segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Incoerências do espiritismo


Estamos em uma época em que a simples luz é insuficiente para impressionar a retina visual de certa gente. Para pessoas que querem ver, basta um vislumbre. Para quem não quer ver, é preciso relâmpagos. O relâmpago obriga a ver, faz ver tudo, manifesta tudo.

A verdade precisa hoje de relâmpagos!... e até de trovão! Não seria demais o trovão do Sinai, quando Moisés recebia a Lei de Deus, enquanto os israelitas estavam dançando em redor do bezerro de ouro.

Ó relâmpagos, ó trovão... do Sinai! Onde está o vosso fulgor para iluminar os cegos, o vosso ribomar para prostar os dançadores em redor do bezerro de ouro.

Espiritismo é a teoria (ou hipótese) que pretende explicar certos fatos anormais como produzido pela ação dos espíritos, manifestadas por intermédio dos médiuns.

Essa teoria foi codificada por Allan Kardec, a propósito de embustes empregados pelas irmãs Fox, nos Estados Unidos.

Não há fenômenos espíritas: primeiro, porque seria preciso, de acordo com a teoria espírita, que os fenômenos fossem traduzidos pelos espíritos; segundo, porque os mesmos fenômenos observados nas sessões espíritas se repetem fora delas, desde que esteja presente o médium.




As bases do espiritismo


O espiritismo não é religião nem ciência. Demonstra-se isso claramente. A religião é necessariamente baseada na revelação, sobre a palavra de Deus. A ciência forma-se pelos dados da experiência. A religião e a ciência nascem, pois, de pontos completamente diferentes, até opostos. A religião vem do céu, a ciência da terra.

A primeira tem por princípio o próprio Deus; a segunda baseia-se na inteligência humana. O espiritismo não tem princípio, nem base; não é do céu, nem da terra. Nem a revelação o gerou, nem a ciência o quer perfilhar. Triste órfão! Donde veio? Para onde vai? Tudo é misterioso!

Digamos logo o que não é: Bíblico?... Não é.  Ao contrário: positivamente antibíblico, por desobedecer a Bíblia.

Deus diz: Sereis para mim santos, porque o Santo sou eu, soberano Senhor, e vos separei dos outros povos, para que sejais meus. O homem ou a mulher nos quais se encontrar espírito pitônico (isto é, médium) ou espírito de adivinhação, receba a pena de morte... ( Lev 20, 26).

Mais tarde, esta proibição divina foi confirmada pelo Senhor: Nem se encontre entre vós quem interrogue os aríolos e observe os sonhos, e os agouros, nem seja maléfico nem encantador, nem consulte os pitões, nem adivinhos, e inquiram verdade dos mortos. Pois todas estas coisas abominam o Senhor (Dt 18, 10-12).

Ora, interrogar médiuns, observar sonhos e inquirir a verdade dos mortos, são práticas ordinárias do espiritismo. Portanto, os espíritas são transgressores deste tão claro preceito divino.

O espiritismo é anticristão, porquanto nega a divindade do Cristo, a quem torna indigno a ponto de chamá-lo de médium. Crer em Jesus Cristo é crer em todas as verdades por Ele reveladas. Pois bem, os espíritas não acreditam em nenhuma destas verdades, não querem nem dogmas, nem mistérios, nem céu nem inferno.

O espiritismo é anticatólico, porque repudia os sacramentos, o purgatório, o culto da Virgem e dos Santos, os mistérios da Santíssima Trindade e da encarnação, a autoridade de São Pedro, todo o culto católico.

O espiritismo é anticlerical: visa, sobretudo, uma campanha contra a Igreja e seus sacerdotes.

É antimoral, pois, nega o livre arbítrio, uma fonte de responsabilidade.

Por fim, que é que fica desta armação de negações? O espiritismo é, antes de tudo, a negação de tudo, é o vácuo. É o nada, é o vácuo...

Nossa inteligência não vive só de imaginações, de suposições; ela procura, antes de tudo, (isto é seu elemento próprio), a certeza, a convicção. Não encontrando, ela se perturba, agita-se e cai numa espécie de desespero que paralisa, e, pouco a pouco, extingue-se, por via de inanição, de anemia, pois lhe falta o alimento próprio de que vive e lhe fortalece: a certeza ou a verdade.

Ora, a negação não se sustenta; precisamos de qualquer coisa de positivo, de qualquer coisa que exista, seja na ordem material, espiritual, intelectual, ou moral.

Quem já viu uma pura negação, se perguntam o que é o homem, respondo pela parte negativa, dizendo que não é vegetal, nem mineral, nem puro animal!

Sim, mas que é então? Queremos uma resposta positiva, que não diz simplesmente o que não é, mas ainda o que é?


O Homem no conceito Espírita


Para bem compreender o jogo espírita e explicar os numerosos fenômenos charlatanescos de seus adeptos, é de toda necessidade saber o que eles pensam do homem. Que é o homem no conceito espírita?

A resposta é do pai da seita Alan Kardec: “O homem é formado de três partes essenciais; corpo material e sensível, análogo aos dos outros animais e animado pelo princípio vital; a alma, espírito encarnado, cuja habitação é o corpo e o perispírito, substância semimaterial que serve de envoltura ao corpo. A alma tem duas envolturas: uma sutil e leve, que é o perispírito, e a outra material e pesada que é o corpo. A morte não é mais que a destruição do corpo não do espírito ”.

A religião nos ensina que o homem é composto de um corpo mortal, e uma alma espiritual imortal, criada por Deus, à sua imagem e semelhança.

E, não querendo aceitar o homem tal qual no-lo legou a revelação divina, a doutrina cristã, a ideia e o bom senso dos séculos, eis um  novo homem que o espiritismo constrói.

O homem para ele é um composto de alma, perispírito e corpo.

A alma é espiritual, não é criada por Deus. É simplesmente um espírito encarnado, um espírito qualquer, daqueles que voam pelo espaço, esperando um corpo para nele se adaptar melhor. Este espírito para o corpo é tal qual uma crisálida para o casulo. Este não faz parte essencial daquela.

Assim, conforme a doutrina espírita, o corpo humano não faz parte essencial do homem: é como algo que vestimos até se rasgar. Rompido este, procura-se outro.

Assim, inutilizado pela morte, o corpo humano rejeita-se esse invólucro, e toma-se outro reencarnado.

Nós não somos apenas matéria, nem simplesmente espírito, somos constituídos de nossa própria essência por essas duas substâncias, essencialmente distintas que pela união, forma uma nova substância que é o homem. Assim como de dois gases distintos, hidrogênio e oxigênio, devidamente combinados, resultam numa nova substância; a água. Assim, o homem, do corpo e da alma. Destruir esta noção é destruir a mesma filosofia, a religião e o bom senso.

Mas o espiritismo nada quer saber de filosofia, nem de religião nem de bom senso, Kardec entendeu melhor que tudo isso. Imaginou o perispírito – do Grego: Peri, em redor – o que se deve traduzir “em redor do espírito”, com que entendia fizesse o espírito adaptar-se ao corpo. E a natureza desse perispírito é semimaterial, sutil e leve.

Mas homem de Deus! Como esse perispírito pode ser semimaterial? Não pode! Uma substância material, é claro, se adaptaria ao corpo material e uma outra espiritual só poderia ajustar-se à espiritual. Então o audacioso criou a substância semimaterial, sutil e leve.

OBS: Como realidades opostas não acontecem simultaneamente; subir e descer, ir para direita e esquerda, matéria e espírito se opõe, não podendo assim existir algo semimaterial.

Em relação a morte o mestre lembrou-se que não nos livramos da morte, tanto os espíritas como os católicos.

E o que é a morte? A destruição do corpo, não do espírito, diz ele.

Nós, católicos, dizemos que é a separação do corpo e da alma.

O mestre Allan não poderia adotar uma fórmula tão clara; aliás, seria uma contradição para seus princípios. Deslocando-se o corpo do espírito, teria sido obrigado a dizer onde iriam pairar corpo e espírito.

O esperto escapa e diz que o corpo se destrói com a morte, e o espírito voa pelo espaço, para onde veio.

Mas, e o perispírito? Onde ficará? Escondido nas asas do espírito ou ajustado ao corpo?

Eis o que é o homem na doutrina espírita. Notai-o bem... É um nada. O corpo destruído, o espírito que não era seu, mas de um outro corpo qualquer, alou-se nada ficou do conjunto que era o homem. Nada. É a destruição. É a ruína.

E dizer que há homens que tomam isso a sério, que acreditam que há nisso ciência, ou religião! A ignorância não pode chegar a esse ponto. Só mesmo a loucura.


A personalidade espírita


Percorrendo as “Obras Póstumas”, encontra-se essa expressiva frase: “Na encarnação o espírito conserva seu perispírito, que é o órgão da transmissão de todas as sensações, e com o perispírito ainda unido ao corpo, a alma retém a sua individualidade”.

Este curioso perispírito continua o “mestre”, é o órgão da transmissão de todas as sensações.

Chama-se sensação, a impressão produzida em um órgão dos sentidos pelos objetos exteriores.

A substância semimaterial que envolve o espírito serve, pois, de fio condutor, estabelecendo relações dos órgãos à alma. Assim, a vista, o olfato, a audição, realizados pelos órgãos do corpo, são transmitidos ao espírito pelo invólucro aderente.

O “mestre” continua dizendo que o espírito, destarte unido ao corpo, retém sua individualidade. Isto quer dizer, claramente, que não há união substancial e pessoal da alma com o corpo, formando a pessoa humana, o nosso “eu” interior.

Ora, isto está em completo desacordo com a verdade. A religião, a ciência e o bom senso, nos ensina que cada um de nós tem a sua personalidade própria, o seu “eu”, e essa personalidade, que faz que “eu” seja mesmo eu, não um outro, que a pessoa A é distinta da pessoa B e C, esta personalidade, dizia, provém da união substancial do corpo e da alma, formando, assim, uma substância nova que é o homem; o homem tendo a sua mesma personalidade.

No espiritismo, nada disso. O espírito do espaço encarna-se, apodera-se do corpo, ajusta-lhe pelo perispírito, sem perder sua individualidade, dominando-o completamente, enquanto perdurar a vida para depois abandoná-lo como abandonamos a casa em ruínas. O corpo, enfim, reduz-se ao aniquilamento do sepulcro.

E o espírito para onde irá? O espírito demandará o espaço afora, borboleteando em redor de outros.

Voará pela metempsicose, migração da alma de um corpo para o outro, no tempo e no espaço a um indefinido número de corpos, sem jamais a nenhum pertencer, pois conserva sua individualidade e continuará pela transmigração, a perpetuar-se, até atingir a eternidade feliz.

Desde a eternidade existe uma quantidade incalculável de espírito, de diversas qualidades, uns puros, outros impuros, uns sérios, outros zombeteiros, uns pacatos, outros algozes, uns calmos, outros coléricos, uns rezadores, outros guerrilheiros.

Se o espírito encarnado for vaidoso, cruel, destruidor, eis um homem vaidoso, destruidor ou cruel; queira ou não queira, tem que seguir a individualidade da alma, sendo o corpo uma simples máquina por ela acionada.

Portanto, o animal-homem (corpo) procede como uma máquina movida pelo espírito encarnado. É a negação do livre-arbítrio, da responsabilidade moral, a destruição do fundamento de todas as leis sociais e morais e de toda doutrina católica, para dar lugar a um fatalismo absoluto.

Compreende-se, pois, o que significa tal doutrina, mais do que diabólica. Pois se o demônio nega, procura, pelo menos, construir um edifício no meio de suas ruínas. O espiritismo derruba, aniquila, pulveriza até chegar ao nada.

A personalidade espírita é a alma, só a alma... sendo o corpo apenas uma máquina pesada. E há homens que se prezam de dignidade que subscrevem tais delírios. E a outros que chegam ao ponto de proclamar que o espiritismo é científico e moralizador.


O deus dos espíritas


Os espíritas falam sem cessar, no nome de Deus, nos atributos de Deus, mas em prática negam a Deus, seus atributos e a própria essência divina. Os pagãos também falam de seu deus: seja Baal, Baco, Júpter, Brama ou outro qualquer.

Quando o espiritismo teima em mostrar crente em Deus, ora descamba para o panteísmo ora para o politeísmo.

Havendo Kardec perguntado um dia, ao seu espírito familiar, que mentirosamente dizia ser a verdade, se “é Deus um ser distinto, ou resultante de todas as outras fôrças e inteligências reunidos no universo”, teve a resposta: “Deus existe; não podeis duvidar; isso é essencial: crede-me, não vades mais além; não queira meter-vos num labirinto donde não podeis sair”. (Citação do Livro dos Espíritos).

Ora, afirmar simplesmente a existência de Deus, sem ir mais além, indagando a essência e perfeições infinitas, é abrir estradas para o panteísmo.

Kardec ensina que os espíritos são eternos e que, embora imperfeitos na sua origem, são aptos para atingirem a perfeição, e quando o espírito humano não estiver mais obscurecido pela matéria e se tiver aproximado de Deus, poderá vê-lo e compreendê-lo.

Portanto, o espírito do homem pode chegar a ser onisciente; sendo eterno e onisciente é Deus.

Os espíritos perfeitos serão outros tantos deuses. Neste caso, o espiritismo pode ter um número incalculável de deuses: o deus Caim, o deus Judas...talvez até mesmo um deus Trótski, Lênin, Hitler.

Esta, pois, bem claro: O espiritismo não admite o fato da criação dos seres, por  Deus tirados do nada.

Ora isto é positivamente absurdo. É negar a criação do homem à imagem e semelhança de Deus, no tempo, e não desde a eternidade. É negar a unidade da espécie humana. É negar a distinção real entre os seres criados e o Supremo Criador. É, afinal, esbarrar no absurdo panteísmo. Consequência lógica irrefragável.


Conclusão


Os espíritas ensinam que, “se o homem não atingir sua perfeição numa só existência, para vir a ser eternamente feliz, terá de reencarnar uma ou mais vezes”.

Sigamos agora por um instante o desenrolar destes princípios, examinando à luz do bom senso e da ciência sadia.

As almas existem desde a eternidade, não sendo criadas por Deus, pois Nosso Senhor vem após, sendo Ele um espírito aperfeiçoado. Ora, a existência precede o aperfeiçoamento; logo, os espíritos existiam antes de Deus. E donde vem eles? Saberão dizê-lo?

Mas tais espíritos não são completamente “espirituais”. Lembremo-nos do perispírito de invólucro semimaterial... que, nos espaços, procura descobrir a formação de qualquer corpo afim de se apoderar dele ... Penetram  em tudo e em toda parte.

Não se pode viver em sossego, cercados de espíritos maus, zombeteiros, tagarelas, blasfemadores, etc. O mundo está cheio, e nós, pobre humanidade, pensamos viver sozinhos! Que horror! Que vida! Que suplício!! Essa descoberta chama-se “ciência” espírita.


Padre Júlio Maria - O Anjo das Trevas.

7 comentários:

  1. Sou católica apostólica romana e, mesmo assim, encontrei muita coisa errada no texto. Já pesquisei sobre o Protestantismo, o Espiritismo, o Hinduísmo e Budismo, e não me afastei da minha crença. Mas não gosto de injustiça e de falsas informações sobre a crença alheia. A Bíblia não afirma em lugar algum que a religião "A", "B" ou "C" é a correta, Jesus pregava uma religião unificada de amor a Deus e próximo.

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  2. Acho interessante a necessidade de aprovação para publicar comentários. Bem, mas o blog não é meu.

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    1. Prezada Audilene

      Atrasei sua postagem por motivos de tempo, vejo que nessa onda de relativismo, a senhora foi mais uma vítima que acredita que Deus é contraditório, pois, segundo os relativistas todas as religiões levam a Deus.

      Isso é um "desatino", pois, se Deus é perfeito não pode se revelar de forma contraditória, se Ele é perfeito, só uma religião é correta, a não ser que a senhora acredite em um Deus louco que revele uma coisa a Maomé, outra a Buda, outra a Krisna,outra a Kardec e assim ao infinito.

      Prezada, Deus se fez homem na pessoa de Cristo, e este, por sua vez fundou a Igreja Católica Romana, fora da qual não há salvação.

      Todas as outras religiões são invenções humanas que contrariam o que Nosso Senhor ensinou, é loucura achar que todas estão simultaneamente certas. Sendo a as outras religiões falsas, só podem virem de Satanás, o Pai da mentira.Sugiro que a senhora estude mais um pouco nos links que te envio para ajudar-lhe a entender que não existe várias verdades opostas sobre uma coisa, nesse caso, Deus. Cuidado com o relativismo, ele pode levar a loucura, pois viola um dos princípios que norteia a inteligência: o Princípio da Não Contradição.

      Espero ter ajudado

      Durval Cardoso

      http://romadesempre.blogspot.com.br/2012/07/fundamentando-religiao.html

      http://romadesempre.blogspot.com.br/2012/08/catequese-sobre-igreja.html

      http://romadesempre.blogspot.com.br/2014/07/jesus-cristo-em-sua-obra.html

      http://romadesempre.blogspot.com.br/2012/12/jesus-cristo-como-nosso-senhor.html

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    2. Fora da igreja não há salvação? será? foi por isso que muitos foram queimados na fogueira. "fora da CARIDADE não há salvação" eis o credo espírita por excelência... paz e luz!

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    3. Prezada Audilene!!

      A senhora não é católica?? Pelo menos foi o que disse no seu primeiro comentário. Ah, entendi, de lá para cá mudou para o credo espírita. Ou será daquelas que é os dois ao mesmo tempo como se pudesse servir a dois senhores?

      Bom, palavra Caridade significa Amor, ou seja, Deus é Amor = Caridade, portanto, O Amor se fez homem (Jesus Cristo) e fundou Sua Igreja Católica Apostólica Romana, a qual o Apóstolo declara ser: "O corpo místico de Cristo". Assim sendo, nos ligamos a Cristo, que é Deus (Amor) encarnado, através dos sacramentos por Ele instituídos e administrado pela Sua Igreja, por isso fora dela não há salvação.

      A propósito, muitos não apenas no passado foram queimados na fogueira, muitos ainda são queimados na fogueira hoje e ainda será no futuro, pois o inferno é eterno e para lá irão quem estiver fora da Verdadeira e única fé.

      Durval Cardoso

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  3. Amigo, sou católico. Com todo respeito. Jesus não fundou a igreja católica. Conheço seu argumento ("Bem aventurado és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi a carne, e o sangue que te revelaram isso, mas meu Pai que está nos céus. Por isso Eu te digo que tu és Pedro, e sobre essa pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão sobre ela". (Mt XVI, 17-18)... A religião de Deus é seguir seus mandamentos. Deus é tão imensurável que seria sinônimo de limitação se disséssemos que Deus é católico, ou evangélico. E outra falar que fora da igreja católica não há salvação... Amigão, se não fosse pela misericórdia de Deus, ninguém, inclua-se papa, o bispo, o santo expedito, o pastor, o obreiro, ou seja, qualquer ser humano não iria para o reino de Deus. Sou pecador e reconheço todos os dias, as vezes não me sinto nem digno de pensar em Deus, mas creio no Deus misericordioso e salvador.

    O FARISEU E O PUBLICANO
    (Lc 18, 9-14)
    "9 Contou ainda esta parábola para alguns que, convencidos de serem justos, desprezavam os outros: 10 'Dois homens subiram ao Templo para orar; um era fariseu e o outro publicano. 11 O fariseu, de pé, orava interiormente deste modo: 'Ó Deus, eu te dou graças porque não sou como o resto dos homens, ladrões, injustos, adúlteros, nem como este publicano; 12 jejuo duas vezes por semana, pago o dízimo de todos os meus rendimentos'. 13 O publicano, mantendo-se à distância, não ousava sequer levantar os olhos para o céu, mas batia no peito dizendo: 'Meu Deus, tem piedade de mim, pecador!' 14 Eu vos digo que este último desceu para casa justificado, o outro não. Pois todo o que se exalta será humilhado, e quem se humilha será exaltado"

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    1. Prezado, o senhor se diz católico mas claro que não é. Chegou ao ponto de mostrar a passagem bíblica que mostra Jesus fundando Sua Igreja sobre liderança de Pedro (que hoje tem Francisco como sucessor) e nega a passagem que o senhor mesmo colocou. Negou também um fato que comprovamos em qualquer livro de história da Igreja, quanta insensatez!!

      O senhor não acredita, não porque não conheça as provas, e sim, porque sua cabecinha não aceita. Acho interessante seu raciocínio absurdo para não aceitar a verdade o senhor diz: " Deus é tão imensurável que seria sinônimo de limitação se disséssemos que Deus é católico, ou evangélico." Baseado nessa sua lógica o senhor não deve crer nas Sagradas Escrituras, pois é a Palavra de Deus.Como um Deus imensurável limitou sua revelação nelas? Continuando com sua lógica, o senhor não acredita que Jesus é Deus que se fez homem, pois, como um Deus imensurável pode se limitar em apenas um homem?

      Senhor anônimo, ser católico é saber o que a Igreja ensina e professar a fé depois de compreendê-la. "Fora da Igreja não há salvação" é um ensinamento de fé e quem não acredita é uma incoerência se dizer católico.O senhor se diz católico, mas já não o é, lamento, espero que se converta um dia e estude o catecismo romano, e a doutrina tradicional da Igreja para fortalecer sua fé.

      Durval Cardoso.

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