sexta-feira, 4 de março de 2016

Outro Sacramento sob ataque de Francisco, dessa vez; a Confissão




ENCONTRO COM OS MISSIONÁRIOS DA MISERICÓRDIA
DISCURSO DO PAPA FRANCISCO
Sala Régia
Terça-feira, 9 de Fevereiro de 2016




  Queridos irmãos sacerdotes, boa tarde!


Com grande prazer me encontro convosco antes de vos entregar o mandato para serdes Missionários da Misericórdia. Este é um sinal de especial relevância porque caracteriza o Jubileu, e permite que em todas as Igrejas locais se viva o mistério insondável da misericórdia do Pai. Ser Missionário da Misericórdia é uma responsabilidade que vos é confiada, porque vos pede para ser testemunhas em primeira pessoa da proximidade de Deus e do seu modo de amar. Não é o nosso modo, sempre limitado e às vezes contraditório, mas o seu modo de amar e, o seu modo de perdoar, que é precisamente a misericórdia. Gostaria de vos oferecer algumas reflexões breves, para que o mandato que recebereis possa ser cumprido de maneira coerente e como uma ajuda concreta para as muitas pessoas que se aproximarem de vós.


Antes de tudo, desejo recordar-vos que neste ministério sois chamados a exprimir a maternidade da Igreja. A Igreja é Mãe porque gera sempre novos filhos na fé; a Igreja é Mãe porque nutre a fé; e a Igreja é Mãe inclusive porque oferece o perdão de Deus, regenerando para uma nova vida, fruto da conversão. Não podemos correr o risco de que um penitente não sinta a presença materna da Igreja que o acolhe e ama. Se faltar esta percepção, por causa da nossa rigidez, seria um dano grave em primeiro lugar para a própria fé, pois impediria que o penitente se visse inserido no Corpo de Cristo. Além disso, limitaria muito o seu sentir-se parte de uma comunidade. Ao contrário, nós somos chamados a ser expressão viva da Igreja que como mãe acolhe quem quer que se aproxime dela, sabendo que por seu intermédio somos inseridos em Cristo. Ao entrar no confessionário, recordemo-nos sempre que é Cristo que acolhe, é Cristo que ouve, é Cristo que perdoa, é Cristo que doa a paz. Somos os seus ministros; e os primeiros a ter necessidade de sermos perdoados por Ele. Portanto, seja qual for o pecado que é confessado — ou que a pessoa não ousa dizer, mas faz de modo que o entendamos, é suficiente — cada missionário está chamado a recordar a própria existência de pecador e a pôr-se humildemente como «canal» da misericórdia de Deus. E confesso-vos fraternalmente que para mim é uma fonte de alegria a recordação daquela confissão que no dia 21 de Setembro de 1953 reorientou a minha vida. O que me disse o sacerdote? Não me lembro. Só recordo que me sorriu e depois não sei o que aconteceu. Mas é acolher como pai...

quinta-feira, 3 de março de 2016

O Anticristo e o Katechon



Como será o Anticristo? Sabemos que em Paulo, nas cartas de João e Apocalipse, encontramos em todos os lugares, várias premonições de uma realidade que a tradição Católica tem identificado como (cito aqui um livro Teologia) “o príncipe do mal virá e reinará sobre o mundo no fim dos tempos antes da vinda definitiva do Filho do Homem, que estabelecerá o Novo Céu e Nova Terra”.

Muitas vezes, os crentes pensavam que esta figura misteriosa poderia ser identificada em um personagem histórico sangrento: Nero, Átila, Napoleão, Lênin, Stalin e Hitler.

No entanto, há também uma tradição cristã, embora apenas uma minoria, que define o perigoso  Anticristo ( “homem do pecado” e “filho da perdição” São Paulo) na imitação solapada de uma persuasiva e atrativa realidade e não na violência e no sangue. O livro publicado em 1907 de Robert H. Benson, o Senhor do Mundo,  mostra que o Maior Adversário de Jesus Cristo se apresenta sob o disfarce de “humanista”, um mestre de tolerância , de pluralismo, irenismo e de ecumenismo; Será um corruptor sorridente, porém, um antagonista estridente do Evangelho;
um aniquilador de dentro, em vez de um assaltante de fora.

terça-feira, 1 de março de 2016

Einstein e a prova racional da existência de Deus


Introdução do blog: “Porquanto o que se pode conhecer de Deus eles o lêem em si mesmos, pois Deus lho revelou com evidência.

Desde a criação do mundo, as perfeições invisíveis de Deus, o seu sempiterno poder e divindade, se tornam visíveis à inteligência, por suas obras; de modo que não se podem escusar”. (Romanos 1:19-20)

 

 A notícia da evidência de ondas gravitacionais, causou euforias. Ela tem sido enfatizada por todos os meios de comunicação do mundo como um dos avanços da época.


Todos têm repetido que tal evidência nos fornece, finalmente, a confirmação experimental do que Albert Einstein já havia sugerido em sua Teoria da Relatividade Geral.


Ele abriu um horizonte sem precedentes para a ciência; mas apenas os especialistas neste trabalho podem intuir o futuro cenário da pesquisa: o público em geral e os meios de comunicação não são capazes de compreender toda a importância científica deste evento.


O "caso Einstein" pode e deve ser entendido em todas as suas implicações e não pode ser reduzida apenas à narração banal e festiva da genialidade deste cientista extraordinário.


E foi ele, de fato, ao acompanhar as suas teorias - que revolucionaram a ciência - com as considerações que nos afetam como seres humanos, do mistério do universo e, finalmente, da nossa mente, em busca de Deus. Podemos dizer, como veremos, que tudo se baseia no que o próprio Einstein escreveu.


Em primeiro lugar deve-se dizer que Einstein era, essencialmente, um físico teórico. Enquanto o físico experimental constrói (precisamente) experimentos com tecnologia sofisticada para determinar os fenômenos, o físico teórico, partindo da hipótese, chega, através de equações matemáticas, enunciar as leis da físicas ainda não verificadas experimentalmente.


Por isso, o famoso estudo de Einstein sobre a relatividade, tinha previsto uma série de fenômenos e realidades físicas, cuja existência efetiva tem sido contrastada apenas em anos subsequentes.


A última e clamorosa confirmação é, precisamente destes dias. Mas muitas outras coisas intuídas por Einstein por meio teórico, já havia demonstrado sua existência na realidade. E isso tem revolucionou a física até mesmo na nossa própria vida cotidiana.


Todavia, há ainda um aspecto que escapa de todo este evento.

sábado, 27 de fevereiro de 2016

Monsenhor Galarreta: “Acho que o Papa vai seguir o caminho de reconhecimento unilateral.”

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Monsenhor Galarreta





Dom Alfonso de Galarreta deu uma palestra na Bailly, perto de Versalhes, em 17 de janeiro de 2016. Ele descreveu a situação atual da Igreja e informou aos ouvintes do atual estado das relações entre Roma e a Fraternidade São Pio X. Ele havia dirigido a comissão de teólogos da Fraternidade de São Pio X nas discussões doutrinais com Roma entre 2009 e 2011. os trechos mais significativos de sua palestra, transcrita por DICI.


Um agravamento da crise de fé que desperta reações públicas


Na primeira parte, o Bispo Galarreta constata que se desenvolve em Roma <<um desejo de tirar todas as consequencias contidas nos princípios do Concílio Vaticano II>>. As ideias conciliares de ecumenismo,  liberdade religiosa e da colegialidade até agora adquirida pelas autoridades romanas, é a moral que agora foi afetada por alguma forma de evolucionismo: <<Isto já é realidade para o dogma, para a verdade (de acordo com os progressistas); isso é realidade para o ecumenismo, para a liberdade religiosa, para a colegialidade, todo o espírito revolucionário Liberal ... então por que não para moral também? Basicamente, foi uma incoerência de não aplicar a evolução na moralidade também”, esta última é obrigada a se adaptar também>> em função da vida do homem, a moral, as leis, a evolução as coisas ... ".
No entanto, o prelado argentino reconheceu que diante deste desastre, uma reação se manifesta, <<Agora é na Igreja oficial atual que começa a aparecer reações. E as reações que variam em profundidade, porque alguns se dão conta, que existe um problema doutrinal, um problema de fé. Eles percebem que há um problema também no magistério pós-conciliar e conciliar. Eles começam a fazer perguntas e, o que é muito importante, eles entendem que para se opôr a esta ruptura total com a Tradição tem que reagir, e necessariamente se opor às autoridades que são os promotores de tais erros. Assim, vemos cardeais, bispos, sacerdotes e leigos que estão começando a responder, na direção certa, e, por vezes, muito firmemente.>>

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Justo protesto de católicos contra blasfêmia

  A zombaria e a ofensa são próprias dos orgulhosos; a vingança os espreita como um leão. (Eclesiástico 27, 31)
 

Estatuetas de santos com rostos e vestes de personagens famosos vendidas em loja de Brasília (Foto: Ana Smile/Divulgação)Fotos do site G1




Desde 2015 uma página do Facebook (Santa Blasfêmia) vem produzindo e divulgando pequenas estatuetas satirizando a fé católica. Constitui-se, pois, um ato de vilipêndio de objeto de culto religioso. Esta página produz, divulga e comercializa estatuetas de personalidades católicas (santos), todavia, com suas vestes e fisionomia alteradas (com a fantasia do Batman, Mulher Maravilha, Malévola etc.). As características fundamentais destas estatuetas foram dadas pela Igreja Católica há pelo menos alguns milhares de anos. O seu uso indevido, além de ser contra a ética, constitui-se como um ato de violência à dita Instituição, bem como ao meu sentimento religioso. Venho, então, por meio deste expressar minha denúncia de infração contra o Artigo 208 do Código Penal brasileiro.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

São Matias - Apóstolo

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24 de Fevereiro
(calendário tradicional)




O grego Matthias (ou, em alguns manuscritos, Maththias), é um nome derivado de Mattathias, hebraico Mattithia, significa “dom do Senhor.” São Matias foi um dos setenta discípulos de Jesus, e tinha estado com ele desde seu batismo por João até a Ascensão (Atos 1: 21-22). Está relatado em (Atos 1: 15-26) que, nos dias após a Ascensão, Pedro propôs aos irmãos reunidos, que contavam em cento e vinte, que se escolhesse um para preencher o lugar do traidor Judas no apostolado. Dois discípulos, José, chamado Barsabás, e Matias foram selecionados, e, disto, houve um sorteio com o resultado a favor do Matias, que assim se juntou aos onze Apóstolos.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Imagem de Nossa Senhora Aparecida fica intacta em meio a um incêndio



Imagem de Nossa Senhora Aparecida intacta / Foto: Facebook Anderson Batista

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Quantos filhos devemos ter? Generosidade e confiança em Deus...























Crescei e multiplicai-vos, e enchei a terra... (Gênesis 1:28)


Esta questão do título, agora é uma questão de “aterradora” para a maioria dos matrimônios católicos recentes e namorados católicos que estão prestes a se casar. Para quem tem fé em Deus e que trata de cumprir  os seus mandamentos e agradar-Lhe, essa carta é para vocês. Mas por que  a questão do título é aterradora para vocês? Porque a resposta correta é: os filhos que Deus quiser dar-lhes! E agir de acordo com essa resposta não é fácil ou simples, envolve muitos problemas e sacrifícios. Sim, eu sinto muito, mas essa é a resposta certa! Não, eu não sou louco, nem tenho fumado maconha, nem desconheço os múltiplos métodos artificiais e naturais de controle de natalidade, e programas do governo sobre planejamento familiar. Sim, já pensei sobre a superpopulação e eu acho que ainda falta muito para que chegue e, antes disso, ou Deus tem ação direta sobre o assunto, por exemplo, diminuindo o ritmo natural da procriação, ou homens encontrarão soluções éticas na terra ou fora dela ou acontecerá o fim do mundo. Também já pensei se “antes de se podia, era outros tempos,  agora é impossível, está tão cara vida!”, e sejamos sinceros: antes e depois houve e haverá tempos melhores e piores, isso não é uma justificação não é a verdadeira causa do terror a resposta.

A causa real é o próprio homem, os homem e as mulheres de hoje: a ignorância, o egoísmo, o hedonismo, a sua falta de fé e confiança em Deus e do amor a Deus para cumprir fielmente sua vontade. Sim, é uma questão de generosidade e confiança em Deus, como  disse o Papa Pio XII. Nos parece isso tão importante e tão claro que escolhemos para esta página. O planejamento familiar e controle de natalidade são um insulto à Providência.

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Meios para se guardar a castidade no namoro/noivado

Capítulo do Livro Fiançailles Chrétiennes (1956), do Padre François Dantec.


Alguns conselhos práticos ou os principais meios de guardar a castidade durante o noivado

Os noivos devem saber que a castidade nem sempre é fácil durante o noivado, sobretudo quando este é demasiadamente prolongado. Todavia, eles devem também estar convencidos de que esta castidade lhes será sempre possível, com a ajuda da graça de Deu, com a qual eles poderão sempre contar.
 Para guardar a castidade durante todo o noivado, lhes será preciso cumprir certas condições e pôr em prática certos meios sem os quais eles só poderiam chegar a lamentáveis fracassos.


As condições necessárias.

Antes de mais nada, eles devem ambos ter o sentido da, a estima e o amor pela castidade. E devem saber, ainda, que Deus nunca pede o impossível… e que, a todas as almas sinceras e que rezam, Ele dá a força de realizar o que Ele ordena.

Porém, por causa da força dos impulsos carnais, a virtude da castidade só pode ser mantida sob uma dupla condição: primeiramente uma atitude de esforço e de luta; em seguida ­- e sobretudo – uma vida sobrenatural intensa alimentada pela oração e pela recepção frequente da Penitência e da Eucaristia.

sábado, 20 de fevereiro de 2016

A música do diabo



Hoje em dia, a música escutada pela grande maioria dos jovens é de origem satânica. Gêneros de Rock and Roll, Pop, Hip Hop, Rap, Funk, Heavy Metal e tudo o que se escuta na MTV e canais semelhantes, são  músicas do diabo. Estou sendo extremistas fazendo tal afirmação? Se o leitor pensa assim, deixe-me, pelo menos, explicar as razões que me levam a dizer isso, e então cada um decidi por si mesmo. Nesta primeira parte do trabalho que eu proponho examinar as raízes do Rock and Roll, o seu impacto revolucionário na sociedade, e as primeiras estrelas dos anos 50 e 60.
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Vejamos as origens do rock and roll, começando com a sua etimologia. O termo, embora originalmente cunhado em canções marítimas nos anos 30 degenerou em uma referência velada à fornicação. Foi o locutor de rádio, Alan Freed, que popularizou o nome em referência ao novo gênero, uma fusão de Rhythm and blues, swing e outros estilos. Um dos mais importantes expoentes do novo estilo que exerceu uma grande influência sobre músicos do rock mais tarde, que muitos chamam de “avô do Rock”, foi o cantor e guitarrista Robert Johnson (1911-1938). Eles dizem que este personagem misterioso, gravou somente 29 músicas, que muito pouco é conhecido, e que morreu em circunstâncias misteriosas aos 27 anos (inaugurando uma verdadeira tradição no mundo Rock), adquiriu sua habilidade na guitarra, graças a um pacto com Satanás . Isto é confirmado pelas letras de sua música Crossroad Blues, que narra o encontro com Satanás em uma encruzilhada; “dar-lhe-ei fama e dinheiro em troca da sua alma” e o jovem músico aceita o acordo. Na canção Me and the devil blues, Johnson conta o que pode ser facilmente interpretado como o demônio aparecendo numa manhã para cobrar a sua parte do negócio. Isto é o que ele diz :

“Esta manhã cedo
Quando você bateu na minha porta
De manhã cedo, OOH
Quando você bateu na minha porta
Eu disse: “Olá, Satanás
Eu acho que é hora de ir






A realização de Freed era estender a iniciante música rock para um público branco, enquanto o blues  tinha sido sempre uma música exclusivamente do público negro. O primeiro grande sucesso de Rock and Roll, que fez o gênero um fenômeno de massa, veio em 1954 com Rock Around the Clock de Bill Haley e a maior revolução social dos tempos modernos havia nascido.

Com o auge de Elvis Presley se originou uma nova tendencia na música: a idolatria das estrelas do rock por seus seguidores ou “fãs”, uma palavra derivada de “fanáticos”.. Bastava Elvis subir no palco para que hordas de adolescentes entrasse em êxtase. Pode-se dizer que, em sua presença seus fãs caíam em uma espécie de transe, perdendo completamente o controle de suas ações. Este efeito fascinante por si só seria suficiente para nos alertar contra a música rock, porque a perda da vontade, com a consequente perda de inibições morais, é um sinal inequívoco do demoníaco, e desde então tem sido uma constante na música rock e todos os gêneros derivados. Eu acho que é uma combinação de vários elementos que produzem o efeito alienante nos “iniciados” do culto Rock and Roll. Além de adorar o ídolo no palco, os movimentos bruscos e espasmódicos da dança e a pulsação inexorável de um ritmo sincopado, hipnotizam os participantes. Se somarmos a isso o consumo massivo de álcool e outras drogas, temos um coquetel extremamente perigoso, que é perfeitamente desenhado para estimular nos adeptos às baixas paixões e despertam todos os tipos de luxúria e  maldade.






Isto é assombrosamente semelhante ao que os antigos descreviam do culto a Dionísio, que os romanos conheciam como bacanais. As sessões desse culto foram caracterizados por forte consumo de vinho e narcóticos (na época eram utilizados cogumelos alucinógenos), uma música muito rítmica de efeito hipnotizante e danças frenéticas que produzem nos iniciados um estado de desenfreio que terminava em orgias e todos os tipos de crimes. No século II aC, o senado romano achou por bem proibir os bacanais, considerando que ameaçava a ordem moral e pública. Deve-se lembrar que estamos falando de um império pagão. Hoje, os governos pós-cristãos e anticristãos, longe de proibirem os bacanais modernos, os organizam e subsidiam com nossos impostos.

O que mais chocou a opinião pública conservadora na hora das performances de Elvis não eram seus ritmos e suas letras (na verdade, as letras são um componente pouco da sua música), mas as suas contorções pélvicas de conotação sexual claras, algo nunca antes visto o momento. Seus movimentos obscenos escandalizou a tal ponto que, quando aprareceu em 1957  no programa de televisão, Ed Sullivan Show, por decência, só se mostrou apenas da cintura para cima. Que distantes parecem aqueles tempos! Agora em qualquer canal, a qualquer momento, se veem mulheres semi-nuas, em exposição e contorcendo-se da forma mais grotesca, de modo lascivo, crianças dançando de forma lasciva sem o menor constrangimento, e todos batendo palmas e sorrindo, como a coisa mais normal . Na verdade, o grotesco tornou-se “normal”.