“Esperamos com tranquilidade que se calem todas estas vozes que pretendem que já passou o tempo da Igreja católica, que suas doutrinas pereceram para sempre, que logo ela se verá coagida ou a aceitar as conclusões de uma ciência e de uma civilização que rejeitam Deus, ou a romper totalmente com a sociedade humana.” (S. Pio X - Encíclica Jucunda Sane)
domingo, 5 de março de 2017
Ora pro Nobis!
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017
Sacrilégio no carnaval de 2017
| Fotos da Folha de São Paulo |
“Ora, as obras da carne são estas:
fornicação, impureza, libertinagem, idolatria, superstição, inimizades, brigas,
ciúmes, ódio, ambição, discórdias, partidos, invejas, bebedeiras, orgias e
outras coisas semelhantes. Dessas coisas vos previno, como já vos preveni: os que as praticarem não herdarão o
Reino de Deus!” (Gálatas
5:19-21).
As obras da
carne citadas na carta aos gálatas são as obras que reinam nesta festa infernal
que é o carnaval. O pecado abunda e acontece aos olhos de todos que queiram
ver. As músicas predominantemente, luxuriosas e sensuais, induzem para que todo
tipo de libertinagem ocorra.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017
Laura Raventós, especialista fala sobre marxismo cultural
O marxismo é uma peçonha diabólica, veneno letal, abrasivo e
dissolvente que aniquila as entranhas e os fundamentos da Cidade de Deus. É uma
antecipação do inferno, ressonância satânica do não redimido “não servirei” de Lúcifer, bramido
desesperado que retumba sinistro nos tímpanos da eternidade.
É uma das ideologias mais perniciosas para corromper e
depravar no homem. Ele semeou a barbárie no campo da história com milhões de
mortos e sacrilégios. Tem proporcionado um prejuízo incalculável à cristandade,
minando suas raízes frondosas e arrastando um número incontável de almas ao inferno.
Sopro de gelo que secou as flores da inocência, da pureza e da virtude.
A Rússia espalhou os seus erros por todo o mundo graças ao
demônio ter espalhado o joio do liberalismo nos Estados outrora católicos. Hoje
em dia este vírus, acolhido em democracias liberais, segue impondo sutilmente
suas ideias mefíticas através de que se conhece como marxismo cultural.
Entrevistas a uma especialista no tema Laura Raventós i
Vilarnau, jovem andorrana especialista em Hispanismo e Tradicionalismo
Católico, principalmente enfocado a população anglófona, como Reino Unido e
Estados Unidos.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017
Não trabalhar para Satanás
Um católico não deve trabalhar aos
domingos e feriados santos
O terceiro
mandamento da Lei de Deus nos ordena a santificar os dias de festas. Portanto,
a Igreja estipula que aos domingos e dias de festa de guarda cessem todos os
trabalhos que evitem esta finalidade. Assim, o dia é dedicado à adoração a Deus
e ao descanso. Além de cumprir o preceito dominical, você pode orar, estar com
a família, realizar excursões, ler um bom livro, fazer trabalho de caridade
etc.
Obviamente não são lícitas as diversões que ofendam a Deus como danças e
shows.
O Santo Cura
d'Ars era muito severo em seus sermões sobre o trabalho aos domingos e festas
pecaminosas. Ele afirmava que aqueles que não conseguiram cumprir estes
preceitos foram direto para o inferno. O ensino tradicional do santo varão
ainda está vigente hoje.
O Código de
Direito Canônico estabelece esta obrigação no cânon 1247: Aos domingos e outros dias de festa de preceito, os fiéis têm a
obrigação de participar da Missa; e se absterem das atividades e trabalhos que
impeçam prestar culto a Deus, gozar da alegria própria do dia do Senhor, ou
desfrutar do devido relaxamento da mente e do corpo.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
Yoga e meditações anticristãs muito perigosas

A Yoga não é
um exercício físico nem uma ajuda para meditação, é uma disciplina espiritual muito
perniciosa, contraria totalmente as práticas espirituais cristãs como oração,
adoração, meditação da palavra de Deus...
O que é Yoga?
Este termo “yoga”
significa “união”, porque o principal objetivo da yoga é unir o que é chamado no
hinduísmo de eu (temporal) “JIVA” com o eu (eterno) infinito “BRAHMAN”, que é
como os Hindus chamam seu deus supremo, que não tem nada a ver com o Deus dos
cristãos, porque este “Brahman” para os hindus é uma substância que não tem personalidade
ligado à natureza e ao cosmos ao mesmo
tempo.
A prática
espiritual da Yoga, não pode ser um exercício físico ou meditação, porque isso
não é o seu propósito, e não importa que
uma pessoa não acredite no propósito da yoga, a prática leva a um fim.
O controverso
pastor Dave Hunt em seu livro “A Sedução do Cristianismo”, diz: “O hatha yoga,
está amplamente difundido na Europa e na
América como um método de relaxamento e como exercício extenuante, é um dos
seis sistemas reconhecidos do hinduísmo ortodoxo , e sua origem é religiosa e
mística, e é a forma mais perigosa da yoga”. A yoga tem se expandido
descontroladamente mesmo nas escolas e jardins de infância, porque tem sido
apresentada por psicólogos e médicos como uma ciência, quando na verdade não é.
E vem sido oferecido com títulos como “terapia de relaxamento”, “auto hipnose”,
“visualização criativa”, “centralização”, etc ... Inclusive é raro mesmo um GYM
não ter essas práticas nos seus programas de exercícios.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017
O sexo pré-matrimonial é sempre pecado mortal
Hoje, muitos
casais de noivos vivem juntos antes do casamento sem nenhum remorso de
consciência e sem que nada toque sua consciência. Os próprios familiares os tratam sem dar-lhes a menor indicação de que
eles fazem algo errado contribuindo assim para solidificar o seu comportamento
pecaminoso e ofensivo a Deus ao passar a eles a imagem de que o que eles fazem
é “normal” e não merece reprovação.
Lembrem-se de
que viver juntos antes do casamento é um pecado mortal, e não há exceção:
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017
O que é a Missa?
Natureza da Missa
A Missa é o
sacrifício do Calvário que é renovado de uma forma sem derramamento de sangue
no altar da Nova e Eterna Aliança (Catecismo do Concílio de Trento, Parte II,
os sacramentos, § 3, da Eucaristia).
São Tomás de
Aquino, na Suma Teológica (III, q. 83, a. 1), ensina que “Na Eucaristia, Cristo
Si oferece em Sacrifício, como na Cruz, e não apenas porque a Eucaristia é uma
comemoração do Sacrifício na cruz, mas também porque participamos de seus
frutos aplicando-nos os méritos que Cristo ganhou no Calvário. "
Jesus, como
homem, sofreu e morreu por nós no Calvário e, como Deus, deu a suas ações e
sofrimentos um valor infinito. Além disso, durante a Última Ceia , ordenou que
o Sacrifício do Calvário fosse renovado para todos os homens de todas as idades
através da Missa, que tem valor infinito como o Sacrifício do Calvário
(Catecismo do Concílio de Trento, Parte II, § 3, n. 237. Cit). Na Última Ceia e
no Calvário, Jesus ofereceu apenas a Si mesmo, pois ele ainda não havia fundado
a Igreja, que saiu do seu lado trespassado pela lança apenas após Sua morte
(Concílio de Viena, na França, DS, 901). Por outro lado, na Missa, Jesus
oferece a Si mesmo e a toda Igreja, isto é, o “Christus totus”, como chama Santo
Agostinho, uma vez que, após a Sua morte, Ele é a cabeça principal e invisível da
Igreja, que é o Seu corpo Místico (Pio XII, Encíclica Mystici Corporis Christi,
1943).
O sacrifício
do Calvário é substancialmente diferente não só dos sacrifícios das religiões
pagãs, mas também do Antigo Testamento, que havia sido instituído por Deus como
figuração da morte na cruz de Jesus e da Santa Missa, em que Sua a morte é
renovada de uma forma incruenta, isto é, sem derramamento de sangue. Portanto,
o sacrifício do Novo Testamento é permanente no sentido de que vai durar até o
fim do mundo e não ser substituído, enquanto os sacrifícios do Antigo
Testamento eram transitórios porque tiveram de serem substituídos pelo único
Holocausto de valor infinito e agradável a Deus, o do Verbo Encarnado.
sábado, 21 de janeiro de 2017
O acordo secreto entre o Vaticano e a Sinagoga
Durante o
Concílio Vaticano II, Yves Congar (foto acima), atuando como enviado oficial do
Vaticano, reuniu-se com os judeus na França para perguntar o que eles queriam.
Os judeus responderam que queriam ser consideradas como “irmãos, companheiros
iguais em dignidade.” Lazare Landau escreve , “o Concílio nos concedeu nossos desejos”. Desde então, dois novos
conceitos surgiram nas relações entre a Igreja e os judeus; a noção de “orar
para o mesmo Senhor”, e a de “uma mesma missão” de trazer Deus para o mundo (a
qual não exige a necessidade da conversão dos judeus para a Igreja de Cristo
para a sua salvação), princípios anunciados pelos Papas do Concílio, incluindo
o Papa Bento XVI e Francisco. À luz da próxima visita à sinagoga (17 de janeiro
de 2016), publicamos esta breve exposição.
O acordo secreto do Vaticano II e
Roma, com líderes judeus
Durante os
primeiros dias do Concílio Vaticano II,aconteceu uma reunião secreta entre a
Santa Sé e um grupo de judeus. O acordo feito com a Sinagoga foi como o acordo “Vaticano-Moscou”.
O último era um pacto secreto entre o Vaticano e o Kremlin feito em 1962, de
modo que observadores da Igreja Ortodoxa Russa assistiram ao Concílio e em
troca, João XXIII garantiu que no Vaticano II não existirá condenação do
comunismo. As notícias do pacto entre Moscou e o Vaticano, hoje, já foram
amplamente divulgadas. O acordo secreto com líderes judeus não é tão bem
conhecido.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2017
Existem perigos no carismatismo?

Parte 1
Este artigo
está dividido em duas partes. Primeiro vamos fazer algumas considerações
preliminares principalmente doutrinárias- depois passar para apontar o que é o
movimento carismático.
CONSIDERAÇÕES
INICIAIS
1. O homem
será julgado por Deus sobre a fé, caridade e às boas obras.
2. Deus dá, ao
homem os carismas de maneira gratuita. (Veja
os tipos carismas em Rom. 12: 6-8, 1 Coríntios 12: 7-11, 1 Coríntios 12: 28-30).
3. Não é a
todos os homens que Deus dá a graça de um carisma extraordinário.
4. Se pode
perfeitamente viver uma vida cristã e santa sem nunca ter um desses carismas.
5. Muitos
santos, verdadeiros modelos de virtude, não gostava desses carismas (por
exemplo, Santa Teresa do Menino Jesus, que, inclusive - por humildade - pediu a
Deus para não tê-los).
6. Os
carismas são concedidos pelo Espírito Santo para utilidade do próximo, não para a vanglória pessoal. O carisma
é um dom de Deus, não um mérito do homem. São Tomás diz que a graça é dupla: a santificante que liga o homem a Deus e outra
(a carismática) que ele chama de graça dada gratuitamente “pelo qual um homem
coopera para outrochegar a Deus ... É dada ao homem acima das faculdades
naturais e mérito pessoal ... como diz o apóstolo: “a
cada um é dada a manifestação do Espírito Santo para a utilidade”, isto é, dos
outros.
7. Não
seremos salvos por ter ou não recebido algum carisma, mas seremos responsáveis
pelo bom ou mau uso que fizemos deles, se realmente tivermos recebido.
8. A vida
cristã deve fincar-se na caridade, já que seremos julgados no amor. A aspiração
do católico deve ser em viver na graça santificante, único caminho para Deus. A
salvação é alcançada por meio da fé e boas obras. Lembre-se o princípio e
fundamento de Santo Inácio: “amar e servir a Deus nesta vida, em seguida, vê-Lo
e apreciá-Lo na outra.”Estruturar a vida espiritual em outro fundamento é
errôneo. Se fincar-nos nos carismas, estamos confundindo um meio - um entre
tantos - como se fosse o fim. São Paulo diz: “Se tendo o dom da profecia, e
conhecendo todos os mistérios e toda a ciência, e a fé capaz de remover
montanhas, mas não tiver caridade, nada
sou” (1 Cor 13: 2).
9. O carisma
é um meio (que, como já disse, é para a utilidade e ajudar o próximo). Sendo um
meio, embora extraordinário, não de ser como tal, um entre muitos outros. Ao centrar a vida de uma comunidade ou um
ser humano nesse meio, é desfigurar a vida cristã. Os meios devemter uma
hierarquia como tal e não deve se sobre valorar-se nem se considerar como fins.
As coisas são boas quando se guardam, a justa proporção e no lugar que Deus
preparou para eles. Como diziaChesterton, uma virtude que perde a sua
hierarquia, que se extrema e se desfigura,
torna-se uma virtude louca. O mesmo devemos dizer dos meios, há também
“meios”que sepervertem, tornando-se louco. Portanto, é um erro grave
(independentemente da boa-fé que existe nas pessoas) concentrar a vida cristã nos
carismas extraordinários em vez de dirigi-la para as virtudes cristãs.
10. Os
carismas dados por Deus são bons (eu enfatizo: dado por Deus). Mas quando PROCURADOS ... na realidade serálogo para
aplicá-los para o benefício dos outros, ou serápor um desejo insano do
extraordinário ou para satisfazer uma curiosidade mórbida de sentir-seseres
privilegiados e superiores? Ou um pouco de tudo? Devemos responder isso com
toda a sinceridade. Por que olhar os carismas e focar nossa religião sobre
eles? Não seria isto uma prova de um desequilíbrio? Não devemos deixar que o
Espírito Santo sopre onde quer e não onde nós queremos? A humildade de Santa
Teresinha contrastacom essa atitude. Eu sei que muitos de nossos irmãos fazem
com a melhor das intenções, se deixaram deslumbrar com o sensível, “extraordinário”, e emotivo; Se tem deixado contagiar por
esta psicose coletiva que se retroalimenta entre uns e outros, chegando a
acreditar que o único caminho, a única maneira, a salvação para a Igreja é o
movimento carismático, buscando por ele quetodos os católicos se insiram nele.
A Igreja tem muitos meios – para eclesiásticos e leigos - para levar o homem à
Deus. As diferentes ordens, congregações e organizações provam, ao longo da
história, que há uma abundância de formas de levar o homem à Deus e ao próximo,
no amor. Já ouvi pessoas que consideram o movimento carismático quase como se
fosse o único meio de salvação, daí o seu espírito proselitista, principalmente
nos próprios católicos. Inclusive se sentem incompreendidos por aqueles que não
simpatizam ou não estão dispostos a participar com eles: pensam que têm o
melhor meio-se não o único - da salvação e com a melhor boa vontade quererem
compartilhar com todos, mas ficam desapontados com os demais irmãos que não se
enquadram em seus requisitos. Muitos se sentem uma minoria mal compreendida, o que
os impele a um grande ativismo, as vezes frustrante, já que se baseia mais na
emoção e sensibilidade do que em uma espiritualidade autêntica e genuína. Eles
não percebem que com a sua atitude, eles negam o valor dos vários meios de
salvação dentro da Igreja Católica.
11. Tão grave
como negar toda a intervenção sobrenatural de Deus, é cair na superstição de
encontrar em tudo ações e intervenções extraordinárias do Espírito Santo. Uma
religião que ignora o sobrenatural é como a água desidratada: não existe,
porque nega a sua própria essência. Mas as intervenções extraordinárias são
precisamente o que seu nome sugere: extraordinário.
Os dois extremos são ruins. Nem o ceticismo nem o credulismo. Conforme a fé e as
virtudes, deve julgar-se a origem dos carismas para discernir se eles são
realmente tal. Há mesmo pseudos milagres e pseudos dons, onde estão aspectos
psicológicos do indivíduos ou de histeria coletiva ou mesmo possíveis
intervenções do Maligno. Por exemplo: falar em línguas é um carisma ensinado
por São Paulo, mas também - de acordo com o ritual católico - é um possível
sinal de possessão demoníaca. Assim, a extrema necessidade de discernimento. O
bom senso deve ser separado de qualquer influência emocional ou emotiva, algo
muito difícil para quem fundamenta sua religiosidade sobre eles.
quarta-feira, 4 de janeiro de 2017
PAPA MANDA CARDEAL MULLER DEMITIR 3 PADRES DA CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ
Tradução: Gercione Lima
Marco Tosatti, o bem informado e bem respeitado vaticanista Italiano, acaba de revelar um outro desenvolvimento preocupante em Roma. No dia 26 de dezembro, Tosatti relatou em seu próprio website Stilum Curiae que o Papa Francisco tinha acabado de pedir ao prefeito de um dicastério do Vaticano para demitir três de seus sacerdotes, removendo-os de suas funções na Congregação.
Minha própria pesquisa mostrou que este incidente ocorreu na Congregação para a Doutrina da Fé (CDF), e que foi o próprio Cardeal Gerhard Müller, que agora tem que obedecer a estas novas ordens peremptórias. Além disso, eu consegui descobrir que os três padres envolvidos, são respectivamente, um de nacionalidade eslovaca-americano, um francês e um mexicano. (Uma das minhas fontes é um amigo de um desses três teólogos.) No entanto, ao último dos três foi permitido permanecer por algum tempo a mais em sua posição atual na Congregação.
Consideremos agora alguns dos detalhes específicos que o próprio Marco Tosatti perceptivelmente reuniu para nós. Ele começa o artigo com uma referência à repreensão habitual que o Papa Francisco faz à Cúria Romana no seu discurso de Natal e detecta a raiva óbvia do papa em suas palavras e gestos. Ao olhar para a próprio Curia, no entanto, Tosatti percebe algo que vai mais além da raiva recíproca presente entre os membros da Cúria: "Não se trata de sua resistência, mas do seu medo, seu descontentamento, e um tipo de sentimento que pertence a outro contexto completamente diferente."
Tosatti em seguida faz alusão a uma fonte fidedigna que lhe contou vários episódios recentes ocorridos no Vaticano. Dois deles parecem ser de grande importância e podem também dar-nos alguns vislumbres adicionais sobre os métodos autoritários próprios do Papa Francisco, bem como sua maneira um tanto indireta de governar a Igreja. Mas por hora, devemos primeiramente nos concentrar na matéria dos funcionários da Congregação para Doutrina da Fé, que o próprio Tosatti diz que "decisivamente é a mais triste":
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