Por: Durval Cardoso
Para melhor
entendermos o motivo da perseguição religiosa na Nicarágua, é sempre bom
compreender o contexto político de décadas passadas para que não fiquemos refém
do superficialismo dos jornais televisivos, fonte de desinformação oficial das
massas.
Durante uma parte
do século XX, a Nicarágua era governada pela família Somoza. Existia no país,
uma conjuntura social de pobreza, analfabetismo, desigualdade e corrupção,
excelente cenário para os revolucionários satânicos comunistas se apresentarem
como defensores do povo. Era o cenário ideal para instalar uma ditadura
anticristã em um país tradicionalmente católico (como toda a América Latina).
No início dos
anos de 1960, surge no país o principal grupo de oposição, o grupo guerrilheiro
FSLN (Frente Sandinista de Libertação Nacional), inspirado nas ideias
revolucionárias do comunista Augusto César Sandino, morto pela Guarda Nacional
do país na década de 1930.
Nesse mesmo
início de década em que apareceu o FSLN, ocorreu também na Igreja Católica o
Concílio Vaticano II, conduzido por maçons e comunistas infiltrados no clero,
renegaram a doutrina tradicional da Igreja para transformá-la em um instrumento
de apoio para as causas revolucionárias, já que, essas causas
maçônicas-comunistas são condenadas pela Igreja, pois, na essência, o objetivo
é renegar Cristo e preparar para o reino do anticristo.







Introdução do Roma de sempre: 


