domingo, 19 de agosto de 2018

A Assunção de Maria ao Céu

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15 de Agosto


A Festa da Assunção da Bem-Aventurada Virgem Maria, 15 de agosto; também chamado em antigos livros litúrgicos Pausatio, Nativitas (para o céu).

Esta festa tem um duplo objetivo: (1) a feliz partida de Maria desta vida; (2) a assunção de seu corpo ao céu. É a festa principal da Santíssima Virgem.

No dia primeiro de Novembro de 1950, Pio XII definia o dogma da Assunção. Proclamava assim solenemente que a crença segundo a qual a Santíssima Virgem Maria ao terminar a sua vida terrestre, foi elevada de corpo e alma ao Céu, faz realmente parte do depósito da fé recebida dos Apóstolos. “Bendita entre todas as mulheres” em razão de sua maternidade divina, a Virgem Imaculada que tivera desde a sua Conceição o privilégio de ser isenta do pecado original, não devia jamais conhecer a corrupção do túmulo. Para evitar qualquer dado incerto, o Papa absteve-se de precisar o modo e as circunstância de tempo e lugar em que a Assunção se teria dado: apenas o fato da Assunção de Maria em corpo e alma à glória do Céu foi objeto da definição.

Anova missa da festa põe em evidência a própria Assunção e suas conveniências teológicas. Maria aparece glorificada na mulher descrita no Apocalipse (intróito), na filha do rei revestida de manto de ouro, do salmo 44 (gradual), na mulher que com seu filho será inimiga vitoriosa do demônio (ofertório). São-lhe aplicados os louvores dirigidos a Judite triunfante (epístola); e sobretudo considera a Assunção o coroamento de todas as glórias que derivam da maternidade divina e que a própria Virgem cantou no seu Magnificat (evangelho). As orações fazem-nos pedir a Deus que possamos, como a Santíssima Virgem, estar continuamente atentos às coisas do alto, atingir a ressurreição bem-aventurada, e partilhar da sua glória no Céu.

sábado, 18 de agosto de 2018

O que a Igreja diz sobre o reiki?

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1. O reiki se apresenta como um método de cura através de energias e parte da base de que tudo o que existe é energia.

O reiki, criado no Japão por Mikao Usui (1865-1926), diz ser um método de cura que utiliza a “energia universal da vida” e uma conjunção de duas energias muito poderosas. A primeira energia seria guiada por uma consciência superior que alguns chamam “Rei” (Deus) ou seu próprio “ser superior”, ou seja, não seria produzida pelo curador mas pelo mesmo ser superior. A outra energia, a pessoal, a que moveria o ser humano, é chamada “Ki”.

Quem pratica reiki considera que tudo o que existe é energia, desde o pensamento até os elementos e nós seríamos portanto uma irradiação dessa energia. Segundo esta concepção, o “campo eletromagnético” que produz a energia que nos rodeia está composto por várias camadas que nos envolvem e ao longo de nossas vidas vai se nutrindo de traumas e problemas emocionais que ficam presos nele como em uma rede, produzindo bloqueios no fluxo da energia universal de vida. Esta energia supostamente essencial para a vida, e incluso mais importante que o ar e a água, se estabilizaria mediante a cura reiki, que ajuda o fluxo da mesma a desbloquear os problemas energéticos que seriam os indicadores da doença física.

O reiki tem cinco princípios que aparecem como um suposto guia para os “canais” (reikistas) e foram estabelecidos por Mikao Usui e outras pessoas como o Dr. Háashi e a Sra. Takata. São estes:

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Pena de morte. O anunciado farisaísmo de Bergoglio





Por Antonio Caponnetto

Quando escrevemos "A Igreja Traída", em 2010, dedicamos um capítulo do mesmo para analisar o livro "O jesuíta" longa reportagem do então cardeal Bergoglio, de Sergio Rubin e Francesca Ambrogetti Parreno, e publicado em Buenos Aires, pela Editorial Vergara, no mesmo ano de 2010. Na página cinquenta e uma e seguintes de nossa obra, assentávamos algo que agora cobra uma triste atualidade, diante heterodoxa modificação do ponto 2267 do Catecismo, declarando a ilegalidade absoluta da pena de morte . Eu transcrevo:

"Na mesma linha ideológica [judaizante], e para manter atiçando o fogo semita, Sua Eminência deixa o reino espiritual e artísico para ancorar no terreno moral.

Com uma simplismo indevido de um homem de estudo, e um relativismo ainda mais impróprio em um homem de fé, ele argumenta que "já declarou que a Igreja Católica era a favor da pena de morte, ou pelo menos que  não a condena. " Mas agora, graças ao progresso da consciência, sabe-se que a vida é tão sagrada que nenhum crime, por mais terrível, justifica a pena de morte" (p. 87).

Entendemos o argumento evolucionista de Bergoglio para avaliar corretamente o que diria mais tarde. A aceitação da legalidade da pena de morte - que aparece de forma exigida como tal, tanto no Novo como no Velho Testamento e em inúmeros documentos católicos e textos pontifícios - deve ser percebido como um déficit, um momento escuro na evolução da a consciência que busca a luz. O mesmo é dito das sociedades. Na medida em que "a consciência moral das culturas avança, também a pessoa, na medida em que querem viver mais retamente, vai aprimorando sua consciência e isso é um fato não só religioso, mas humano" (p.88).

sábado, 11 de agosto de 2018

Penas de Morte

Juan Manuel de Prada

Juan Manuel de Prada


A pena de morte nas mãos de governantes iníquos se torna um instrumento temível que pode ser utilizado por ódio ou vingança.
Tradução de Airton Vieira – Afirmava Léon Bloy que «a oposição crescente à pena de morte é consequência natural do declinar da fé na vida eterna». Em efeito, nas sociedades que deixaram de crer na vida eterna, esta pobre vida mortal se percebe como um bem absoluto que deve proteger-se a todo custo; pois sua perda equivale a uma aniquilação definitiva. Ao contrário, em uma sociedade religiosa, nossa existência terrena tem um valor relativo e o direito à vida própria impõe uns deveres correlativos cujo incumprimento pode acarretar sua perda. Não olvidemos que, para uma sociedade religiosa, o assassino, além de tirar a vida de outra pessoa, põe em perigo sua salvação eterna, pois lhe impede ficar em paz com Deus; isto é, obstaculiza os efeitos benéficos da redenção e quebra a nova aliança que Deus selou com o homem na Cruz.

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

MONSENHOR BÁEZ, PELO QUE CHORAS?

Monseñor Báez, Venezuela



Por Airton Vieira

Seguiam-n’O uma grande massa de povo e umas mulheres que se lamentavam e choravam por Ele. Jesus, voltou-Se para elas e disse-lhes: «Filhas de Jerusalém, não choreis por Mim, chorai antes por vós mesmas e pelos vossos filhos, pois dias virão em que se dirá: “Felizes as estéreis, os ventres que não geraram e os peitos que não amamentaram”. Hão-de então dizer aos montes: “Caí sobre nós” e às colinas: “Cobri-nos”. Porque se tratam assim a madeira verde, o que acontecerá à seca?».

(Lc XXIII, 27-31)


Antes de tudo, misericórdia. Ao povo irmão nicaraguense, a “bola da vez” do malévolo jogo de descristianização global [quem será o próximo?]. O que hoje vemos em Nicarágua, ontem vimos – e seguimos vendo – no Meio Oriente, em Cuba e na maioria dos países de maioria muçulmana e/ou comunista; e amanhã, não resta mais a mínima sombra de dúvida de que o veremos em nosso País, em nosso Estado, em nossa cidade, em nosso bairro, em nossa rua, na casa vizinha, quiçá, antes dela, na nossa própria. É assim que, há muito, vem caminhando a humanidade desenfreada, mais deplorável que os muares do salmo[1]. E desta sorte todos nos irmanamos, como nos irmanamos em tudo o que diga respeito à comunhão dos santos; tudo, “na alegria e na tristeza, na saúde e na doença...”. Até que a morte nos separe.

Ao ter diante de si tanta atrocidade, crueldade, desumanidade, muitos se perguntam do que é feito o ser humano. E nisso tantos cedem à tentação de não se reconhecer uma imago Dei. Ou então, o que é pior, que esse Deus não seja tão bom quanto se fez crer. Daí que sua imagem, que somos nós, tenha saído como saiu: má. E cremos ver nisso, hoje mais que nunca, a prova dessa malvada semelhança. Sabemos que tais questionamentos e dúvidas nasceram de longe, num determinado Jardim por um determinado réptil, que desde então nos tenta fazer crer ser ele o verdadeiro mocinho do filme, o injustiçado que não queria outra coisa que ser livre, igual e fraterno. Mas isto em definitivo não é, nem pode ser, o ponto central do que aqui se pretende.

terça-feira, 31 de julho de 2018

Tudo isto perdoo aos protestantes, uma coisa não posso: confissão apologética de um jornalista

Gangs of New York (2002), de Martin Scorsese, una película donde está latente el conflicto religioso entre protestantes y católicos.


Tradução de Airton Vieira – A comemoração do quinto centenário da Reforma, cujo mítico ponto de início nos apresenta Lutero cravando em outubro de 1517 suas 95 teses heréticas na porta da capela do Palácio de Wittenberg, tem suscitado ao longo dos últimos meses numerosas análises sobre o significado desse feito. Angelo Stagnaro, jornalista e editorialista do National Catholic Register e do Catholic Herald, especializado em apologética, escreveu recentemente em Crisis Magazine uma reflexão sobre eventos históricos e teológicos vinculados a cinco séculos de conflito entre o protestantismo e a Igreja. A intitulou "Chamar as coisas por seu nome":





CHAMAR AS COISAS POR SEU NOME

Posso perdoar quase tudo aos protestantes e ao protestantismo.

O que perdoo...
Posso perdoar aos protestantes pelo Know-Nothing Party e sua criminosa revolta nativista da Filadélfia, as Intolerable Acts, o Bloddy Monday e as Orange Riots em Nova York de 1871 e 1872. Os perdoo as Emendas Blaine, que proibiram que o dinheiro dos impostos se utilizasse para fundar escolas paroquiais católicas.

Também posso perdoar-lhes pela 
Ku Klux Klan e por financiar ao maníaco ateu e genocida Plutarco Elías Calles e seus esforços por matar católicos durante as guerras cristeras.

Posso perdoar-lhes por chamar “Anticristos” e “Prostitutas da Babilônia” a todos e cada um dos Papas.


sexta-feira, 20 de julho de 2018

Revelação: Irmandade Muçulmana criada pela Maçonaria





É incrível o que foi publicado na revista World in Review: John Coleman, ex-agente do serviço secreto britânico, definiu a Irmandade Muçulmana como uma ordem criada secretamente pela Maçonaria Inglêsa com a ajuda de Thomas Edward Lawrence (conhecido como Lawrence d'Arabia), Bertrand Russel, St. John Philby, EG Browne e Arnold Toynbee.

A Irmandade Muçulmana ou seja Ikhwan al-mouslimine, eram liderados por Hassan al-Banna (na foto, o avô de Tariq Ramada e Hani Ramadan), nascido em 14 de outubro de 1906 e morto em 12 de fevereiro de 1949. A pesquisa de arquivos levou à descoberta como al-Banna tinha recebido 500 libras da poderosa Companhia do Canal (de Suez) ele disse que o dinheiro teria pertencido ao povo egípcio assim como todos os ativos da empresa. Mais tarde, no entanto, ele começou a negar ter recebido esse apoio econômico.

Hassan al-Banna sempre admitiu estar fortemente influenciado pelo pensamento de seu antecessor Jamal ad-Din al-Afghani e Muhammad Abdu, Mufti de al-Azhar, ambos grandes iniciados em lojas maçônicas francesas e inglesas e capazes de condicionar profundamente as opiniões no Egito na época. Além disso, ambos aderiram à maçonaria, como foi confirmado pelo historiador Helmi Nimnim, seu compatriota, em uma nova biografia de Sayyid Qutb, teórico da jihad dentro da organização Irmandade Muçulmana

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Os Minions são Illuminati?


Eu comprei um pequeno livro para crianças dos minions chamados; "Minions Who's the Boss". Na terceira página há uma imagem de um olho que tudo vê em um triângulo. Isso traz à tona a ideia de que talvez eles estejam preparando nossos filhos para se juntarem à Nova Ordem Mundial Illuminati.




OBS: Conceito de Minions - um seguidor ou subalterno de uma pessoa poderosa, especialmente uma pessoa servil ou sem importância.

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Como você pode ver na linha da história abaixo, a Illumination Entertainment produziu este filme junto com a Universal Pictures.


"A história Minions da Universal Pictures e da Illumination Entertainment começa no início dos tempos. Começando como organismos amarelos unicelulares, Minions evolui através dos tempos, perpetuamente servindo ao mais desprezível dos mestres. Continuamente mal sucedidos em manter esses mestres - de T. rex a Napoleão - os Minions encontram-se sem alguém para servir e caem em uma profunda depressão. Mas um Minion chamado Kevin tem um plano, e ele - ao lado do adolescente rebelde Stuart e do adorável Bob - se aventuram no mundo para encontrar um novo chefe malvado para seus irmãos seguirem. O trio embarca em uma emocionante jornada que finalmente os leva ao seu próximo mestre em potencial, Scarlet Overkill (a vencedora do Oscar Sandra Bullock), a primeira super vilan do mundo de todos os tempos. Eles viajam da frígida Antártida para a cidade de Nova York na década de 1960, terminando na moderna Lond res, onde devem enfrentar seu maior desafio: salvar toda a Reino Minion… da aniquilação.

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Este livro para crianças mostra fotos mostrando a evolução. Primeiro um dinossauro T.Rex, depois um homem das cavernas, depois uma pirâmide de cabeça para baixo, depois Drácula, depois um pirata e Napoleão, para muitos minions sem um líder maligno.
Os livros dizem; "Os Minions vagaram pela Terra por milhões de anos procurando o vilão perfeito para ser seu mestre".

segunda-feira, 16 de julho de 2018

HOMILIA DO R.P. SANTIAGO MARTIN F.M. NA OCASIÃO DA FESTA DE SÃO BENTO ABADE


em 11 de jul 2018

Nota do tradutor: esta homilia do Pe. Martín será introduzida por este pequeno extrato de uma recente entrevista do Card. Sara, Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, que não só convergem como se completam. Podemos vê-las como emitidas por dois sentinelas, cada um em postos distintos. Valerá estar atentos aos alertas, uma vez que aos católicos não se nos pede, em todo o período da história, nem otimismo nem pessimismo, mas esperança[1].

Introdução[2]

Repórter: Você se sente preocupado com om mundo ocidental. Com o que você está preocupado?

Cardeal Sara: Você sabe, a maior preocupação é que a Europa não tem mais ou perdeu o sentido de suas origens. Ela perdeu suas raízes. E, sendo assim, uma árvore que não tem raízes, morre. Eu tenho medo que o Ocidente morra. Existem muitos sinais. A baixa natalidade... Você será invadido por outras culturas, outros povos, que irão gradualmente dominá-los pelo número e mudar totalmente sua cultura, suas convicções, seus valores. há também, veja você, essa preocupação como se só existisse a técnica, onde só o dinheiro conta. Não há outro valor...

*

Hoje celebramos a festa litúrgica de S. Bento [Abade], co-patrono da Europa.

São Bento marcou uma época, como sempre fazem os santos. Os santos salvam sua época fazendo justamente o contrário do que fazem os demais. É como quando um barco está apontando a bombordo ou estibordo, os tripulantes – me refiro, obviamente a um barco a vela – os tripulantes do barco têm de colocar-se do lado oposto, porque senão o barco alaga e se afundam na direção em que faz a curva. Assim, fazem contrapeso. Os santos têm feito sempre igual: têm feito contrapeso. E por isso têm sido incômodos e muitas vezes perseguidos, e poucas vezes entendidos. Geralmente foram elogiados quando já estavam mortos. Talvez, não exista santo mais cômodo que santo morto, porque enquanto vive, incomoda todo mundo. Também, diga-se de passagem, ocorreu com São Bento, que por várias vezes pôs sua vida em risco.

sexta-feira, 13 de julho de 2018

A Igreja e a Pena de Morte

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Roma de Sempre


Por acaso, pode um médico arrancar um membro ou um órgão qualquer de uma pessoa apenas por vontade própria? É lógico que não. Se o fizer, evidentemente responderá penalmente por esse crime cometido. Porém, se um paciente apresenta uma enfermidade grave em um órgão ou membro que coloque em risco outro órgão ou membro saudável, o médico que amputar o membro ou retirar o órgão doente continuará a cometer crime? Evidente que não. Embora o ato de deixar o paciente sem um órgão ou membro, de forma geral seja crime, a doença cria uma situação extraordinária onde o que de forma geral é ilícito, se torne lícito. A doença em um membro ou órgão pode colocar em risco outro membro ou órgão saudável complicando ainda mais o funcionamento do corpo humano do paciente podendo leva-lo à morte.

Pois bem, a sociedade funciona de forma bem parecida com o corpo humano. Cada um de nós damos vida à sociedade em que vivemos. Temos nossas qualidades, aptidões e talentos para colocar a serviço dela, assim como cada membro e órgão do nosso corpo, juntos e funcionando bem, garante nossa saúde.

Nesse grande corpo social, muitas pessoas se degeneram e colocam em risco a paz e a ordem social, assim como colocam em risco até outras vidas humanas inocentes. Alguns crimes, devido a sua gravidade e poder de diluir a sociedade, tornam as pessoas que o cometem um perigo para as que vivem de forma decente e digna como uma doença grave que se apodera de um órgão colocando em risco outro que funciona bem. Assim como nem mesmo um médico, de maneira geral, pode tirar um órgão de quem quer que seja, ninguém também pode tirar a vida de outra pessoa. Não matarás, também de maneira genérica, é um mandamento da Lei de Deus que todos devem obedecer. Porém, como dito, algumas  pessoas, pela vida criminosa, se tornam ameaças e aí entra a função de “médico” do estado.