segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Os erros da Rússia mais vivos que nunca no centenário da Revolução




Entre alguns - até mesmo católicos - há uma certa perplexidade a respeito dos “erros da Rússia” e sua expansão subsequente por todo o mundo profetizada por Nossa Senhora em Fátima em 1917. Se se trata do marxismo, não seria melhor falar de erros alemães, tanto pela  origem de Marx e Engels como por sua marca hegeliana(1)? E, por outro lado, se o triunfo do Coração Imaculado ainda não chegou, como é que o comunismo parece ter deixado de existir como uma ameaça à Igreja e à civilização?

(1) Georg Wilhelm Friedrich Hegel – fillósofo alemão que defendia que a lei cujo desenvolvimento necessário engendra todo o universo é a da dialética, segundo a qual toda ideia abstrata, a começar pela de ser, considerada no seu estado de abstração, afirma necessariamente a sua negação, a sua antítese, de modo que esta contradição exige para se resolver a afirmação de uma síntese mais compreensiva que constitui uma nova ideia, rica, ao mesmo tempo, do conteúdo das duas outras. Em resumo, o pensamento de Hegel é anti-intelectual, pois ignora um princípio da inteligência humana; o princípio da não contradição. Essa fórmula predomina no pensamento de Karl Marx e seus sequazes comunistas.

A resposta é bastante simples. Os “erros da Rússia” não se referem simplesmente ao antigo marxismo, nefasto, mas disfarçados em 1917 em partidos de trabalhadores de massas bastante moderados, como o SDP alemão e a SFIO francesa, mas à sua superação e aperfeiçoamento no mal que é o leninismo, que não é nada mais do que o ponto mais alto do maquiavelismo político, da idolatrada do poder e da imoralidade. E esse produto, bolchevismo ou marxismo-leninismo, seria trazido à luz por Vladimir Illich Ulyanov, Lênin, no calor das conspirações contra o regime czarista.

O que caracteriza essencialmente o marxismo-leninismo? Bem, em primeiro lugar, um elemento de práxis organizacional que, como tudo o mais na doutrina do autodenominado “socialismo científico”, esconde uma verdade teórica significativa: a substituição do antigo partido de massa (sempre “moderado” e de tendências “populistas”), pelo partido de quadros seletos e secretos de revolucionários profissionais, clandestinos, sempre prontos para a ação “apostólica” e “missionária”, especialmente nos lugares mais difíceis e diante de certos setores estratégicos da sociedade.

domingo, 19 de novembro de 2017

20 de Novembro: Dia da consciência negra ou do escravocrata Zumbi ?




Desmascarando mais uma lenda inventada por marxistas e que, desgraçadamente se solidifica na cabeça da população. Como sempre conta com a difusão por ideólogos no ambiente universitário,nas escolas e pela grande mídia "idiotizante" das massas, corrompendo a compreensão da história e assim, promovendo o ressentimento e baixa auto-estima da parte da população, sentimentos explorados por partidos marxistas para fomentar políticas de desagregação social.






Zumbi, o maior herói negro do Brasil, o homem em cuja data de morte se comemora em muitas cidades do país o Dia da Consciência Negra, mandava capturar escravos de fazendas vizinhas para que eles trabalhassem forçados no Quilombo dos Palmares. Também sequestrava mulheres, rara nas primeiras décadas do Brasil, e executava aqueles que quisessem fugir do quilombo.

Essa informação parece ofender algumas pessoas nos dias de hoje, a ponto de preferirem omiti-las ou até censurá-la, mas na verdade trata-se do óbvio. É claro que Zumbi tinha escravos. Na sua época não havia nada de errado nisso. Sabe-se muito pouco sobre ele, mas é certo que viveu no século XVII. E quem viveu próximo do poder no século XVII tinha escravos, sobretudo quem liderava algum povo de influência africana.

Desde a Antiguidade, os humanos guerrearam, conquistaram escravos e muitas vezes venderam os que sobravam. Até o século XIX, em Angola e no Congo, donde veio a maior parte dos africanos que povoaram Palmares, os sobás se valiam de escravos na corte e invadiam povoados vizinhos para capturar gente.

sábado, 18 de novembro de 2017

Mons. Stagliano: «Os maçons estão fora da Igreja, ainda que sejam sacerdotes e bispos»

Mons. Stagliano: «Los masones están fuera de la Iglesia, aunque sean sacerdotes y obispos»
PARTICIPOU EM UM ENCONTRO ORGANIZADO PELO GRANDE ORIENTE DA ITÁLIA

Em 12 de novembro passado se celebrou em Siracusa (Sicília, Itália) o encontro organizado pelo grande Oriente da Itália, sobre «Igreja e a Maçonaria, tão próximos tão distantes». Mons. Antonio Stagliano, bispo de Noto, participou no evento e concedeu algumas declarações a La Croce.
17/11/17 17:32
(InfoCatólica) – Tradução de Airton Vieira – Depois da reunião, Giovanna Armiño entrevistou para «La Croce» ao bispo de Noto, Mons. Antonio Stagliano, quem participou do Encontro. Estas são algumas de suas declarações ao final do evento:
«Creio que muitos católicos têm expressado sua preocupação e até indignação porque têm uma concepção da Franco-maçonaria que evidentemente é negativa. Os maçons seriam desses encapuzados, satanistas, mafiosos. Se isto é certo, inclusive posso entendê-los. Mas eu fui convidado a um debate público, com uma maçonaria que não parece ser uma sociedade secreta, e suas cabeças são visíveis. Fui capaz de pregar o Evangelho também a eles, porque me pediram que fale sobre a relação entre a Igreja e a maçonaria. Posto que sei pouco da maçonaria, pensei falar da Igreja Católica. Deixando libre à sua inteligência que compreendam se estão distantes ou próximos.

Apêndice – ECCE HOMO







Quem não crê como eu é destinado ao inferno. Minha doutrina e a doutrina de Deus são a mesma coisa. Meu julgamento é o julgamento de Deus” (M. Lutero)

Na versão impressa deste livro denominada “Evangélico, graças a Deus!(?)”, o presente apêndice estava ausente por considerar que tanto as colocações ao longo do trabalho como as indicações de leitura (última postagem) seriam satisfatórias. Como a realidade nos mostra que às fontes já quase não se bebe, uma vez que, como li recentemente, na vida de “internautas” há muito face e pouco book, resolvi acrescentar nesta versão digital, como rabeira, umas notas sobre o autor mor da heresia protestante, o homem que pretendeu destruir o Catolicismo substituindo o Altar Mor sacrifical por suas festivas mesas de bate-papo[1]. Sem abandonar o objetivo a que me propus com este estudo, também aqui as informações serão concisas, retiradas de algumas fontes que logo serão fornecidas, para quem tiver a reta intenção da verdade e não tiver preguiça de encontrá-la.

Sei que isto não é um começo politicamente correto, afinal, qualidades neste inimigo não faltaram, a começar pela sagaz inteligência e firme determinação, exemplo a muitos católicos de bodas ou sétimo dia. Mas como muito será pedido a quem muito se conferiu, graças à soberba que da inteligência retira ou impede toda a sabedoria, pode-se, ainda hoje, cobrar desse distinto alemão a propagação de sua confusão individual à coletividade, pois antes ficasse trancafiado livre e espontaneamente em sua torre[2] colhendo dela, a exemplo de outro confinado[3], frutos de verdade e justiça.

Mas também há um segundo intuito a este apêndice, o que mais abaixo será explicitado.

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

A separação da Igreja e do Estado (A França pioneira)

O principal órgão do calvinismo, o Journal de Genève, por ocasião da convenção do Grande Oriente da França em 1906, confirmava nestes termos o que foi dito acima sobre a vontade da seita em aniquilar o cristianismo na França: “A Franco-Maçonaria está concentrada neste momento em Paris, onde quatrocentos delegados das diversas lojas do país deliberam. É um acontecimento de grande importância. Não é preciso esconder, com efeito, que a Franco-Maçonaria segura em suas mãos os destinos do país. Se bem que não conte senão com vinte e seis mil aderentes, ela dirige a seu bel-prazer a política francesa. Todas as leis de que o catolicismo se lamenta tão amargamente foram inicialmente elaboradas nas suas convenções. Ela as impôs ao governo e às Câmaras. Ela ditará todas as medidas destinadas a assegurar-lhes a aplicação.

Ninguém duvida disso, e nenhuma pessoa, nem mesmo as mais independentes,
ousariam contrariar de frente sua vontade soberana. Aquele que se permitisse apenas
desconhecê-la seria logo destruído. Desde que Roma dava ordens aos reis e aos
príncipes jamais se viu semelhante poder.

“A vontade da Franco-Maçonaria, ninguém mais o ignora, é destruir o catolicismo
na França. Ela não terá interrupção nem descanso enquanto não o tiver posto abaixo.
Todos os seus esforços tendem unicamente para essa finalidade”.

A Revolução já se dera por missão realizar esse desígnio.

Ela acreditou alcançá-lo com a constituição civil do clero. Através dela, separava
a Igreja da França de Roma e bem sabia que, abandonada a si mesma, a Igreja da
França não poderia subsistir muito tempo. O artigo IV do Título I da Constituição
rezava: É proibido a toda igreja ou paróquia de França e a todo cidadão francês
reconhecer, em qualquer caso e sob qualquer pretexto, a autoridade de um bispo
ordinário ou metropolitano, cuja sede estiver estabelecida sob o domínio de uma
potência estrangeira, nem a de seus delegados residentes na França ou em outra
parte”.

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Lutero. Profeta ou Revolucionário? Pontos chave para um pensamento atual




Colunista Convidado: Martinho Lutero 500 Anos mais Tarde: Profeta ou Revolucionário? Pontos chave sobre um pensamento surpreendentemente atual.


Neste dia se cumprem os 500 anos do protesto de Martinho Lutero em Wittenberg, com suas 95 teses. É frequente retroceder até aquele 31 de outubro de 1517 –dia em que supostamente Lutero pregou essas 95 teses na porta da Catedral – como o começo da Reforma Protestante, se bem não todos os historiadores compartem esta visão. De fato, o verdadeiro ponto de inflexão luterano não o haveremos de encontrar no protesto de Lutero contra as indulgências, mas em sua “Experiência da Torre” (ou “do banheiro”, como o expressou Lutero, cf. Conversas à mesa, 3232c), a qual representa o Durchbruch, o ‘fragmento convincente’ da Reforma que se tornou ‘oficial’ no ano 1520, quando Lutero compôs sua De captivitate babilonica Ecclesiae, oferecendo sua nova doutrina sobre os sacramentos em relação à graça.

O evento para este aniversário foi recebido no mundo católico com uma emoção e um entusiasmo inesperados. Por exemplo, o cardeal Kasper, em um recente livro sobre Lutero considerado desde seu potencial ecumênico, nos convida a mirar ao antigo monge agostiniano como um novo São Francisco de Assis, quem simplesmente queria viver o Evangelho com seus irmãos; Lutero deveria ser enumerado “na longa tradição dos reformadores católicos que o precederam”. Recentemente, Monsenhor Galantino, secretário da Conferência Episcopal Italiana, disse que “a Reforma [Luterana] foi inspirada pelo Espírito Santo”.

sábado, 11 de novembro de 2017

Comunhão na mão: O grave problema

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Problemas de tradução? Missas voltadas para o povo? Mulheres ministras? Posturas?

Não, o maior e mais grave problema na liturgia da Igreja  - isto é, da “Forma Ordinária” ou da Missa de Paulo VI - é aquele que transcende a tudo isso, embora esteja relacionado: é a maneira em que se trata O Corpo de Cristo?

Esta deve ser a primeira questão a enfrentar em uma possível “reforma real da reforma”, que não se estabelece com um exemplo fugaz, mas com uma lei dura.
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Capítulo XIX – VERBO REPRESENTAR x VERBO SER [A “dura” doutrina da Eucaristia]






“Porque, qual é o bem (oriundo) dêle, e qual a sua formosura, senão o pão dos escolhidos e o vinho que gera virgens?” (Zac IX, 17)

Deixei para o final o ponto mais grave e temerário para alguém que permanece neste erro, isto é, na heresia protestante, possuindo uma ignorância vencível[1]. Há pelo menos 50 anos o que muito se vê na Igreja e no mundo é o discurso de tipo ecumênico[2]. Hoje fala-se mesmo em uma “missa ecumênica”, em que o elemento principal do culto divino por excelência desaparece; óbvio. No entanto, ao se definir dogmaticamente que Fora da Igreja não há salvação[3], um dos motivos para sua justificativa pode ser aqui – neste “elemento” – encon­trado com clareza e força argumentativa. Para discorrer sobre ele escolhi como instrumento de auxílio a gramática, uma vez que possui, compreensivelmente, ligação com o Verbo.

Mesmo os que – sem deméritos – não foram muito além da assinatura do nome, ou ainda os de inteligência aquém da média, quando ouvem pronunciar estes dois verbos sabem se tratar de ações distintas. Por isso, se você per­guntar a uma pessoa medianamente de posse de suas faculdades mentais quem ela é, jamais dirá estar ali a mando de alguém ou interpretando qual personagem teatral. Do mesmo modo, se se perguntar quem representa, não responderá seu nome, tampouco acrescentará algum dado pessoal a seu respeito. Aqui temos, pois, dois verbos distintos, o verbo representar e o verbo ser (que pode eventu­almente vir associado a outros como o “ter” ou o “tornar”). Muito simplesmente, o primeiro é aquilo que não é e o segundo aquilo que é. E com eles intentarei expor (en passant, o que é a proposta deste livro) um dos maiores e mais excelsos mistérios da fé católica, do Cristianismo e mesmo de toda a Criação[4], possuidor de uma característica única, que de forma especial diferenciará o Catolicismo de toda e qualquer religião: a Transubstanciação do pão e do vinho.

Antes, contudo, deixo a indicação de uma exposição em vídeo sobre a Eucaristia no Judaísmo, que considero sine qua non à compreensão deste tema. Com impressionante e mui inspirada precisão, o autor retira “coisas novas e velhas” (Cf. Mt XIII, 52) de um baú de mais de cinco mil anos. O leitor encontrará a referência do vídeo na nota de número 9 de meu artigo “As sutilezas de Deus ou a Confeitaria divina”[5].

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Missa ecumênica




Tradução de Airton Vieira – Para comemorar o V Centenário da apostasia luterana, na calçada católica, as Comunidades de Base e o movimento «Somos Igreja», se constituíram nos abandeirados do progressismo católico para levar –desde a base-, a plena realização os objetivos do falso ecumenismo.

A denominada hospitalidade eucarística, que consiste na participação conjunta entre membros das igrejas protestantes históricas e católicos, na «ceia do Senhor», chega a seu apogeu estes dias, com a aberta participação destes grupos progressistas no culto luterano:
É de sobra conhecido que em nossos dias mais que em tempos do heresiarca Lutero, uma ideia obsessiva move aos modernistas para acercar-se aos protestantes: uma fórmula que encontre nestes aceitaçãoisto é, que para chegar a um acordo comum, a Igreja Católica deveria renunciar à integridade do depósito da fé. Mas como podemos fazer concessões no que à Eucaristia se refere? Ou há Presença Real de Cristo ou não a há.

sábado, 4 de novembro de 2017

Capítulo XVIII – MÃE DE QUEM? “DO MEU SENHOR”! [Nossa Senhora]





“Ó Santa e imaculada virgindade, não sei com que louvores Vos possa exaltar; pois quem os céus não podem conter, Vós O levastes em vosso seio”

Os pontos mais controversos entre católicos e protestantes, como não poderia deixar de sê-lo, são os que tocam diretamente Mãe e Filho. Como nada há de oculto que não venha cedo ou tarde revelar-se, vamos presenciando nos dias atuais a “rédea solta” e desenfreada do ódio a este divino par, e de forma cada vez menos oculta ou disfarçada. Sinais dos tempos! No que diz respeito ao Filho, o mencionarei no próximo capítulo. Em relação à Mãe, basta com os exemplos das inúmeras imagens de Maria que como nunca vêm sendo profanadas, deste a destruição física por parte de protestantes, muçulmanos e pagãos[1], até sua nefasta utilização em apresentações “artísticas” e, o que é pior, em reuniões e cultos “ecumênicos” com direito à (triste) presença de nossos prelados. Nada que não se esperasse do pai das trevas e seus filhos.

À título de introdução, para se ter uma pequena ideia, nos estudos sobre Nossa Senhora, onde a Teologia destinou uma disciplina específica por nome Mariologia, há páginas já na casa dos milhares. E ainda não se disse tudo. Outrossim, depois do Santo Sudário de Turim (IT), o objeto mais estudado em todo o mundo é a manta de San Juan Diego na que se vê estampada, há mais de 500 anos, uma imagem da Virgem denominada de Guadalupe (ME), de origem sobrenatural. E isso nos diz alguma coisa.

Não poderia, por isso, ficar de fora deste trabalho tema tão candente. Aqui vai, com a devida vênia, meu “óbolo da viúva”.

Uma mãe segundo o real conceito do termo, em nenhum momento desejaria “aparecer” no lugar do filho. Isto, contudo, ocorrerá em civilizações como a nossa, onde predomina o pensamento antropocêntrico e pagão, em que as mulheres por ímpeto, vaidade ou algum complexo pré-fabricado começam por se sobrepor aos maridos e acabam por fazê-lo também em relação à prole. Mesmo ao ponto de eliminá-los. Tal atitude, porém, jamais refletiu o mo­delo de mãe como o Criador o pensou. De modo especial essa atitude jamais se associou ou poderia vir associada a Virgem Maria, objeto deste capítulo, pois toda a vocação desta Mãe, tudo o que fez e segue fazendo resume-se em sua célebre frase: “Fazei tudo o que êle vos disser” (Jo II, 1-12). E o Filho a atenderá, como sempre a atendeu, mesmo antes da hora.

Com o decorrer do tempo fui percebendo que tentar falar biblicamente de Maria aos protestantes (que dizem seguir a Bíblia) não produzia a com­preensão merecida. Mostrar passagens sublimes escritas ao louvor à Mãe de Deus e nossa Mãe, sua importância e dignidade, além do papel crucial na vida do Filho e, por consequência, de toda a humanidade, dentro de um mínimo de exegese e hermenêutica, caíam no vazio como “a pérola aos porcos”[2] ou “as coisas santas aos cães”[3], o que não deixava de ser lamentável.

Mas nessas horas vinha sempre em auxílio a admoestação de S. Paulo, a da insistência “a tempo e fora de tempo” (cf. 1 Tim IV, 1-4)... Pois bem, tente-se novamente, pois o tema, e as almas, merecem. Assim, convido-os a seguir caminho na abordagem desse que, ao tempo em que é um dos mais sublimes, é ainda um dos pontos de maior incompreensão entre os protestantes, pelo que a maioria deveria, à imitação dos judeus exilados, sentar e chorar às margens dos rios[4], pois muitos são os erros e injustiças que come­tem contra tão excelsa e sublime criatura.