quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Conselho Regional de Medicina de SP se posiciona contra Ideologia de Gênero




O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) realizou, no dia 19 de janeiro, no auditório de sua sede, a Plenária Temática sobre Desenvolvimento Psicossexual da Criança e do Adolescente.
Compareceram ao evento o presidente do Conselho, Lavínio Nilton Camarim, a psicanalista e conselheira do Cremesp, Kátia Burle Guimarães, a professora do Departamento de Psiquiatria da FMUSP e presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, Carmita Abdo, os psiquiatras da Infância e Adolescência, Francisco Baptista Assumpção Junior e Regina Elisabeth Lordello Coimbra, o psiquiatra e professor de Bioética na FMUSP, Cláudio Cohen, e a endocrinologista pediátrica e membro da Câmara Técnica de Endocrinologia do Cremesp, Elaine Maria Frade Costa.
Após o evento, o Cremesp divulgou uma nota a fim de manifestar suas considerações a respeito da saúde mental da criança e do adolescente, deixando claro que este cuidado deve ser prioridade.
Confira, abaixo, a nota na íntegra.

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Padre Fahey: A conspiração cabalista contra Deus e o homem

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Pe Denis Fahey

A sociedade moderna é o produto de uma conspiração cabalista (satânica) contra Deus e homem.


Ninguém demonstrou isso melhor do que Padre Denis Fahey (1883-1954) em seu livro
“The Kingship of Christ and the Conversion of the Jewish Nation” (A Realeza de Cristo e a Conversão da Nação Judaica).

Marie Henrie nos apresenta o homem e o trabalho dele.

Nascido na Irlanda em 3 de julho de 1883, Denis foi o mais novo de três filhos do devoto casal católico Timothy e Brigit Fahey. Um ávido leitor com um entendimento afiado, ele foi educado pelos Padres do Espírito Santo.

Denis Fahey juntou-se à Ordem em 1900 aos 17 anos e foi ordenado sacerdote em Roma em 1910.


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Papa São Pio X


O P. Fahey estudou profundamente a história do mundo em Roma e analisou o impulso ao “Modernismo” que se impõe à sociedade. Sem dúvida, ele foi influenciado pelas lutas do Papa São Pio X (à esquerda) cujos escritos incluíram: Lamentabili Sine exitu, Pascendi Dominici Gregis ambos em 1907, Notre Charge Apostolique em 1910 e O Juramento contra o modernismo 1910. O P. Fahey percebeu que o Papa estava lutando contra a filosofia secreta do modernismo, que é o naturalismo organizado.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Quarta Feira de Cinzas



Tendo revestido o cilício e deposto a sua coroa para

cobrir a cabeça de cinzas, a Igreja, nossa mãe,de ros-

to emaciado pelo jejum, une sua penitência ao poder

expiatório do sangue redentor, para invocar a misericór-

dia divina.




QUARTA-FEIRA DE CINZAS


A Igreja abre a Quaresma com a imposição das cinzas, lembrando, assim, aos fiéis a sua condição de mortais e vincando bem a necessidade de penitência.

Na primitiva Igreja, a programação duma penitência coletiva para os pecadores culpados de faltas graves e públicas, acompanhava o trabalho de preparação do catecúmeno para receber o batismo, no dia de Páscoa. Ao principiar a Quaresma, o bispo benzia os cilícios e as cinzas, e impunha-os aos penitentes, que durante quarenta dias expiavam as suas faltas <<in cinere et cilicio>>, na expectativa da reconciliação sacramental de Quinta-Feira Santa. A imposição das cinzas, como hoje a conhecemos, é uma extensão e transposição da antiga penitência pública: aquilo que, inicialmente, dizia respeito somente a uma categoria de fiéis, acabou por se aplicar a todos, perdendo, em consequência, o rigor primitivo.

A expiação tem a sua parte no esforço de purificação, que a Igreja nos instiga; porém, maior ainda, a da misericórdia divina. Leituras, cânticos e orações da imposição das cinzas, como as da missa que se lhe segue, convidam-nos a implorá-la confiadamente. Este esforço prosseguirá toda a Quaresma, na esperança de Páscoa e da alegria dos resgatados.

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

O jejum e a abstinência da Igreja


Jejum e abstinência no Novo Código de Direito Canônico de 1983.
Os dias e períodos de penitência para a Igreja universal são todas as sextas-feiras de todo o ano e o tempo da Quaresma [Cânon 1250]. A abstinência de carne ou de qualquer outro alimento determinado pela Conferência Episcopal deve ser observada em todas as sextas, exceto nas solenidades. [Cânon 1251].
A abstinência e o jejum devem ser observados na Quarta-feira de Cinzas e na Sexta-feira Santa. [Cânon 1252]. A lei da abstinência vincula a todos que completaram 14 anos. A lei do jejum vincula a todos que chegaram à maioridade, até o início dos 60 anos [Cânon 1252].

Tempo da Quaresma

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EXPOSIÇÃO DOGMÁTICA.            Pelo jejum e outros exercício de penitência, a Quaresma vai associar-nos ao Salvador de maneira efetiva. Mas não há Quaresma que valha, sem esforço pessoal de retificação da vida e de a viver com mais fidelidade, reparando, por qualquer privação voluntária, as negligências de outros tempos. Paralelamente a este esforço, que exige de cada um de nós, a Igreja ergue diante de Deus a cruz de Cristo, o Cordeiro de Deus, que tomou sobre Si os pecados dos homens, e que é o verdadeiro preço de nossa Redenção. À medida que nos aproximamos da Semana Santa, o pensamento da Paixão tornar-se-á predominante, até chegar o momento de prender por completo a nossa atenção. Já desde o começo da Quaresma, ela nos está presente, e é em união com os sofrimentos de Cristo que o exército vai entregar-se à “santa quarentena”, indo ao encontro da Páscoa com a alegre certeza de partilhar da Ressurreição do Senhor.


“Eis o tempo favorável, eis os dias da salvação.” A Igreja apresenta-nos a Quaresma nos mesmos termos com que apresentava outrora aos catecúmenos e aos penitentes públicos, que se preparavam para as graças pascais do batismo e da reconciliação sacramental. Para nós, como para eles, a Quarentena deve ser um longo retiro, um treino, em que a Igreja nos exercita na prática de uma vida cristã mais perfeita. Aponta-nos o exemplo de Jesus e, através do jejum e da penitência, associa-nos aos seus sofrimentos, para nos fazer participar da Redenção.

Lembremo-nos que não estamos isolados, nem somos os únicos em causa nesta Quaresma, que ora se empreende. É todo o mistério da Redenção que a Igreja põe em ação. Fazemos parte dum conjunto imenso, em que somos solidários de toda a humanidade resgatada por Jesus Cristo. A liturgia do tempo não se cansará de o recordar. Nas matinas de domingos, as lições do Antigo Testamento, continuam a lembrar os largos traços, a história do povo judeu, em que se consignam os desígnios de Deus acerca da salvação de todo o gênero humano: o afastamento de Esaú em benefício de Jacob (não é linhagem terrestre, mas a escolha gratuita, agora estendida a todas as nações, que faz os eleitos); José, vendido por seus irmãos e salvando o Egito, é Jesus salvando o mundo, depois de ser rejeitado e traído pelos seus; Moisés, que arranca o seu povo à escravidão e o conduz à terra prometida, é Jesus que nos liberta do cativeiro do pecado e abre as portas do céu. Os evangelhos não são menos eloquentes: a narrativa da tentação de Jesus, mostra o segundo Adão, novo chefe da humanidade, a contas com as astúcias de Satanás, mas esmagando-o com o seu poder divino; a parábola do homem armado e expulso, por um mais forte, do domínio que usurpara, é ainda afirmação da vitória de Cristo.

domingo, 11 de fevereiro de 2018

O Choro da Bala Perdida

                                                                                 Dom Lourenço Fleichman OSB
Todos os dias, na cidade do Rio de Janeiro, acontecem tiroteios, confrontos entre policiais e bandidos, nas favelas e periferias. Todos os dias há mortos, há dramas, há choro.
A população da cidade e do país fica submetida a uma série de pressões, de stress, de medos. Vivemos assim e, como em toda guerra, procuramos levar a vida dentro de certa normalidade.
Acontece que, invariavelmente, essas situações dramáticas apresentam cenas muito parecidas, eu diria mesmo repetitivas, diante do olhar distraído de todos, sem que as pessoas pareçam saber como lidar com elas.
Os personagens do drama
Procuremos acompanhar o fato:
Em razão de alguma investigação, ou de algum chamado emergencial, ou por alguma denúncia, policiais entram nesses becos dominados por bandidos, pelo tráfico de drogas, de poder, de influência. Invariavelmente são recebidos a bala!
Eis, pois, dois personagens iniciais do nosso drama: bandidos e policiais. Se fosse um jogo de crianças, chamariam de “polícia e ladrão”. Mas não é! É vida real. Então são policiais e bandidos.
Quem são os bandidos? Contrariamente à opinião geral, os bandidos não são moradores do local. Não estão ali porque constituiram família, onde construíram com esforço suas casas, de onde saem todos os dias para trabalhar. Não moram. Escolheram aquele ponto elevado por motivos estratégicos, em razão da eficácia do seu comércio ilícito e do poder que querem exercer sobre determinado território. Ocupam aquele morro, aquela favela, pelo mesmo motivo que um general, analisando o seu campo de batalha, escolhe uma posição estratégica favorável para a defesa de sua posição e para o ataque ao inimigo.
O bandido está no morro por um ato de guerra. Esse é o nosso primeiro personagem.
O segundo personagem é o policial. Como vimos, chegou ali por motivos diversos. Mas, diferentemente do bandido, o policial mora num determinado bairro, talvez mesmo numa favela, mas mora em sua casa, com sua família, e dessa casa ele sai para o seu trabalho honesto e heróico, todos os dias, pondo em risco a sua vida para a proteção da nossa.
Antes que alguém ponha em dúvida a honestidade desse profissional, apresso-me a dizer que a fraqueza de alguns policiais não altera a ordem do drama. Corrupto ou honesto, ele está na favela porque foi ali mandado por seu superior para um trabalho árduo, perigoso e sem muitas perspectivas. Aceitemos, pois, esse detalhe: fazem parte da polícia e estão ali por obediência a seus princípios e aos seus superiores.
Voltemos ao drama.
Hoje a história se passou na favela Nova Holanda, ontem na Rocinha, ou no Jacaré. A polícia entrou porque os bandidos estão ali, e fizeram algum mal a alguém. Quando isso ocorrre na vida normal dos homens, chama-se a polícia. Ela existe para isso, para socorrer os inocentes desarmados, e entregues à maldade dos bandidos. Assinalemos mais essa evidência: a polícia é obrigada a ir na favela em virtude de sua função social de proteção da sociedade. Ela não tem escolha. E ela vai porque os bandidos são maus e fazem maldades reais. Não estão num filme americano, estão na vida de uma guerra sem tréguas que jogaram sobre suas cabeças.
Querem saber como se sente um policial que entra pelos becos da favela? Vejam esse depoimento feito por um policial de verdade:
“Sempre que andava na Rocinha lembrava do que os policiais me falavam - Você está vendo todos esses becos, essas casas informes, esse emaranhado de caos e desordem. Agora imagine andar por aí na expectativa de dar de cara com um fuzil. De onde ele vem? Quando vem? Para onde olhar? Qual lugar é seguro? Qual janela não é uma ameaça? Qual daquelas pessoas não é criminosa?”
“Claro que os jornais não falam disso. É como se as operações policiais cariocas devessem ocorrer em contextos de plena normalidade. A polícia deveria se pautar por regras, procedimentos operacionais padronizados etc. Chegam ao ridículo de dizer que não se pode chegar atirando sem aviso, como se um fuzil exigisse uma cena de filme policial americano. "– Parado, ou eu atiro!"   
Adivinhe, leitor: na notícia dessa noite, mais uma vez os policiais foram recebidos sob rajadas de tiros de fuzil, de metralhadora, ou de qualquer outro aparato de guerra presente nos domínios dos bandidos.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Tecnologia e Magia nas mãos do Anticristo


por Daniel Francisco Giaquinta


Tradução de Airton Vieira – A imagem de seu rosto em todo o mundo ao mesmo tempo
A figura do Anticristo[1] é uma verdade revelada. Como São João Evangelista o descreve reinante desde seu tempo, os Padres da Igreja –com essa autoridade que o Espírito Santo lhes deu para ensinar a Palavra de Deus– o viram como um movimento, como uma espécie de anti-igreja que trabalha contra Jesus Cristo e seu Pequeno Rebanho.

Mas também a figura do Anticristo adquire presença individual e pessoal nos relatos de São Paulo, por exemplo. Contudo, a Patrística e os Santos Doutores nos ensinam que não há contradição entre São João e São Paulo. Tranquilamente um movimento produz seu líder e este leva à plenitude o movimento que o engendrou.
Assim temos na Sagrada Escritura e na Tradição que uma falsa doutrina anticristã será potencializada pelo filho da perdição até chegar a uma grande apostasia[2].  Que aquele “filhinhos meus, não ameis o mundo nem o que há no mundo…” se torna a melhor síntese plástica da ideologia culminante do Anticristo: “…porque no mundo há concupiscência da carne, concupiscência dos olhos e soberba da vida”, explica São João em sua Primeira Carta. A carne como imagem plástica dos prazeres sensuais e venéreos que alagam ao homem; a sinédoque dos olhos deleitando-se no brilho do ouro e do Dinheiro que atrai a fama e os aplausos com a possibilidade de ter tudo nesta vida que é a única; e por fim, vem o objetivo de coroar tudo sendo dono de tudo, de pôr um nome aos fatos como eu quero e não como são, de ser como deuses criadores de uma nova natureza:  a soberba da nova “moral” do Anticristo. Já está entre nós, dizia o Águia de Patmos, esse mundo mundano antropocêntrico com filosofia gnóstica e fins materiais de moral subjetivista que combate o Reino e algum dia terminará enganando a quase todos com a “grande apostasia” precedente da Besta do Mar.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Meditações sobre o carnaval

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Blasfêmias, uso do nome de Deus em vão, profanação de dias santos, nudismo, embriaguês, roubo, adultério, fornicação, sexo antinatural, gente drogada, homicídios, esse ambiente que não passa de um lamaçal de porcos, é considerado  como locais de “alegria” pelos  escravos das paixões carnais, o pior é que organizações ditas católicas fazem um blasfemo carnaval “cristão” como se houvesse união entre luz e trevas.

Ora, as obras da carne são estas: fornicação, impureza, libertinagem, idolatria, superstição, inimizades, brigas, ciúmes, ódio, ambição, discórdias, partidos, invejas, bebedeiras, orgias e outras coisas semelhantes. Dessas coisas vos previno, como já vos preveni: os que as praticarem não herdarão o Reino de Deus!(Gálatas 5:19-21)

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Maçons criaram os Estados Unidos para o advento da Nova Ordem Mundial

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Mostraremos agora detalhes da história dos EUA que são escondidos propositadamente pelos intelectuais da direita maçônica, irmã dialética que se apresenta falsamente como oposição da esquerda marxista (comunista).

Democracia e liberdade são ilusões que gradualmente se dispersam como a névoa da manhã.


Nossos governos recorrem a banqueiros cabalistas (maçônicos) para crédito como crianças pedindo sua mesada.

Os governos são apenas um véu para esses banqueiros. Pessoas “bem-sucedidas” são seus agentes.

Maçons controlam todas as instituições sociais importantes: governo, mídia, corporações, militares, justiça, educação. Eles são o “estado profundo”. A humanidade está sendo reenrolada para servir os banqueiros cabalistas e seu deus Lúcifer em sua plantação mundial.

Como o historiador Bernard Fay explica abaixo, os Estados Unidos foram criados para implementar esta agenda que está por trás da política externa dos EUA.

A maioria dos americanos zombam da menção de conspiração, eles não sabem que seu país foi criado pela Maçonaria. Maçons redigiram a Constituição e assinaram a Declaração de Independência. Os “índios” que derramaram o chá no porto eram maçons. Assim como Paul Revere e Minutemen, George Washington e a maioria de seus generais. O marquês de Lafayette foi evitado até se juntar aos maçons. Pelo menos 20 dos 42 presidentes dos EUA eram "Irmãos".

A Maçonaria é a Igreja de Satanás, mascarada como uma ordem filantrópica mística fraterna. Frente aos banqueiros centrais Illuminati (Maçônicos & Cabalistas Judeus) que iniciaram os EUA como um veículo para avançar sua Nova Ordem Mundial. Nas palavras do ancião maçônico Manley P. Hall, “também devemos aperfeiçoar o plano dos tempos, estabelecendo aqui a maquinaria para uma fraternidade mundial de nações e raças”. ( "The Secret Destiny of America" , 1944, p.3)

Os maçons ofereceram aos americanos ideais - liberdades civis, igualdade de oportunidades e nenhuma tributação sem representação - que ainda são válidos. Mas tudo foi tentativa projetada para ganhar poder. Como você pode ter notado, essas promessas não foram destinadas a serem mantidas. Os políticos não nos representam. São maçons e representam os objetivos da Maçonaria, ou seja, a tirania do mundo judeu cabalista.

A maioria dos historiadores não vai dizer isso. Nas palavras de Upton Sinclair: “É difícil conseguir que um homem compreenda algo quando seu salário depende de não entender isso”.

Mas houve um historiador que revelou a verdade. Bernard Fay (1893-1978) era um francês educado em Harvard. Ele é considerado um “anti-Maçom” porque seu livro de 1935, “Revolution and Freemasonry: 1680-1800” (Revolução e Maçonaria: 1600-1800) é um dos poucos a revelar a extensão da participação maçônica nos EUA e revoluções francesas.

Ele teve acesso aos arquivos maçônicos nos EUA e na Europa. Seu livro é realmente um retrato simpático da Maçonaria sem referências à sua natureza oculta. No entanto, ele posteriormente ajudou os nazistas a identificar os maçons durante a Segunda Guerra Mundial. Ele foi preso após a guerra, mas perdoado em 1952 por Charles De Gaulle.