quarta-feira, 18 de julho de 2018

Os Minions são Illuminati?


Eu comprei um pequeno livro para crianças dos minions chamados; "Minions Who's the Boss". Na terceira página há uma imagem de um olho que tudo vê em um triângulo. Isso traz à tona a ideia de que talvez eles estejam preparando nossos filhos para se juntarem à Nova Ordem Mundial Illuminati.




OBS: Conceito de Minions - um seguidor ou subalterno de uma pessoa poderosa, especialmente uma pessoa servil ou sem importância.

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Como você pode ver na linha da história abaixo, a Illumination Entertainment produziu este filme junto com a Universal Pictures.


"A história Minions da Universal Pictures e da Illumination Entertainment começa no início dos tempos. Começando como organismos amarelos unicelulares, Minions evolui através dos tempos, perpetuamente servindo ao mais desprezível dos mestres. Continuamente mal sucedidos em manter esses mestres - de T. rex a Napoleão - os Minions encontram-se sem alguém para servir e caem em uma profunda depressão. Mas um Minion chamado Kevin tem um plano, e ele - ao lado do adolescente rebelde Stuart e do adorável Bob - se aventuram no mundo para encontrar um novo chefe malvado para seus irmãos seguirem. O trio embarca em uma emocionante jornada que finalmente os leva ao seu próximo mestre em potencial, Scarlet Overkill (a vencedora do Oscar Sandra Bullock), a primeira super vilan do mundo de todos os tempos. Eles viajam da frígida Antártida para a cidade de Nova York na década de 1960, terminando na moderna Lond res, onde devem enfrentar seu maior desafio: salvar toda a Reino Minion… da aniquilação.

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Este livro para crianças mostra fotos mostrando a evolução. Primeiro um dinossauro T.Rex, depois um homem das cavernas, depois uma pirâmide de cabeça para baixo, depois Drácula, depois um pirata e Napoleão, para muitos minions sem um líder maligno.
Os livros dizem; "Os Minions vagaram pela Terra por milhões de anos procurando o vilão perfeito para ser seu mestre".

segunda-feira, 16 de julho de 2018

HOMILIA DO R.P. SANTIAGO MARTIN F.M. NA OCASIÃO DA FESTA DE SÃO BENTO ABADE


em 11 de jul 2018

Nota do tradutor: esta homilia do Pe. Martín será introduzida por este pequeno extrato de uma recente entrevista do Card. Sara, Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, que não só convergem como se completam. Podemos vê-las como emitidas por dois sentinelas, cada um em postos distintos. Valerá estar atentos aos alertas, uma vez que aos católicos não se nos pede, em todo o período da história, nem otimismo nem pessimismo, mas esperança[1].

Introdução[2]

Repórter: Você se sente preocupado com om mundo ocidental. Com o que você está preocupado?

Cardeal Sara: Você sabe, a maior preocupação é que a Europa não tem mais ou perdeu o sentido de suas origens. Ela perdeu suas raízes. E, sendo assim, uma árvore que não tem raízes, morre. Eu tenho medo que o Ocidente morra. Existem muitos sinais. A baixa natalidade... Você será invadido por outras culturas, outros povos, que irão gradualmente dominá-los pelo número e mudar totalmente sua cultura, suas convicções, seus valores. há também, veja você, essa preocupação como se só existisse a técnica, onde só o dinheiro conta. Não há outro valor...

*

Hoje celebramos a festa litúrgica de S. Bento [Abade], co-patrono da Europa.

São Bento marcou uma época, como sempre fazem os santos. Os santos salvam sua época fazendo justamente o contrário do que fazem os demais. É como quando um barco está apontando a bombordo ou estibordo, os tripulantes – me refiro, obviamente a um barco a vela – os tripulantes do barco têm de colocar-se do lado oposto, porque senão o barco alaga e se afundam na direção em que faz a curva. Assim, fazem contrapeso. Os santos têm feito sempre igual: têm feito contrapeso. E por isso têm sido incômodos e muitas vezes perseguidos, e poucas vezes entendidos. Geralmente foram elogiados quando já estavam mortos. Talvez, não exista santo mais cômodo que santo morto, porque enquanto vive, incomoda todo mundo. Também, diga-se de passagem, ocorreu com São Bento, que por várias vezes pôs sua vida em risco.

sexta-feira, 13 de julho de 2018

A Igreja e a Pena de Morte

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Roma de Sempre


Por acaso, pode um médico arrancar um membro ou um órgão qualquer de uma pessoa apenas por vontade própria? É lógico que não. Se o fizer, evidentemente responderá penalmente por esse crime cometido. Porém, se um paciente apresenta uma enfermidade grave em um órgão ou membro que coloque em risco outro órgão ou membro saudável, o médico que amputar o membro ou retirar o órgão doente continuará a cometer crime? Evidente que não. Embora o ato de deixar o paciente sem um órgão ou membro, de forma geral seja crime, a doença cria uma situação extraordinária onde o que de forma geral é ilícito, se torne lícito. A doença em um membro ou órgão pode colocar em risco outro membro ou órgão saudável complicando ainda mais o funcionamento do corpo humano do paciente podendo leva-lo à morte.

Pois bem, a sociedade funciona de forma bem parecida com o corpo humano. Cada um de nós damos vida à sociedade em que vivemos. Temos nossas qualidades, aptidões e talentos para colocar a serviço dela, assim como cada membro e órgão do nosso corpo, juntos e funcionando bem, garante nossa saúde.

Nesse grande corpo social, muitas pessoas se degeneram e colocam em risco a paz e a ordem social, assim como colocam em risco até outras vidas humanas inocentes. Alguns crimes, devido a sua gravidade e poder de diluir a sociedade, tornam as pessoas que o cometem um perigo para as que vivem de forma decente e digna como uma doença grave que se apodera de um órgão colocando em risco outro que funciona bem. Assim como nem mesmo um médico, de maneira geral, pode tirar um órgão de quem quer que seja, ninguém também pode tirar a vida de outra pessoa. Não matarás, também de maneira genérica, é um mandamento da Lei de Deus que todos devem obedecer. Porém, como dito, algumas  pessoas, pela vida criminosa, se tornam ameaças e aí entra a função de “médico” do estado.

sábado, 7 de julho de 2018

A insistência da maçonaria no transumanismo





O interesse da Maçonaria pelo transumanismo continua autíssimo: daí, em 22 de junho (2018), três lojas do Grande Oriente da França - A Tradição Maçônica, Os Carpinteiros do Futuro e os Irmãos dos Solstício- organizaram a enésima conferência pública sobre o assunto. «Transumanismo: uma visão ética sobre o homem ampliado», foi o título do evento programado.

Entre os palestrantes estão: Jean-Louis Bischoff, filósofo e diretor do Instituto de Investigação da Fede-Federation Europeia de Centros Educativos, Jean-Baptiste Delmas, médico, e Christophe Beans, chefe do serviço Neuroimaginativo do Centro Nacional de Oftalmologia Quinze-Vingts - localizado em Paris - e Romain Piovan, biólogo, todos obviamente e rigorosamente maçons.

Nomes geralmente desconhecidos do público em geral, com os quais eles estavam realmente em contato mais do que você imagina. Bischoff, por exemplo, para o ensino e pesquisa da universidade juntou atividade significativa na indústria de comunicação e entretenimento com a produção de espetáculos musicais e cinematográficos e importantes contribuições para o desenvolvimento de campanhas de sensibilização do Ministério da Educação Pública, dos Municípios, bem como a entidade que gere o monopólio da loteria em todo o território nacional.

quarta-feira, 4 de julho de 2018

Bergoglio e a "communicatio in sacris" com os protestantes


Tradução de Airton Vieira – Em 15 de novembro de 2015, no templo luterano de Roma, a uma mulher protestante que perguntava se podia comungar na Missa com seu marido católico, respondeu Bergoglio de modo tão ambíguo que dava a entender que sim podia (cf. a página “Settimo cielo”, 25 de maio de 2018).

Depois de dita resposta, a maior parte dos Bispos da Alemanha, em fevereiro de 2018, tomaram a decisão de admitir à comunhão eucarística também os cônjuges protestantes. Alguns prelados (entre os quais o cardeal de Colônia, Rainer Woelki) recorreram a Roma, à Congregação para a Doutrina da Fé. Então, Francisco I convocou em Roma uma cúpula de prelados vaticanos “expertos em ecumenismo” e de representantes alemães, tanto do catolicismo como do protestantismo. Em 3 de maio de 2018, a cúpula terminou, por vontade de Bergoglio, com a ordem dada aos Bispos alemães de “encontrar, em espírito de comunhão eclesial, um resultado, se é possível, unânime”. Mas, como um acordo semelhante não é possível, deu praticamente sinal verde a todas as posições em contraste. Tudo é lícito. Como a questão é muito grave, o cardeal holandês Willem Jacobus Eijk pediu que a aclarasse e, junto a ele, se fez ouvir o arcebispo da Filadelfia, Carles J. Chaput.
Vejamos o que ensinou a Igreja católica, até a revolução teológica do Vaticano II, a respeito das relações dos católicos com os acatólicos. O contato com os acatólicos pode suceder tanto na vida civil (“communicatio in profanis”) como nos atos de culto da vida religiosa (“communicatio in sacris”).

Pelo que diz respeito à comunicação civil com os acatólicos, e com mais razão com os não cristãos, dita comunicação está permitida somente até quando se derivem perigos para a fé. Portanto, está proibida a participação em reuniões, congressos, conferências ou sociedades que tenham a finalidade de reunir em uma só aliança religiosa todos aqueles que se chamam cristãos e, portanto, aos católicos; mais ainda, está proibido incluso promover semelhantes iniciativas (cf. Santo Ofício, 8 de julho de 1927, AAS, XIX, 1927, p. 278). Estão proibidas também as “conferências ecumênicas” (Santo Ofício, 5 de junho de 1948, ASS, XL, 1947, p. 257), caso não se realizem com o comum acordo de que a parte católica e a acatólica, equiparadas, tratem questões relativas à fé e à moral, expondo cada uma sua própria tese como opinião pessoal e subjetiva, não obstante continua proibida toda “communicatio in sacris” (Santo Ofício, 20 de dezembro de 1949, ASS, XLII, 1950, pp. 142-147).

Mas a questão que nos ocupa é a da comunhão em atos de culto, especialmente no máximo deles, ou seja, a comunhão eucarística. Se dá quando os católicos participam nos atos de culto protestante ou permitem aos protestantes participar nos atos de culto da religião católica. A participação ativa dos católicos nos atos de culto acatólicos está absolutamente proibida (CIC, 1917, can. 1258, § 1). Em efeito, se trata de participar em atos cultuais que são heréticos em si mesmos. Portanto, a participação neles está proibida pela Lei natural e divina, e a autoridade eclesiástica (mesmo que fosse o Papa) não pode mudá-la, mas a deve conservar e defender. Quem participa nos atos de culto dos acatólicos (segundo o CIC can. 1258, § 2) é suspeito de heresia.
Pelo que diz respeito a nossa questão, ou seja, à participação ativa dos acatólicos nos atos de culto católico (por exemplo, a comunhão eucarística dos protestantes na Missa católica), está proibida porque pode induzir a erro, fazendo crer que a fé católica não é substancialmente distinta da acatólica (sendo esta protestante ou cismática/ortodoxa), promovendo assim o indiferentismo. O CIC (can. 731, § 2) ensina que, fora do perigo de morte, não é lícito administrar os sacramentos aos acatólicos, mesmo que tivessem boa-fé, se antes não se reconciliarem com a Igreja. Em compensação, em perigo de morte, um herege ou um cismático pode ser absolvido sub conditione, se tem boa-fé e não se tem tempo para convencê-lo de seu erro. Antes, contudo, é necessário fazer com que emita o ato de fé, esperança e caridade. Em troca, no concernente à extrema unção é lícito dá-la sub conditione a um herege ou cismático carente de sentido quando se possa fazer sem escândalo. O católico, em perigo de morte, que não pode conseguir um ministro católico, pode pedir a absolvição e a extrema unção a um cismático, não a um protestante, que não crê nestes dois sacramentos. Nunca é lícito pedir a comunhão eucarística. Para maior completude aportamos as palavras do arcebispo Charles J. Chaput.

terça-feira, 3 de julho de 2018

O Papa muda de rumo a respeito da intercomunhão: os bispos locais devem decidir





Tentei advertir a todos.

Tradução de Airton Vieira – Quando se trata do papa Francisco, não podemos confiar no que diz. Há cada vez mais e mais evidência a respeito.

E, por suposto, não devemos olvidar A Regra Peronista.

Sobre o tema da intercomunhão, é verdade que firmou a rejeição da CDF do folheto dos bispos alemães.

Os católicos que queriam pensar o melhor se alegraram imediatamente. “Ei, vejam! Ele é ortodoxo nisto!”
Mas agora vemos as coisas como são: como uma prestidigitação. Um drible retórico. Outra fraude papal.
O Papa diz que os bispos locais deveriam fazer o chamamento à intercomunhão” diz um titular de Crux.  O Papa retomou o tema da intercomunhão e o desviou para nova direção. Se desejam saber o que fez, deverão prestar muita atenção em como move o copo. Podem ver onde está a bola quando ele começa (que nesta pequena metáfora nossa representa por suposto a autoridade papal e sua aprovação)? Observem de perto – os negritos são meus: