sábado, 27 de fevereiro de 2016
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
Justo protesto de católicos contra blasfêmia
A zombaria e a ofensa são próprias dos orgulhosos; a vingança os espreita como um leão. (Eclesiástico 27, 31)
Desde 2015 uma página do Facebook (Santa Blasfêmia) vem produzindo e divulgando pequenas estatuetas satirizando a fé católica. Constitui-se, pois, um ato de vilipêndio de objeto de culto religioso. Esta página produz, divulga e comercializa estatuetas de personalidades católicas (santos), todavia, com suas vestes e fisionomia alteradas (com a fantasia do Batman, Mulher Maravilha, Malévola etc.). As características fundamentais destas estatuetas foram dadas pela Igreja Católica há pelo menos alguns milhares de anos. O seu uso indevido, além de ser contra a ética, constitui-se como um ato de violência à dita Instituição, bem como ao meu sentimento religioso. Venho, então, por meio deste expressar minha denúncia de infração contra o Artigo 208 do Código Penal brasileiro.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
São Matias - Apóstolo
24 de Fevereiro
(calendário tradicional)
O grego
Matthias (ou, em alguns manuscritos, Maththias), é um nome derivado de Mattathias,
hebraico Mattithia, significa “dom do Senhor.” São Matias foi um dos setenta
discípulos de Jesus, e tinha estado com ele desde seu batismo por João até a
Ascensão (Atos 1: 21-22). Está relatado em (Atos 1: 15-26) que, nos dias após a
Ascensão, Pedro propôs aos irmãos reunidos, que contavam em cento e vinte, que se
escolhesse um para preencher o lugar do traidor Judas no apostolado. Dois
discípulos, José, chamado Barsabás, e Matias foram selecionados, e, disto,
houve um sorteio com o resultado a favor do Matias, que assim se juntou aos
onze Apóstolos.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
Imagem de Nossa Senhora Aparecida fica intacta em meio a um incêndio
Imagem de Nossa Senhora Aparecida intacta / Foto: Facebook Anderson Batista
SÃO PAULO, 23 Fev. 16 / 12:30 pm (ACI).- Uma casa em Dracena (SP) foi destruída por um incêndio na segunda-feira, 22. Mas, em meio às cinzas e aos materiais queimados, uma cena comoveu o bombeiro que atuou na ocorrência e logo teve grande circulação na internet: uma imagem de Nossa Senhora Aparecida que ficou intacta.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
Quantos filhos devemos ter? Generosidade e confiança em Deus...
Crescei e multiplicai-vos, e enchei a terra... (Gênesis
1:28)
Esta questão do título,
agora é uma questão de “aterradora” para a maioria dos matrimônios católicos recentes
e namorados católicos que estão prestes a se casar. Para
quem tem fé em Deus e que trata de cumprir os seus mandamentos e agradar-Lhe, essa carta
é para vocês. Mas
por que a questão do título é aterradora
para vocês? Porque
a resposta correta é: os filhos que Deus
quiser dar-lhes! E
agir de acordo com essa resposta não é fácil ou simples, envolve muitos
problemas e sacrifícios. Sim, eu sinto muito,
mas essa é a resposta certa! Não,
eu não sou louco, nem tenho fumado maconha, nem desconheço os múltiplos métodos
artificiais e naturais de controle de natalidade, e programas do governo sobre
planejamento familiar. Sim,
já pensei sobre a superpopulação e eu acho que ainda falta muito para que
chegue e, antes disso, ou Deus tem ação direta sobre o assunto, por exemplo,
diminuindo o ritmo natural da procriação, ou homens encontrarão soluções éticas
na terra ou fora dela ou acontecerá o fim do mundo. Também
já pensei se “antes de se podia, era
outros tempos, agora é impossível, está
tão cara vida!”, e sejamos sinceros: antes e depois houve e haverá tempos
melhores e piores, isso não é uma justificação não é a
verdadeira causa do terror a resposta.
A causa real é o próprio
homem, os homem e as mulheres de hoje: a ignorância, o egoísmo, o hedonismo, a
sua falta de fé e confiança em Deus e do amor a Deus para cumprir fielmente sua
vontade. Sim,
é uma questão de generosidade e confiança em Deus, como disse o Papa Pio XII. Nos
parece isso tão importante e tão claro que escolhemos para esta página. O
planejamento familiar e controle de natalidade são um insulto à Providência.domingo, 21 de fevereiro de 2016
Meios para se guardar a castidade no namoro/noivado
Capítulo do Livro Fiançailles Chrétiennes (1956), do Padre François Dantec.
Alguns conselhos práticos ou os principais meios de guardar a castidade durante o noivado
Os noivos devem saber que a castidade nem sempre é fácil durante o noivado, sobretudo quando este é demasiadamente prolongado. Todavia, eles devem também estar convencidos de que esta castidade lhes será sempre possível, com a ajuda da graça de Deu, com a qual eles poderão sempre contar.
Para guardar a castidade durante todo o noivado, lhes será preciso cumprir certas condições e pôr em prática certos meios sem os quais eles só poderiam chegar a lamentáveis fracassos.
As condições necessárias.
Antes de mais nada, eles devem ambos ter o sentido da, a estima e o amor pela castidade. E devem saber, ainda, que Deus nunca pede o impossível… e que, a todas as almas sinceras e que rezam, Ele dá a força de realizar o que Ele ordena.
Porém, por causa da força dos impulsos carnais, a virtude da castidade só pode ser mantida sob uma dupla condição: primeiramente uma atitude de esforço e de luta; em seguida - e sobretudo – uma vida sobrenatural intensa alimentada pela oração e pela recepção frequente da Penitência e da Eucaristia.
sábado, 20 de fevereiro de 2016
A música do diabo
Hoje em dia, a música
escutada pela grande maioria dos jovens é de origem satânica. Gêneros de Rock
and Roll, Pop, Hip Hop, Rap, Funk, Heavy Metal e tudo o que se escuta na MTV e
canais semelhantes, são músicas do diabo.
Estou sendo extremistas fazendo tal afirmação? Se o leitor pensa assim,
deixe-me, pelo menos, explicar as razões que me levam a dizer isso, e então
cada um decidi por si mesmo. Nesta primeira parte do trabalho que eu proponho
examinar as raízes do Rock and Roll, o seu impacto revolucionário na sociedade,
e as primeiras estrelas dos anos 50 e 60.
Vejamos as origens do rock and roll, começando
com a sua etimologia. O termo, embora originalmente cunhado em canções
marítimas nos anos 30 degenerou em uma referência velada à fornicação. Foi o
locutor de rádio, Alan Freed, que popularizou o nome em referência ao novo
gênero, uma fusão de Rhythm and blues,
swing e outros estilos. Um dos mais
importantes expoentes do novo estilo que exerceu uma grande influência sobre
músicos do rock mais tarde, que muitos chamam de “avô do Rock”, foi o cantor e
guitarrista Robert Johnson (1911-1938). Eles dizem que este personagem
misterioso, gravou somente 29 músicas, que muito pouco é conhecido, e que
morreu em circunstâncias misteriosas aos 27 anos (inaugurando uma verdadeira
tradição no mundo Rock), adquiriu sua habilidade na guitarra, graças a um pacto
com Satanás . Isto é confirmado pelas letras de sua música Crossroad Blues, que narra o encontro com Satanás em uma
encruzilhada; “dar-lhe-ei fama e dinheiro
em troca da sua alma” e o jovem músico aceita o acordo. Na canção Me and the devil blues, Johnson conta o que
pode ser facilmente interpretado como o demônio aparecendo numa manhã para
cobrar a sua parte do negócio. Isto é o que ele diz :“Esta manhã cedo
Quando você bateu na minha porta
De manhã cedo, OOH
Quando você bateu na minha porta
Eu disse: “Olá, Satanás
Eu acho que é hora de ir”
A realização de Freed era estender a iniciante música rock para um público branco, enquanto o blues tinha sido sempre uma música exclusivamente do público negro. O primeiro grande sucesso de Rock and Roll, que fez o gênero um fenômeno de massa, veio em 1954 com Rock Around the Clock de Bill Haley e a maior revolução social dos tempos modernos havia nascido.
Com o auge de Elvis Presley se originou uma nova tendencia na música: a idolatria das estrelas do rock por seus seguidores ou “fãs”, uma palavra derivada de “fanáticos”.. Bastava Elvis subir no palco para que hordas de adolescentes entrasse em êxtase. Pode-se dizer que, em sua presença seus fãs caíam em uma espécie de transe, perdendo completamente o controle de suas ações. Este efeito fascinante por si só seria suficiente para nos alertar contra a música rock, porque a perda da vontade, com a consequente perda de inibições morais, é um sinal inequívoco do demoníaco, e desde então tem sido uma constante na música rock e todos os gêneros derivados. Eu acho que é uma combinação de vários elementos que produzem o efeito alienante nos “iniciados” do culto Rock and Roll. Além de adorar o ídolo no palco, os movimentos bruscos e espasmódicos da dança e a pulsação inexorável de um ritmo sincopado, hipnotizam os participantes. Se somarmos a isso o consumo massivo de álcool e outras drogas, temos um coquetel extremamente perigoso, que é perfeitamente desenhado para estimular nos adeptos às baixas paixões e despertam todos os tipos de luxúria e maldade.
Isto é assombrosamente
semelhante ao que os antigos descreviam do culto a Dionísio, que os romanos
conheciam como bacanais. As sessões
desse culto foram caracterizados por forte consumo de vinho e narcóticos (na
época eram utilizados cogumelos alucinógenos), uma música muito rítmica de
efeito hipnotizante e danças frenéticas que produzem nos iniciados um estado de
desenfreio que terminava em orgias e todos os tipos de crimes. No século II aC,
o senado romano achou por bem proibir os bacanais, considerando que ameaçava a
ordem moral e pública. Deve-se lembrar que estamos falando de um império pagão.
Hoje, os governos pós-cristãos e anticristãos, longe de proibirem os bacanais
modernos, os organizam e subsidiam com nossos impostos.
O que mais chocou a
opinião pública conservadora na hora das performances de Elvis não eram seus
ritmos e suas letras (na verdade, as letras são um componente pouco da sua
música), mas as suas contorções pélvicas de conotação sexual claras, algo nunca
antes visto o momento. Seus movimentos obscenos escandalizou a tal ponto que,
quando aprareceu em 1957 no programa de
televisão, Ed Sullivan Show, por
decência, só se mostrou apenas da cintura para cima. Que distantes parecem
aqueles tempos! Agora em qualquer canal, a qualquer momento, se veem mulheres
semi-nuas, em exposição e contorcendo-se da forma mais grotesca, de modo
lascivo, crianças dançando de forma lasciva sem o menor constrangimento, e
todos batendo palmas e sorrindo, como a coisa mais normal . Na verdade, o
grotesco tornou-se “normal”.sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
A moda feminina
Escuta e
Reflete!
Breves
Pensamentos Morais
Em tempos de shorts e saias
curtas, calças coladas, decotes nos bustos e nas costas, biquines etc. é sempre
bom recordar, principalmente para as católicas, o perigo que correm suas almas
de se condenarem eternamente.
1º Ponto:
Antes não existias. Dentro de 100 anos onde estarás... Ou no Paraíso ou no
Inferno! Qual é o fim da tua vida?... Dar ao Criador a prova de amor, com a
observância de sua Lei. A vida não é
prazer; é luta contra as paixões, contra Satanás e as máximas perversas do
Mundo. Para vencê-los precisamos
da ajuda de
Deus, que se
obtêm com a Oração e com
os Sacramentos. O fruto da vida
cristã é a paz do coração, a resignação na dor, e depois, o Paraíso.
2º Ponto:
No toca disco ficam impressas as ondas sonoras... cantos delicados ou
grosseiros... palavras santas ou inconvenientes... Assim, no livro da tua vida
permanecem escritos: os bons pensamentos ou os maus, as conversas morais ou
imorais, as obras boas ou as más. Depende de ti escrever somente o bem.
3º Ponto:
O rio corre; a cada momento se avizinha do mar. A tua vida foge: cada dia que
passa é um de menos que te fica sobre a terra; todo o dia é um passo em direção
do cemitério. Não queres pensar nisto? És tola! Imita as virgens prudentes!
4º Ponto:
Sabe que a alma vale mais que o corpo. Por
que tanta solicitude com o mísero corpo e tanto desleixo com a alma? Aprende a
ser mais sábia!
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
A necessária castidade durante o namoro
A necessária pureza entre namorados. Evidentemente, a primeira razão para se guardar a castidade no namoro é observar o sexto mandamento, evitando o pecado mortal e sua consequente perda da graça. Nossa razão reconhece e Deus nos ensina que a união entre um homem e uma mulher deve ter em vista a procriação. Todavia, não basta a procriação, pois é preciso também educar a prole. Para educar bem os filhos, é preciso que haja o matrimônio. Portanto, a união entre o homem e a mulher deve se realizar somente dentro do casamento, para que a primeira finalidade dessa união seja assegurada de forma adequada.
A segunda razão para que os namorados mantenham a castidade é com a finalidade de que façam uma boa escolha, uma escolha realmente lúcida e livre. Um dos fatores que mais arrastam o nosso reto juízo, desviando-o da adequação à realidade, são as paixões desordenadas. Quando julgamos afetados por essas paixões, nossa inteligência e nossa vontade são como que arrastadas a julgar em conformidade com tais paixões. Portanto, a falta de castidade entre os namorados vai conduzi-los a julgar não conforme à realidade, mas conforme às paixões. Eles não conseguirão considerar adequadamente a estima mútua, a simpatia, a confiança e o acordo sobre o ideal que devem ter. Eles tenderão a julgar simplesmente seguindo a inclinação dessas paixões desregradas. Em virtude das paixões, ele quererão permanecer juntos e tenderão facilmente a julgar que todas as condições que mencionamos na segunda parte estão presentes, ou não darão a devida importância a essas condições.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
A maçonaria no Império de Bonaparte
| Napoleão Bonaparte |
Vimos a derrubada da
civilização cristã projetada por volta do fim do século XVI, almejada por uma
sociedade secreta que, de geração em geração, ano indicado pelos Humanistas,
desenvolvido pelos Enciclopedistas, definitivamente determinado pelos
Iluministas e posto em execução pelos Jacobinos.
Sufocada no sangue do
Terror e na lama do Diretório, a franco-maçonaria não pôde erguer o Templo da
Humanidade sobre as ruínas da Igreja da França, que ela tinha destruído.
A Igreja se reergueu. A
franco-maçonaria não renunciou a seu projeto. Ela novamente se aplicou a ele
desde os primeiros dias do império. A cada ano ela aumentou o círculo de sua
ação; e no momento atual ela tem a garantia de consegui-lo desta feita, tanto
mais certamente quanto ela conhece o que a fez fracassar no século XVIII.
Ela quis aniquilar toda a
ordem de coisas existente, religião, sociedade e propriedade, e substituí-la
pelo estado puro da natureza. Ele não pôde. O Império foi uma reação que a
Restauração acentuou. Nós veremos a maçonaria, sob os governos que vão se
suceder, trabalhar para estorvar suas boas intenções e paralisar seus esforços
para o bem, inspirá-los para o mal e nisso secundá-los; depois, enfim, a assenhorear-se
do poder, e então perseguir abertamente a realização dos desígnios que os enciclopedistas,
os franco-maçons e os iluministas tinham concebido.
A reação se deu,
inicialmente, na ordem religiosa.
O catolicismo não pudera
ser inteiramente sufocado. Sua doutrina e sua moral não tinham deixado de viver
numa multidão de corações, e o seu culto não deixara de ser praticado, mesmo com
perigo de vida. Assim que aquele que concebeu a ideia e que se impusera o poder
para restabelecer uma certa ordem na sociedade quis pôr-se ao trabalho, compreendeu
que, para reerguer a França de suas ruínas era preciso, necessariamente, começar
pela restauração do culto. Mas, que
culto? Nenhum outro que não o católico teria sido aceito, nenhum outro teria
sido viável. Todo o mundo o percebia bem, e Napoleão melhor que qualquer um.
Ora, o culto católico só podia ser restaurado pelo Papa: daí a necessidade de
entender-se com ele. Napoleão percebeu-o e logo encetou as negociações que
deveriam redundar na Concordata de 1801. No entanto, a franco-maçonaria estava
sempre presente e ela absolutamente não renunciava ao projeto de liquidar o
catolicismo e com ele a civilização cristã. Vamos revê-la, pois, trabalhando para
isso, não mais com a impetuosidade de 1793, mas discretamente, lentamente, e, pensava
ela, com mais segurança.
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