade humana as diferentes pessoas que a compõem, os diferentes ofícios ou trabalhos que concorrem para sua perfeição, e o temporal e o espiritual. Mas não é possível separá-los sem causar à sociedade um grande mal.
Com efeito, a Igreja tem repetido sem cessar: a política separada é a morte da civilização cristã.
A distinção e a harmoniosa união dos poderes civil e religioso fizeram a grandeza da civilização cristã, “o poder civil tendo como fim próximo e principal ocupar-se dos interesses terrestres, e o poder eclesiástico de procurar os bens celestes e eternos” 6. Na sociedade católica, os reis obedeciam aos padres 7, e a “filosofia do Evangelho presidia o governo das nações. Tudo então estava impregnado das divinas influências e da sabedoria católica: as leis, as instituições, os costumes, todas as classes, todas as relações sociais” 8.
A partir do Renascimento, os Estados separam-se progressivamente da Igreja, o que culminará na ruína da civilização cristã e na perda de milhões de almas. É assim, ao menos, que os papas da tradição sempre apresentaram a história moderna.

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Dresden 1882 "Primeiro Manifesto Anti-Judaico" expondo a Nova Ordem Mundial


"Um manifesto de 1882 mostra como a hegemonia judaica
foi um fato consumado há 136 anos,
e explica porque a coesão racial do Ocidente
e a herança cristã tem estado sob ataque cruel.
Leia isto e pergunte a si mesmo: "Poderia Hitler ter chegado ao
poder sem a cumplicidade judaico-maçônica? "

A Maçonaria Secreta está montando "nossa própria, só na aparência, fora de posição que em pelo menos um de seus órgãos [nazistas] apresentará o que parecem ser os antípodas para nós. Nossos verdadeiros oponentes, de coração aceitarão essa oposição simulada como suas próprias e nos mostrará seus cartões ". (Protocolos de Sião, 12.11)

Todavia, ninguém falava dele [Jesus] abertamente por medo dos judeus. (João 7:13)

 "Uma nova guerra em defesa da democracia e da alegada lei está sendo preparada com toda a pressa. Uma aliança de todos os grupos judaicos já está completa; ela tem o título oficial da aliança das três grandes democracias, a inglesa, a americana, e a francesa ... Israel exige a guerra mundial e em breve! ... Israel é positivamente da opinião de que o tempo está ficando curto. <br /> <br /> Para a mente, sua guerra mundial é uma necessidade para que, em nome da paz indivisível, toda aquela parte da humanidade que deseja abandonar o jugo judaico, pode ser reduzida. "

- Revue Internationale des sociétés secrétes, abril de 1937

O último esforço significativo para defender os valores nacionais cristãos foi a "Primeira Conferência Internacional Anti-Judaica " realizada em Dresden em setembro de 1882.

A conferência atraiu 300 empresários proeminentes, aristocratas, políticos, clérigos, advogados, médicos, agricultores e intelectuais da Alemanha, Áustria, Hungria e Rússia. Eles produziram um manifesto dirigido aos "Governos e Povos das Nações Cristãs Ameaçadas pelo Judaísmo", que mostra como a hegemonia judaica era um fato consumado há 136 anos, e explica por que a coesão racial e a herança cristã do Ocidente estão sob constante ataque.