domingo, 1 de junho de 2014

Jesus Cristo na História


Jesus Curando o cego


Estava predita a Pessoa do Messias.

E Este se apresenta ao mundo. “Lux venit i mundum”

Surge Jesus Cristo em pleno quadro da História.

Nascido no tempo de Augusto, morto no de Tibério, viveu Jesus Cristo na mesma época histórica que Fílon, o judeu, que Tito Lívio, que Sêneca, que Virgílio.

N o ano décimo quinto de Tibério César, governando Pôncio Pilatos a Judeia, sendo Herodes tetrarca da Galileia... ao tempo dos sumos sacerdotes Anás e Caifás...” faz Jesus Cristo sua primeira aparição pública.



A figura de Jesus é viva, tangível, realíssima. Tão real e tão viva que um recente apóstata da Fé (A. Loyse, Le Quatrième Evangile) não teve outra escolha senão escrever: “ Jesus vivo trata com os vivos; o mundo que vê agitar-se em redor é um mundo real; as figuras que aí se desenham têm relevo da existência e dos caracteres individuais; a vida invade tudo e, com a vida, a verdade da representação histórica”.

E com que febril atividade, com que ardor empreendeu-se o estudo crítico-histórico dos Evangelhos! Como foram esmiuçados e analisados com todo rigor e escrúpulo – que são próprios da Ciência - , por meio de todos esses métodos usados na elucidação da autenticidade histórica de um documento!

E esses estudos procedidos por racionalistas com a finalidade de apaziguar suas cargas afetivas obrigou um grande expoente do racionalismo alemão a indagar, diante dos resultados: “ Trabalhamos cinquenta anos febrilmente para extrair pedras da cantaria que sirvam da pedestal à Igreja Católica?”

Pelo método das citações descobriram-se citações do Evangelho em escritos autênticos anteriores a 150, anteriores ao ano 100 da nossa era... citações  ipsis litteris dos quatro Livros Sagrados. Fragmento do manuscrito chamado Muratoriano, estudado por  Wieseler e Herz, entre outros, é dado como certeza que já em 142, sob Pio I, existia o catálogo dos livrros canônicos, dentre os quais figuravam os Evangelhos.

E o manuscrito Códice Sinalítico não é mais que cópia do texto grego dos Evangelhos usado pela Igreja antes de findar o século I.

Pelo método das traduções...

Naturalmente, operário que me escuta, se alguém traduz um livro, tal livro traduzido é anterior à tradução.

Possuímos traduções. A Vetus Italica, que é a versão latina dos Evangelhos eschito, que constitui a sua versão síria, foram elaboradas anteriormente a 150, a primeira, e a segunda em fins do século I.

Pelo método polêmico, teremos, que já no século II redigiam-se libelos contra os hereges, nos quais se os arguia recorrendo aos Evangelhos, o que já nessa época, eles, os hereges, admitiam a autenticidade dos Evangelhos.

O próprio Renan viu-se compelido a confessar: “Em suma, admito como autênticos os quatro Evangelhos canônicos (Vie de Jésus)”.

Aliás, toda a crítica racionalista de valor, com Harmack à frente, não pôde conceder menos, confundida pela Ciência: “ O caráter absolutamente único dos Evangelhos é hoje em dia universalmente reconhecido pela crítica”.

Tão certo é em Ciência o valor histórico dos Evangelhos, que Streeter, o grande crítico inglês, afirma, em seus estudos de literatura clássica, que aqueles Livros são os que, falando de modo crítico, detêm a mais privilegiada posição que existe.

E o mais seguros dos críticos de texto do século XIX, Hort, resume suas investigações de vinte e cinco anos e as de seu colega Westcott, com estas frases textuais: “ As sete oitavas partes do conteúdo verbal do Novo Testamento não admitem dúvida alguma. A última parte consiste, preliminarmente, em modificações na ordem das palavras ou em variantes sem significação. De fato, as variantes que atingem a substância do texto são tão poucas, que podem ser avaliadas em menos da milésima parte do texto.”

Admira, senhores que por meio de tantos copistas e em tão variadas línguas as variantes entre códices e versões do mundo todo não atinjam mais do que a milésima parte.

Quem poderia exigir tanta precisão e exatidão histórica mas fontes para estudo de Jesus Cristo?

São elas da época dos papiros quando, então, os amanuenses que as redigiam enviavam os Evangelhos para a Síria, para a Grécia, para a Palestina, para a África... Fácil é avaliar o valor dessa prova reflexionando como homens de hoje que dispõem de máquinas de imprimir que produzem um sem-número de cópias exatamente iguais.

Redigidos por testemunhas oculares, como Mateus e João, como Marcos, amanuense de Pedro, como Lucas, o fidelíssimo investigador e crítico relator do que narra. Selados com o testemunho dos tormentos e do martírio sofridos por seus autores, os Evangelhos – segundo o estudo mais crítico científico feito, ao longo dos anos de investigação, por homens alheios ao seu ideal religioso – são as fontes críticas irrecusáveis que nos colocam, com absoluta segurança científica, e em contato com a Pessoa e a obra de Jesus Cristo.

Jesus Cristo manifestou-se com insuperável claridade, dizendo categoricamente quem é...

Anunciava-se a vinda do Legado Divino, do Filho de Deus.

O fato central histórico na vida de Jesus Cristo é a sua afirmação categórica, repetida privativamente, em público e diante do tribunal, de que era Ele o Filho de Deus.

E em público que magnífica confissão a sua! “ O Pai e eu somos um.” E compreenderam-no tão bem os que o ouviam em público que, por isso, quiseram apedrejá-lo!

Aqui quiseram apedrejá-lo, mas após o discurso que pronunciou diante dos escribas e fariseus, ao acabar de curar o paralítico na piscina probática, quiseram matá-lo porque “dizia que seu Pai era Deus, fazendo-se igual a Deus”(Jô 5,18).

Diante do tribunal, no momento mais solene de sua vida, o Sumo Sacerdote conjura-o, em nome de Deus vivo, a dizer, de uma vez por todas e claramente (já tinha dito várias vezes): “Tu és o Cristo, Filho de Deus bendito?”

“Ego sum”. “Eu o sou”. (Mc 14,61-62). E por haver dito e reiterado categoricamente sua filiação divina, precisamente por essa razão, condenaram-no a morte. “ Nós temos uma lei e, segundo ela, deves morrer porque te fizestes Filho de Deus”. (Jo 19,7)

 

***

Não é próprio do homem razoável crer sem provas.

Pedi provas, e provas positivas, das que não possais racionalmente duvidar, das que não possam ser falsificadas.

Quando, porém, oferecem-vos essas provas com todo rigor crítico possível, não procedeis racionalmente se as recusais por apriorismos passionais.

Provas sensíveis, tangíveis, não provas de difícil compreensão para este ou aquele privilegiado entendimento.

Provas manifestas e absolutamente fora do curso natural e ordinário.

Provas em que a desproporção real entre a causa e o efeito salta à vista.

Provas que, pela maneira plena de dignidade com que são realizadas, excluem o charlatanismo e tudo quanto tenda a favorecer o orgulho, o exibicionismo e os bastardos interesses do lucro.

Provas relacionadas com algo de transcendência vital, de verdadeiro interesse, não ligeirezas e pueridades nigromânticas e de manifesta vacuidade.

Magnífico em suas provas é Jesus Cristo. Provas da historicidade crítica mais absoluta. Provas totalmente positivas, sensíveis, tangíveis, de manifesta superação do poder das causas naturais, absolutamente fora do comum e do geral, plenas de dignidade e da transcendência mais vital.

Provas de tal maneira distribuídas nos Evangelhos que, em crítica científica, é absolutamente impossível qualquer interpolação; porque os antecedentes e consequentes de tais provas – a razão pela qual se fazem os milagres e a doutrina que, na oportunidade, Jesus Cristo explicou – estão todos no Evangelho.

Todo o Evangelho. E, senhores, o Evangelho todo, em plena crítica, sob o critério científico mais rigoroso, é um documento histórico de tamanho valor que, segundo a confissão até mesmo dos não católicos, mas especialistas na matéria, não existe outro livro, na literatura antiga, que possua já não digo iguais, mas nem mesmo longínquas provas a favor de sua historicidade.

 

***

Certa vez Jesus Cristo ergueu os olhos e viu uma multidão ao seu encontro e, compadecido desses homens, pois estavam como ovelha sem pastor, acolheu-os e principiou a doutriná-los. Eram muitos, mais de 5 mil, sem contar a multidão de mulheres e crianças.

No avançar das horas, aproximaram-se os discípulos dizendo: “Estamos num deserto e faz-se tarde; deixa ir essa gente, para que, demandando as aldeias, compre o que comer”.

Mas Jesus disse-lhes: “Não têm necessidade de ir. Dai-lhes de comer”.

Mas André avisou que só tinha um homem com cinco pães e dois peixes e não dava para tanta gente.

Tomou, Jesus os cinco pães e os dois peixes, benzeu-os e mandou que seus discípulos os distribuíssem...

Ah! Pseudocientista, que com ironia e desdém exclamas para desvirtuar os fatos: “Invenção! Invenção!”

Pseudocientífico! O lamentável não é te perderes, mas que te percas por vontade; o lamentável é que, voluntariamente, não queiras refletir; o lamentável é que não só se perdes como arrastas outros infelizes em tua perdição.

Acreditam-se nas ridicularias e no noticiário dos jornais e quando Jesus Cristo exibe o seu selo... invenção!

 

***

O certo em ciência, o indiscutível é isto: onde há putrefação não existe vida. Célula putrefata, célula morta. O putrefato não vive.

Lázaro, da Betânia, encontra-se gravemente enfermo. Suas irmãs mandam contar a Jesus Cristo. Esse, porém, atrasa-se em atender ao chamado e chega ao lar do amigo quatro dias após seu sepultamento (Jo 11, 1-54).

Dizem a Jesus: “Se houvesse estado aqui, Lázaro, nosso irmão, não morreria”, o que equivale a dizer-lhe: Por que o deixaste morrer?

Deixou-o morrer, senhores, para bem selar a prova de sua divindade.

Disse Jesus: “Retirai a pedra!”

Marta, irmã do defunto, diz-lhe: “Senhor, ele já cheira mal, morreu há quatro dias”.

Ergueu Jesus os olhos para o alto e exclamou: “Pai... Para que todos creiam que tu me enviaste”.

E com aquele mesmo poder com que criou os astros que em vertiginosa carreira giram pelos espaços com seus milhões de quilômetros cúbicos de massa, clama com voz forte: “Lázaro, vem para fora!”

Eis Lázaro vivo, não em lugar que se ignora, não diante de um grupo de iniciados por Jesus Cristo, mas em Betânia, à frente dos judeus que se encontravam em casa de Maria e Marta, inimigos mortais de Jesus Cristo em sua maioria.

Lázaro vive!

Senhores! É de perder o juízo!

Parece que crer o cadáver ressuscitado seria suficiente para que todos, arrojados à terra, adorassem Jesus Cristo, beijassem a fímbria de seu manto e exclamassem: “Creio!”

Tal não aconteceu.

Que influência da passionalidade! E, por causa dela, como odeiam a Jesus Cristo com encarniçada raiva! O que Jesus Cristo dá de melhor, convertem-no no pior.

Os judeus não negam o fato – é por demais palpável -, mas, fervendo de ódio diante do prodígio, acodem pressurosos aos Príncipes dos Sacerdotes, instando em fazer com que Jesus Cristo desapareça o quanto antes. “Que faremos? Esse homem faz muitos milagres. Se o deixarmos continuar, todos acabarão crendo nele.”

Quão tremenda, senhores, é a cegueira passional! Como o ódio altera a inteligência!

Desse fato nasceu precisamente o influxo tremendo que determina a morte de Nosso Senhor.

Desse fato de amor nasceu o ódio e dessa fonte de vida surgiu o “Temos que levá-lo à morte!”

Tal como hoje! É preciso varrê-lo da sociedade tal como hoje!

É o poder das cargas passionais!...

 

***

A história se repete, senhores, no fluir dos séculos.

O influxo da paixão sobre a inteligência está, de modo insuperável, descrito na cena do cego de nascença. É a primeira mais bela que se escreveu sobre a paixão e a lógica (Jo 9).

Jesus Cristo, saiu do templo que acabara de se proclamar a Luz do mundo, quis demonstrar, com fatos, que Ele dava luz ao mundo (cego de nascença pelas paixões e pela concupiscência) como dava luz aos olhos de ceguinho que esperava esmola.

Fez Jesus Cristo com o pó do chão e saliva um pouco de barro, com o qual untou os olhos de cego. ““Vê”, disse-lhe Jesus, e banha-te na piscina de Siloé”.

O cego não vê, mas crê; o cego caminha até a piscina e recobra a vida dos olhos, que é a luz.

As pessoas observaram que um homem enxerga e dizem a si mesmas: “Mas não é este o ceguinho que estava esmolando no templo?” E indagam: “Ouça, não é você quem pedia esmola à porta do templo?”

Ele respondeu afirmativamente...

E o ceguinho, entusiasmado, acreditando dar uma grande notícia aos escribas e fariseus, lhes disse: “Jesus acaba de dar-me a visão”.

“ Como curou-o hoje? Mas hoje é sábado!” – o sábado é de festa entre os judeus -; “aos sábados não se pode trabalhar. Como o curou hoje, sábado?”

Procuraram os escribas e fariseus várias vezes o recém-curado sempre indagando como se deu a cura.

Farto de tantas indagações, perguntou-lhes o ex-cego: “Por acaso também quereis fazer-vos discípulos d’Ele?”

Aquelas palavras fizeram explodir os ânimos: “Discípulos desse que nem sequer sabemos de onde vem? Somos discípulos de Moisés! Nasceste mergulhado no pecado e pretende ensinar-nos?”

E o arrojaram fora do templo.

Jesus Cristo, ao saber da expulsão, procurou-o e indagou: “Crês no Filho do Deus?”

O ceguinho reconheceu Jesus Cristo. E os escribas e os fariseus fugiram voluntariamente da luz, cegando-se, obstinados pelo ódio.

Aí está retratada a psicologia da incredulidade...

Senhores, desejais crítica? Quereis ciência? Pois em plena ciência e crítica histórica, deveis admitir a historicidade dos Evangelhos.

To do crítico especialista nessa matéria admite as obras de Heródoto e de Tucídides. Pois bem, senhores, quem mencionou Heródoto pela primeira vez, e cem anos após sua morte, foi Aristóteles. E o primeiro a reconhecer como autênticas as obras de Tucídides foi Cícero, trezentos anos depois de seu desaparecimento.

Senhores, é de grande proveito observar que aqueles que, nos Evangelhos, fogem da luz são os mesmos que admitem, sem a menor hesitação, a vida e a doutrina de Buda, é reconhecido, de olhos fechados, por todos os críticos, como do século I antes de Cristo, isto é, redigido pelo menos três séculos após a morte de Buda.

A questão, senhores, não é de ciência, mas de fobia.

Disse-o expressamente Strauss: “ Não querem admitir os Evangelhos não porque haja razões para isto, mas para não admitir as consequências morais dos mesmos”.

Confessa terminantemente Zeller: “Ainda que tivessem a prova máxima de Jesus Cristo, corroborada por argumentos de maior força e mais valor, jamais acreditariam nele”.

Mas “amaram os homens mais as trevas do que a luz”...

 

Jesus Cristo é Deus? – José Antonio de Laburu, SJ

2 comentários:

  1. Alguém já ouviu falar de uma Iemanjá histórica? Não? Claro, não faz o menor sentido. Então por que o Jesus histórico faz? O que já foi feito para dar sentido a essa crença é de dar medo.

    “A verdade histórica é a mais ideológica de todas as verdades científicas [...]Os termos de subjetivo e de objetivo já não significam nada de preciso desde o triunfo da consciência aberta [...]. A verdade histórica não é uma verdade subjetiva, mas sim uma verdade ideológica, ligada a um conhecimento partidário”. (ARON cit. por Marrou, s/ data, p. 269)

    Se a fé nunca dependeu da história, porque fazem tanta questão desta última? Por que insistem em preservar essa bruma que envolve os primeiros séculos do cristianismo? Não devia ser assim. No entanto, quando fazemos uma aproximação dos fatos com fatos e não com ideias, é possível outra conclusão.

    http://cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/paguei-pra-ver

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Prezada,

      Que confusão é esta em sua cabeça ? Parece a confusão típica da modernidade que por sinal, praga o subjetivismo e quer, contraditoriamente que acreditemos.

      Jesus Cristo é Deus que se fez homem, portanto, viveu neste planeta como a senhora, se a senhora tem uma história de vida, Ele também tem. A Igreja Católica foi constituída por Cristo para ser Seu sinal visível na Terra (A Igreja é o corpo místico de Cristo) isso é relatado nas Escrituras e confirmado pela história. Quando Jesus escolhe Pedro para ser o primeiro chefe visível de seu Corpo Místico, prometeu a Ele que a Igreja jamais pereceria, por isso a Igreja existe até hoje, pois Deus, na figura de Cristo seu Filho assim garantiu “Contra Ela (a Igreja) as portas do inferno não prevalecerão” Mat (16:18), então a história me mostra que Pedro foi o primeiro Papa e que Deus cumpre sua promessa em guardar a Igreja e, deixa claro a verdade dos Evangelhos.

      Colocar Iemanjá, um ser que nunca existiu, ao lado de Nosso Senhor é típico do relativismo moderno. Algo que nunca existiu não pode ter história.

      Prezada, a ideologia consiste em manipular ou distorcer a verdade e/ou a finalidade das coisas, portanto todas são falsas, não existe verdade subjetiva. Assim sendo, essa sua expressão “verdade ideológica” é tão real quanto uma nota de R$ 13,78, só o distorcido homem moderno, com sua consciência aberta às fantasias e fechada à verdade não pode perceber: a consciência só pode está aberta para a verdade, se abrir para fantasias tudo entra por ela e a vida vira um show de contradições.

      A senhora, por exemplo, diz que subjetivo e objetivo não interessa, fico imaginado que caos não deve ser uma inteligência assim. Se não existe nada objetivo, para que serve os argumentos? para que serve as perguntas se não importa a objetividade das respostas ? Se a inteligência é a capacidade de conhecer e o objetivo e subjetivo não importa, o quê alimentará a inteligência? Se objetivo e subjetivo não faz sentido, que sentido faz sermos racionais?
      Prezada a senhora é o retrato do ódio à verdade, característica visível no homem moderno, e odiar a verdade é odiar a Deus Verdade Primeira da qual deriva as outras, “Eu sou A Verdade” disse Jesus. A fé não depende da história, porém ,a história confirma a instituição bimilenar que é a Igreja fundada por Cristo-Deus, fora da qual é impossível salvar-se, e, dessa forma fortalece a fé dos que creem e amam a verdade contra os relativistas e incrédulos.

      Sem mais,

      Durval Cardoso.

      Excluir