domingo, 20 de maio de 2018

Maçonaria esconde segredos diabólicos de seus membros

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A Maçonaria é a Igreja de Satanás. É claro que os não-iniciados “azuis” não são informados de que adoram a Lúcifer. O satanismo é a inversão de todos os valores, a normalização da doença e a negação da realidade.

Albert Pike: "A Maçonaria, como todas as Religiões, todos os Mistérios, Hermetismo e Alquimia, oculta seus segredos de todos, exceto dos Adeptos e Sábios, ou os Eleitos, e usa falsas explicações e interpretações errôneas de seus símbolos para enganar aqueles que merecem apenas ser enganado, esconder a Verdade, que chama de luz, e afastá-los dela. [Morals and Dogma, pág. 104-5].

OBS: Albert Pike foi um maçon americano e erra ao dizer que todas as religiões escondem segredos, ela está julgando todas, tomando a própria maçonaria como referência.

Manly P. Hall: "Quando um maçom aprende a chave para o guerreiro no bloco é a aplicação apropriada do dínamo do poder vivo, ele aprendeu o mistério de sua Arte. As energias fervilhantes de Lúcifer estão em suas mãos e antes dele pode pisar para frente e para cima, ele deve provar sua capacidade de aplicar adequadamente a energia ". [The Lost Keys to Freemasonry (As Chaves Perdidas da Maçonaria, Manly P. Hall, p. 48 )].

Domingo de Pentecostes

Eis realizada a profecia de

 Joel: o Espírito Santo desce

sobre Maria e os Apóstolos; e

as maravilhas de Deus vão ser

pregadas no mundo inteiro.




O dom do espírito Santo fora anunciado pelos profetas para os templos messiânicos. A sua descida sobre os Apóstolos é o pórtico desta era nova. Funda-se então a Igreja, e é-lhe conferido o espírito de Cristo, <<para renovar a face da terra>>. A narrativa dos Atos recorda os acontecimentos do dia de Pentecostes: a descida do Espírito Santo sobre os Apóstolos e os fenômenos que a acompanham, particularmente o milagre das línguas, símbolo da Missão universal dos Apóstolos. Todas as nações são chamadas a ouvir a proclamação da Boa Nova.


A esta presença do Espírito Santo, que inspira e dirige a Igreja, na sua missão de pregar o Evangelho até aos confins do mundo, acresce outra presença mais íntima e mais pessoal, que faz dos Apóstolos homens novos, transformando-lhes a própria natureza. A sequência da Missa e o hino de véspera descrevem e evocam penetrante do Espírito Santo no coração dos fiéis. A leitura do livro dos Atos durante toda a oitava, mostrará esta dupla ação do Espírito Santo na Igreja e na alma dos crentes.


sexta-feira, 11 de maio de 2018

Maio de 1968: meio século de subversão da ordem



Uma análise de maio de 1968 escondida pela mídia de massa judaico-maçônica-comunista.


Em maio de cinquenta anos atrás, irrompeu na França, na Universidade La Sorbonne, em Paris, o que veio a ser chamado de “Revolução de Maio”, revolta estudantil não poderia derrubar o sistema universitário contra o qual se rebelaram, nem poderia estabelecer qualquer tipo de movimento político, mas que, no entanto, mudou profundamente a sociedade.

O historiador Fernand Braudel escreve:

Herbert Marcuse, que, inconscientemente, se tornou o guru desta revolução, estava certo em dizer (23 de março de 1979) que é estúpido descrever 1968 como uma derrota. 1968 sacudiu os fundamentos da sociedade, quebrou hábitos e tabus, e até destruiu a apatia: o tecido familiar e social foi quebrado o suficiente para criar novos estilos de vida em todos os níveis da sociedade. É nesse sentido que realmente foi uma revolução cultural”.

"Para alguns, 1968 foi o ano do sexo, drogas e rock and roll. No entanto, foi também o ano dos assassinatos de Martin Luther King Jr. e Bobby Kennedy; a agitação na Convenção Nacional Democrata em Chicago; a Primavera de Praga; o movimento anti-guerra e a ofensiva do Tet; Poder negro; a lacuna geracional; teatro de vanguarda; o ressurgimento do movimento feminino».

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Venezuela: as Igrejas não tem mais hóstias para Comunhão



Nota do tradutor: Conheço um pouco a realidade venezuelana, ao menos a da fronteira com o Brasil. Há pelo menos quatro anos vem se noticiando a questão da falta de trigo para hóstias na Venezuela. Não somente o Vaticano tinha conhecimento, como, antes, o ex Núncio atual Secretário de Estado e, antes deste, os bispos locais, por seu turno alertados por seus sacerdotes. O texto fala de uma penúria material (pão) seguida da espiritual (Palavra de Deus). Penso que seja o contrário. Há muito a Venezuela padece da fome do Pão do Céu em sentido latu, agravada, como bem salienta o texto, pelas muitas flechadas lançadas contra o Coração de Maria no intuito de repeli-la. Mas não se pense que a estratégia diabólica se restringirá à Venezuela. Procuramos fazer com que haja um compadecimento um tanto sentimental e pouco racional pelos famintos de pão. Há quanto tempo os famintos da Palavra de Deus não perambulam, não somente pelas ruas da Venezuela, mas pelos cantos mais fartos luxuosos do mundo, sem que haja, não digo nem projeção midiática, mas clamor ao céus? Como dizem os irmãos hispânicos: “Ojo! Hermanos, ojo!”


Tradução de Airton Vieira – A derrocada da Venezuela, fruto do regime bolivariano-comunista, trouxe ao cenário calamidades inimagináveis: centenas de milhares de venezuelanos fogem da fome, famílias reviram o lixo à busca de comida, pessoas alimentando-se de carne de cachorro, mercados com as estantes vazias, farmácias sem remédios, hospitais sem sangue por falta de reagentes para analisá-lo, crianças morrendo de desnutrição, pais que entregam seus filhos para ser adotados por não ter como sustentá-los, inflação astronômica, etc.
Mas os desastres que ocorrem na outrora próspera Venezuela não se detêm aí. Os jornais informam que em várias igrejas do país não se distribui a comunhão durante a Missa por falta de hóstias! Isto é, não há farinha para prepará-las e em consequência os fiéis católicos não podem comungar.

terça-feira, 1 de maio de 2018

Quamquam Pluries


1º de  Maio dia de São José operário.

Com esse documento do Papa Leão XIII, lembramos da importância de nosso padroeiro e guardião da Igreja de Cristo, já que os inimigos de Deus sempre estão colocando uma data humanista para substituir o feriado santo por um feriado antropocêntrico cuja finalidade é colocar os bens terrenos corruptíveis acima dos bens celestes incorruptíveis e, assim, vai se apagando da memória popular esse grande intercessor que temos diante de Deus.



Quamquam Pluries


A devoção a são José


Papa Leão XIII


Ainda que tenhamos mandado mais vezes que em todo o mundo católico se fizessem orações especiais e com a maior insistência se recomendassem a Deus os interesses da Igreja, mesmo assim, ninguém há de se admirar se neste ano julgamos nosso dever inculcar novamente este dever.

Com efeito, nos momentos difíceis e de maneira particular quando “o poder das trevas” parece tudo ousar para a ruína da religião cristã, a Igreja, costuma invocar e suplicar, com fervor e constância maior, a Deus, seu fundador e protetor, interpondo também a intercessão dos santos e especialmente da Virgem Mãe de Deus, porque da proteção deles espera o mais válido apoio aos seus interesses. E cedo ou tarde manifestam-se os frutos das orações piedosas e das esperanças que ela pôs na bondade de Deus.

Ora, veneráveis irmãos, vós conheceis as adversidades do nosso tempo, que é bem mais prejudicial para a religião cristã do que aqueles que passaram. Vemos como num grandíssimo número de fiéis desaba a fé, fundamento de todas as virtudes cristãs; resfria-se a caridade; a juventude cresce na depravação dos costumes e das ideias; a Igreja de Cristo é assaltada por todo lado com violência e a fraude; faz-se uma guerra feroz ao pontificado; com ousadia crescente corroem-se os próprios fundamentos da religião. Não é preciso demonstrar, por se demasiado conhecido, até que ponto se chegou a esta descida nos últimos tempos, e o que se quer fazer de pior ainda.

sábado, 28 de abril de 2018

ESTRANHA-ME CATÓLICOS SEGUIDORES DE MITOS!



Airton Vieira
(tonvi68@gmail.com)

Permitam-me um pequeno desenrolar de uma ideia anterior[1], ainda que sob o risco de sofrer o mesmo destino do protomártir, sem a vantagem de seus méritos. E com isto pretendo encerrar esta minha espécie de óbolos, que já são bem escassos.

*
Falava àquela ocasião do grande risco que corremos nestes tempos em que a sã doutrina já virou conto de fadas (cf. 2 Tim IV, 1-4), e isso à quase totalidade dos católicos. Tamanha a decadência, que os ídolos já se elevam aos cumes com direito à manchetes de jornais, horários nobres e superproduções. Daí a gravidade, para ficar em nosso contexto nacional hodierno, das afirmações megalomaníacas do anteriormente mencionado ex presidente[2], que segue falando, agora pela boca de seus adestrados psitaciformes e office boys, ou torcedores internacionais do mesmo time. Em uma ponta. Em outra, temos uma categoria de católicos que, ao modo de uma arquibancada de tênis-de-mesa, vão movendo-se ao ritmo a bola arremessada, para lá e para cá. Nada além de mais do mesmo.

Não faz muito e vimos surgir no horizonte uma nova investida inimiga na guerra cultural travada pela conquista das almas, cujo campo de batalha, desta feita, é o da linguagem, tão cara a ideólogos, populistas e toda uma plêiade de bons de papo. Muda-se a língua[3], muda-se o mundo, dizia alguém. Eis que então nesse mar de ilusões surge mirabolantemente um novo substantivo, com seus respectivos verbos e advérbios, tudo bem provido das etéreas substâncias mitológicas: a mitagem. Coisas e pessoas passam então subitamente a mitar. E mítica e imperceptivelmente o mito vai transmutando-se em ídolo, com direito a toda parafernália tecnológica, acadêmica e midiática como vassala. Com isso as vozes dissonantes, em que pese a farsa da liberdade de expressão, passam a conviver com o risco de se tornarem agora mitofóbicas, com direito à processo nas diversas instâncias judiciais e não poucas pancadas e sopapos democráticos.

Ainda que o tema seja “mitos” há de se trabalhar com exemplos concretos, como no artigo anterior, sob pena de também eu ser um golpista. Ei-lo então. Há pouco mais de um ano escrevia ao mais recente mito brasileiro, quase candidato à presidência desta querida e maçônica República, anunciando-lhe minha desadesão à sua possível futura candidatura. É razoavelmente provável que não tenha lido, o que não fará a mais mínima diferença. Para ambos. Contudo, dado o quadro em que se encontra este apesar dos pesares amado País em que foi-me escolhido pra berço, resolvi, sem maiores pretensões, ao menos expressar, com o direito que creio possuir, o motivo desta minha decisão, o que certamente a um católico que preze o significado deste termo, deverá ao menos tê-lo em alguma conta, obviamente não pelo ilustre desconhecido que escreve, mas pelo motivo em si, que não é de pouca monta, em que pese as opiniões em contrário, que também não serão poucas.

sexta-feira, 27 de abril de 2018

Pais de família protestam contra o ensino LGBT nas escolas



Tradução de Airton Vieira – Em 23 de abril passado, um movimento internacional de Pais de alunos de vários países do mundo anglo-saxão organizou uma “jornada de retirada” da escola para protestar contra a educação sexual com tendência LGBT, à qual são submetidos seus filhos nos colégios que estudam.

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Massacre terrorista sem autoria intelectual nem natureza ideológica alguma

Atropello masivo en Toronto, Canadá.

Pelo menos dez pessoas morreram e quinze ficaram feridas em Toronto (Canadá), quando uma van subiu na calçada de uma das principais ruas da cidade e se dirigiu para um grupo de transeuntes, disse a polícia.


O autor do massacre é Alek Minassian, em quem as autoridades canadenses mantiveram um surpreendente silêncio nas 24 horas após o evento. Ninguém parece interessado na natureza ideológica do assassinato. Nem um único fato  que denuncie o perfil do assassino Minassian, nem uma única referência aos grupos radicais com que ele mantinha, nenhuma menção de possíveis contatos com redes jihadistas. Por outro lado, as autoridades norte-americanas se apressaram em descartar o terrorismo no múltiplo atropelo. Nós já sabemos, foi obra de um simples alienado. Mais um. Então, até a próxima carnificina.

Cardeal Burke: a situação é intolerável. Não só é possível como necessário criticar o Papa.


O que aconteceu na última entrevista com Eugenio Scalfari durante a Páscoa excede todo o tolerável", disse o Cardeal Raymond Leo Burke em uma entrevista com Ricardo Cascioli publicado em La nuova bussola quotidiana em 4 de abril.


"Que um ateu pretenda anunciar uma revolução no ensino da Igreja Católica, afirme falar em nome do Papa, e negue a imortalidade da alma humana e a existência do inferno provocou um tremendo escândalo, não só para muitos católicos, mas também para muitos leigos que respeitam a Igreja Católica e seus ensinamentos, ainda que não compartilhem"disse o cardeal norte-americano, um dos quatro signatários do dubia em 2016. Na verdade, a resposta da Santa Sé para a reação do escândalo que tem produzido em todo o mundo tem sido extremamente inadequada. Em vez de reafirmar claramente a verdade sobre a imortalidade da alma humana e do inferno, a negação limita-se a dizer que algumas das palavras citadas não são do Papa. Não diz que o Sumo Pontífice não concorda com as ideias errôneas e até mesmo heréticas expressas por essas palavras, nem as repudia por serem contrárias à fé católica. Jogar dessa maneira com fé e doutrina, no mais alto nível da Igreja, é justamente causa de escândalo entre os pastores e os fiéis".

quinta-feira, 19 de abril de 2018

O Sensus Fidei




Durante muito tempo, as pessoas simples, mesmo analfabetas, estavam bem formadas teologicamente. Era até um povo culto. Sim até certo ponto, havia um vulgar em muitos aspectos culto, embora pareça um paradoxo, embora fosse analfabetos e ignorantes em muitos assuntos. Em nossos Séculos de Ouro se dava o caso de que conheceriam melhor  mitologia antiga que muitas das pessoas cultas de hoje pelo que viram e ouviram nas comédias, ou assistindo a palestras públicas, como podemos ver em Don Quixote, que fazia pela noite em uma venda. O que faziam quando ficavam entediados se não sabiam ler e não tinham televisão?

Desde os tempos antigos, as mães incltiam a fé em seus filhos. Desde pequeno foram ensinados a orar e inculcou-lhes os rudimentos da fé, também ensinando História Sagrada, que era de conhecimento geral graças a transmissão de mãe para filho e a Bíblia em pedra que foram os  altares dos templos. E foi assim até em tempos muito recentes. Eu posso atestar isso por minha própria experiência. Eu nasci e fui criado no século XX, quando se estudar e se instruir era normal para a maioria, desde que eu aprendi a falar a minha mãe me ensinou as orações fundamentais, eu fui instruído nos fundamentos da doutrina e me contava histórias do Antigo Testamento e dos Evangelhos. Isto foi o habitual. Não é de se admirar que hoje, o trabalho das mulheres, que não é mau em si, ser encorajado, mas, quando a mãe tem que gastar mais tempo fora de casa inevitavelmente negligencia a educação de seus filhos.