sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Bonifácio - O Fundador do Brasil Maçônico

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José Bonifácio -  Grão Mestre da Maçonaria do Brasil


































Durval Cardoso



" Digo-vos isso para que ninguém vos engane com discursos sedutores" (Colossenses 2:4)



Há algum tempo vem acontecendo um fenômeno interessante no Brasil: O surgimento de intelectuais de “direita” que se apresentam como liberais na economia e conservadores nos costumes, ou seja, defendem a moral cristã. Esses homens que, sem dúvida, são estudiosos, vêm de forma muito competente denunciando um grande inimigo destruidor da civilização e da Igreja Católica; o comunismo, a doutrina conhecida como idealizada pelo judeu Karl Marx que, em 82 anos (1917 – 1989) exterminou mais de 100 milhões de pessoas.
 
Esse combate ao comunismo fez com que uma “direita conservadora” ganhasse força em todo Brasil devido a milhares de pessoas que eram enganadas pelos intelectuais universitários e midiáticos a serviço do comunismo, que o vendiam como algo excelente para a humanidade, acordassem para uma realidade desconhecida e para como foram enganadas.

Essa direita ganhou notoriedade e prestígio entre o público católico que passou a enxergar que a Igreja também estava sendo utilizada para a propagação do comunismo por marxistas infiltrados no clero no mundo inteiro. Na América latina o condenado socialismo-comunismo-cristão ficou bem conhecido como Teologia da Libertação. 

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Festa da Sagrada Família


O humilde aprendiz de Nazaré

é, apesar de tudo, rei do Céu e

 da Terra; uma coroa invisível

cinge a sua fronte divina.





I domingo após a Epifania

Festa da Sagrada Família


Concedidas a certas dioceses por Leão XIII, em 1893, e estendida à Igreja universal por Bento XV, em 1921 a Festa da Sagrada Família ocupou o lugar do domingo dentro da oitava da Epifania, cuja missa se transfere para o primeiro dia livre da semana. Jesus, Maria e José, na humilde casa de Nazaré! A santidade mais elevada nas condições de vida mais simples. Entre os acontecimentos que marcaram o nascimento do Salvador e o começo da sua vida pública, quis a Santa Igreja lembrar, todos os anos, este nobre exemplo, em que as famílias autenticamente cristãs, nunca deixarão de se inspirar, como modelo de santificação pela prática das virtudes familiares.

sábado, 6 de janeiro de 2018

Mais três Bispos engrossam o coro dos Bispos cazaques contra a Amoris Laetitia




Em 30 de dezembro, a Festa da Sagrada Família, três bispos do Cazaquistão - Tomash Peta, Arcebispo Metropolitano da Arquidiocese de Santa Maria em Astana, Jan Pawel Lenga, Arcebispo-Bispo emérito de Karaganda e Atanasius Schneider, Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Santa Maria em Astana - emitiu uma declaração dizendo que qualquer mudança na disciplina sacramental que permita aos divorciados católicos em novas uniões sexuais receberem a Sagrada Comunhão é “estranha a toda a Tradição da fé católica e apostólica”. A declaração foi divulgada em 2 de janeiro.

Nos três dias interpostos, três prelados adicionais adicionaram suas vozes aos bispos do Cazaquistão.

Importante: Dom Athanasius Schneider e bispos do Cazaquistão lançam ‘Profissão sobre verdades imutáveis a respeito do sacramento do Matrimônio”.

[Atualização – 02/01/2018 às 19:19] Corrispondenza Romana acaba de anunciar que dois bispos italianos, Dom Luigi Negri e Dom Carlo Maria Viganò aderiram à iniciativa dos bispos do Cazaquistão.

Três bispos declaram leitura de Amoris Laetitia feita pelo Papa como “estranha” à Fé Católica.
LifeSiteNews, Roma, 2 de janeiro de 2018 | Tradução: FratresInUnum.com — Três bispos se pronunciaram contra a interpretação feita pelo Papa Francisco de Amoris Laetitia que permite o acesso de alguns divorciados recasados à Sagrada Comunhão, afirmando que tal leitura está causando “confusão desenfreada”, é “estranha” à Fé Católica, e disseminará uma “epidemia do divórcio” na Igreja.

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Festa da Epifania


6 de janeiro

Epifania



A festa da Epifania, que já existia no Oriente e em certas igrejas do Ocidente, antes de entrar em Roma, parece ter sido, primitivamente, uma festa da Natividade; o dia 6 de Janeiro era, para essas igrejas, o equivalente à festa do Natal, na igreja romana.

 Introduzida em Roma na segunda metade de século VI tornou-se o complemento e, de certo, a coroa da festa do Natal.

 Epifania quer dizer manifestação. Nela deseja a Igreja celebrar a manifestação do Senhor ao mundo. Com efeito, depois de se revelar aos pastores, mostrou-se aos Magos, que do Oriente O tinham vindo adorar. A tradição cristã viu sempre, nos Magos, as primícias da gentilidade. Eles trazem consigo, com efeito, todos os povos da terra, de modo que a Epifania é uma afirmação da salvação universal, como muito bem diz São Leão, nas lições de matinas, onde nos mostra, na adoração dos Magos, os primórdios da fé cristã, a hora em que o intérmino desfile do mundo pagão se põe em movimento, para seguir a estrela que o convida a marchar ao encontro do Salvador.

 É o sentido total da profecia de Isaías, cuja leitura, a Igreja nos proporciona no primeiro noturno de matinas e na epístola da missa. Este mesmo pensamento de Redenção universal retoma-o a Igreja e aplica-o a si mesma, ao cantar, no Magnificat das 2ª vésperas, a sua união com Cristo, figurada nas bodas de Caná, e o batismo de seus filhos, prefigurado pelo de Jesus, nas águas do Jordão. A Epifania era, outrora, subsidiariamente, um dia de batismo.

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Oitavas de Natal

Tal como o Sol, começando de
novo seu curso anual, também
Cristo, Sol de justiça, deixando
o seio virginal de Maria, templo
vivo de Deus, inicia um círculo
de luz através das festas da Igreja.



I de Janeiro


A liturgia deste dia celebra três festividades numa só.

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Pecado Original

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Significado


O pecado original pode ser entendido como significando:

(1) o pecado que Adão cometeu;

(2) como uma consequência desse primeiro pecado, a mancha hereditária com a qual nascemos por causa de nossa origem ou descendência de Adão.

Desde os primeiros tempos, o último sentido da palavra era mais comum, como pode ser visto pela afirmação de Santo Agostinho: “o pecado deliberado do primeiro homem é a causa do pecado original”. É a mancha hereditária que é tratada aqui. Quanto ao pecado de Adão, não vamos examinar as circunstâncias em que foi cometido nem fazer a exegese do terceiro capítulo do Gênesis.

Principais adversários

Teodoro de Mopsuéstia abriu essa controvérsia ao negar que o pecado de Adão era a origem da morte. Celéstio, um amigo de Pelágio, foi o primeiro no Ocidente a manter essas proposições, emprestado de Teodoro : “Adão deveria morrer em todas as hipóteses, se ele tivesse ou não pecado. Seu pecado o feriu e não a raça humana”. Esta, a primeira posição assumida pelos Pelagianos, também foi o primeiro ponto condenado em Cartago. Contra este erro fundamental, os católicos citavam especialmente Romanos 5:12, onde Adão é mostrado como transmissor da morte com o pecado.

Depois de algum tempo, os Pelagianos admitiram a transmissão da morte - isso é mais fácil de entender, visto que os pais transmitem a suas doenças hereditárias a seus filhos - mas ainda violentamente atacaram a transmissão do pecado. E quando São Paulo fala da transmissão do pecado, eles compreenderam por isso a transmissão da morte. Esta foi a sua segunda posição, condenada pelo Concílio de Orange, e novamente mais tarde com a primeira pelo Concílio de Trento [Sess. V, can. ii; Denz., N. 789 (671)]. Tomar a palavra pecado como sinônimo de morte era uma falsificação evidente do texto, então os Pelagianos logo abandonaram a interpretação e admitiram que Adão nos transmitiu o pecado. No entanto, eles não entenderam o pecado como a mancha hereditária contraída em nosso nascimento, mas o pecado que os adultos cometem na imitação de Adão. Esta foi a sua terceira posição, à qual se opõe a definição de Trento de que o pecado é transmitido a todos por geração (propagação), não por imitação [Denz., N. 790 (672)]. Além disso, no citado cânon são citadas as palavras do Concílio de Cartago, em que há uma questão de pecado contraído por geração e apagado por geração [Denz., N. 102 (66)].

Os líderes da Reforma admitiram o dogma do pecado original, mas atualmente existem muitos protestantes imbuídos de doutrinas socinianas cuja teoria é um renascimento do Pelagianismo.

segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Um Santo e feliz natal !!!!

São Nicolau
O Natal é a festa cristã onde comemoramos o nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo, Verdadeiro Deus e Verdadeiro homem, é a chegada do Messias prometido  aos israelitas como penhor de nossas faltas, o redentor e libertador do gênero humano subjulgado pelo pecado. Essa é a importância do Natal é enxergar humildade de um Deus que se fez homem e habitou entre nós, veio ser a luz do mundo para que não andemos mais nas trevas.

São Francisco de Assis, inspirado na importância da data, monta o primeiro presépio que se tem notícias relembrando o cenário onde chegou ao mundo o Verbo encarnado. Ali pôde se prostar em adoração como fez os reis magos.

Cristo nasceu em 25 de Dezembro

Por Taylor Marshall


A Igreja Católica, pelo menos desde o século II, tem afirmado que Cristo nasceu no dia 25 de dezembro. No entanto, é comum ouvirmos dizer que Nosso Senhor Jesus Cristo não nasceu no dia 25 de dezembro. Por uma questão de simplicidade, vamos definir as objeções usuais para a data de 25 de dezembro e refutar cada uma delas.


Objeção 1: 25 de dezembro foi escolhido para substituir a festa romana e pagã da Saturnália. A Saturnália era uma festividade popular de inverno e, assim, a Igreja Católica, prudentemente, substituiu-a pelo Natal.


Resposta à 1ª objeção: A Saturnália comemorava o solstício de inverno. No entanto, o solstício de inverno cai no dia 22 de dezembro. É verdade que as celebrações da Saturnália começavam a partir de 17 de dezembro e se estendiam até 23 de dezembro. Ainda assim as datas não coincidem.


Objeção 2: O dia 25 de dezembro foi escolhido para substituir o feriado romano pagão do Natalis Solis Invicti, que significa “o nascimento do Sol Invicto”.


Resposta à 2ª objeção: Vamos examinar primeiro o culto do Sol Invicto. O imperador Aureliano introduziu o culto do Sol Invictus ou “Sol Vitorioso” em Roma no ano 274. Aureliano procurava obter uma força política com esse culto, porque seu próprio nome, Aureliano, deriva da palavra latina “aurora” que significa “nascer do sol”. Moedas revelam que o Imperador Aureliano se proclamava o Solis Pontifex ou “pontífice do sol”. Assim, Aureliano simplesmente reorganizou um culto genérico ao Sol e identificou-o com o seu nome, no final do século III.