segunda-feira, 27 de julho de 2026

Um imigrante islâmico condenado deixa uma mulher morta e 16 feridos



A polícia alemã identificou um suspeito com ideologia islâmica em conexão com o ataque com veículo em massa que ocorreu na noite de sábado durante as celebrações do Orgulho LGBT em Berlim, um ataque que deixou uma pessoa morta e 16 feridas. As autoridades continuam investigando o incidente para esclarecer os fatos.

Segundo o jornal alemão Tagesspiegel, o principal suspeito é Abdul B., um indivíduo conhecido pelas autoridades por suas ligações com círculos islamistas. Ele havia sido libertado da prisão em maio passado, após cumprir pena em um centro de detenção juvenil. Ele foi localizado depois que a polícia realizou buscas sem sucesso em uma residência perto do Parque Tiergarten, conforme confirmado à Agência de Imprensa Alemã (DPA) pelo porta-voz da polícia, Florian Nath.


O incidente ocorreu por volta das 22h, quando uma van branca entrou na área onde milhares de pessoas participavam das comemorações do Dia do Orgulho LGBTQIA+. O veículo atropelou um grupo de participantes, matando uma pessoa, apesar das tentativas de reanimação dos serviços de emergência, e ferindo outras 16, várias delas em estado grave.

Florian Nath explicou que, até o momento, as autoridades contabilizaram 17 pessoas diretamente afetadas pelo ataque e reconheceram que alguns dos feridos permanecem em estado crítico. Ele também observou que a investigação está em andamento para determinar as circunstâncias exatas do incidente e confirmar se outras pessoas estiveram envolvidas.

O prefeito de Berlim, Kai Wenger, condenou o ataque e foi até o local, próximo ao Portão de Brandemburgo. O ataque lançou uma sombra sobre um dia festivo em que centenas de milhares de pessoas participaram do Christopher Street Day (CSD), nome dado às celebrações do Orgulho LGBTQIA+ na Alemanha.

Alerta digital - un inmigrante islamista condenado deja una muerta y 16 heridos tras embestir con su vehiculo a la multitud en el desfile del orgullo en berlin 

OBS: Não acham incrível o silêncio das feministas e de todos os grupos que dizem defender as mulheres e os gays? 

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