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terça-feira, 14 de abril de 2026

Trump fora de controle ataca Leão XIV

 



O ataque gratuito de Trump ao Papa, que respondeu com igual clareza, desperdiça o legado de apoio que muitos católicos tinham pelo presidente americano e desperta suspeitas, enquanto a perspectiva de aniquilar toda a civilização do Irã cheira a proximidade com a ideologia sionista.

"Não tenho intenção de entrar em debate com ele", encerrou assim o triste capítulo dos ataques do presidente americano contra o Papa Leão XIV. E a frase soa mais como desprezo do que como apaziguamento.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

O suicídio assistido de homens e nações

 


A cultura contemporânea da morte tem suas manifestações mais recentes no chamado suicídio assistido, atualmente tema de debate em alguns países europeus. O caminho para a legalização do homicídio/suicídio, iniciado há cinquenta anos com a introdução do aborto na legislação ocidental, chegou à sua conclusão lógica.

O suicídio, que consiste no ato voluntário e deliberado pelo qual uma pessoa tira a própria vida, é mais grave que o homicídio porque, ao contrário deste, não permite o arrependimento. É verdade que podem haver exceções. O santo Cura d'Ars consolou uma mulher que havia cometido suicídio, dizendo-lhe que entre a ponte de onde se atirou e a água em que se afogou, teria tido a oportunidade de se arrepender. A possibilidade de que, nos momentos finais de sua vida, como resultado de uma iluminação divina, uma pessoa que comete suicídio possa se arrepender de seu ato não pode ser excluída. Por essa razão, o novo Catecismo da Igreja Católica afirma que "Não devemos desesperar da salvação eterna daqueles que tiraram a própria vida" (n. 2283). No entanto, tratam-se, obviamente, de casos excepcionais. A moral não se aplica às exceções, mas à natureza do próprio ato humano.

domingo, 25 de janeiro de 2026

O Rosário, solução aos problemas internacionais


Atualmente, a situação internacional é tão dramática e complexa que não há outra solução senão aquela que a Virgem nos indicou em Fátima, em 1917: o Santo Rosário.

A devoção ao Rosário é frequentemente considerada uma oração puramente individual, ou no máximo familiar, mas também possui uma dimensão pública. O costume de rezá-lo não só ajuda os indivíduos a resolverem os problemas e dificuldades que enfrentam na vida, sejam materiais ou espirituais; tem um alcance social que se estende à vida das comunidades e nações.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2025

Antecedentes de Donald Drumpf's na Chabad Lubavith

    

Donald Trump e seu pai, Fred


Pessoas que deveriam saber melhor acham que Donald Trump é algum tipo de salvador. O artigo abaixo revela que Donald Trump é um membro de longa data da conspiração judaica- maçônica-satânica: "Donald Trump é nada menos que um espetáculo secundário e um falso curandeiro medieval que oferece milagres baratos e soluções, ILUSÕES, para os problemas da América aqui e no exterior."

A oposição judaica é projetada para dar credibilidade a Trump, como no golpe bancário de 1932.

A Chabad são fariseus renascidos. Muitos fariseus pertenciam ao grupo ocultista judaico, a "Cabala" satânica.

Credo dos Illuminati:

"Um judeu não foi criado como um meio para algum outro propósito; ele próprio É o propósito, já que a substância de todas as emanações divinas foi criada SOMENTE para servir aos judeus." Líder do Chabad Lubavitch, "The Great Rebbe". Rabino Menachem Mendel Schneerson

Donald Drumpf (Trump):

segunda-feira, 3 de junho de 2024

Bitcoin trará mesmo a liberdade?

 


O Bitcoin atingiu um máximo histórico de US$ 72.000 outro dia. Sem dúvida, isso despertará a ganância em muitas pessoas e levará a uma alta de US$ 100 mil ou mais em algum momento deste verão. Talvez até mais cedo. Mas alguém está perguntando por que isso está acontecendo e, mais importante, por que agora?

Não possuo Bitcoin pela simples razão de que não se baseia em nada de valor. Não há moedas, nem bits, nem nada.

Então, se formos honestos, a primeira coisa que temos que concordar é que o Bitcoin é tão inútil quanto as tulipas que levaram a Holanda à falência no século XVII. Naquela época, o preço de uma tulipa era igual ao custo de cinco casas médias.

Na verdade, pensando bem, o Bitcoin vale ainda menos do que uma tulipa do século XVII, porque as tulipas podem ser cultivadas e são bonitas de se ver. Bitcoin não existe de jeito nenhum. Seu valor é baseado inteiramente na percepção do público. E se você sabe alguma coisa sobre a percepção pública, então sabe que tal percepção é SEMPRE errada e leva mais pessoas à ruína do que qualquer outra coisa. Basta ver quantas pessoas estão mortas ou gravemente feridas (pelas picadas salvadoras) devido à percepção pública da recente farsa do vírus (chinês).

segunda-feira, 31 de julho de 2023

Matrimônio e divorcismo (combate histórico da Igreja)

 




Não existe na história verdadeira um único caso em que a Igreja Católica tenha anulado um casamento legitimamente contratado e consumado. As histórias falsificadas citam destes fatos, porém são pura invenções de maldade, são calúnias, puras invenções maldosas sem fundamentos.

Não se deve confundir anulação de um casamento com declaração de nulidade.

Um médico, encontrando um doente, diagnosticando-o, não anula a saúde do doente, mas declara apenas a existência da moléstia.

quarta-feira, 19 de abril de 2023

Matrimônio e divorcismo (O divórcio e a lei antiga, o evangelho e a Igreja)

 



O divórcio e a lei Antiga

 

Para o católico tudo é simples. Deus ordena: tem, pois, ser obedecido. Caso não houvesse lei natural e nem social que o obrigasse, bastaria a lei divina para orientar sua vida.

“Pouco importam, dizia São João Crisóstomo, a lei do divórcio votadas pelos governos seculares, não são essas leis que nos julgarão, mas a Lei Divina”.

A Lei de Deus é positiva. Cria o homem à sua imagem e semelhança. Mandou um sono profundo a Adão, e criou-lhe uma companheira, indicando-lhe e fazendo-o promulgar ele mesmo a lei que deve presidir a união dos esposos: “O homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher e serão dois numa só carne” (Gen 2, 24).

É a indissolubilidade do matrimônio solenemente afirmada, e pela mesma lei é o divórcio formalmente condenado. É condenado não por ser intrinsecamente mau, mas, extrinsecamente.

Deus proibiu, e eis por que ele é um mal. Se Deus retirasse a proibição, o divórcio deixaria de ser um mal perante a Deus.

No decurso do século da Lei antiga, devido a corrupção do paganismo, o Soberano legislador chegou a atenuar momentaneamente o rigor da sua lei. Tolerou o divórcio, durante algum tempo, embora com muitas reservas para limitá-los.

 

terça-feira, 20 de dezembro de 2022

Os inimigos da Igreja: A franco-maçonaria (parte III, final)

 


                                                                    



5º As armas da Maçonaria

 

Quais são as armas da Maçonaria contra a Igreja?

Emprega cinco principais: 1º, a imprensa; 2º, a tribuna; 3º, as associações, 4º, o poder civil; 5º, escolas neutras.

 

1) A imprensa. A Maçonaria espalha profusamente suas monografias, seus livros, particularmente suas más revistas e seus romances e folhetins. Se acreditarmos nesses escritos, o liberalismo representa tudo o que há de mais belo, nobre, grandioso: liberdade, igualdade, fraternidade, progresso, civilização, ciência, etc. A Igreja, ao contrário, representa apenas o que há de menor, mais estreito e mais ignóbil: tirania, escravidão, intolerância, barbárie, etc. Com essas mentiras, a má imprensa perverte a inteligência e corrompe os corações.

Todos os dias ele explora nos jornais as faltas reais ou imaginárias dos pastores da Igreja, para fazê-las cair sobre a própria Igreja e torná-la odiosa. Quanto aos seus benefícios, às suas obras de caridade, aos numerosos exemplos de virtude dados por seus sacerdotes e seus fiéis, a imprensa maçônica guarda o mais profundo silêncio, e se há, é para negá-los, diminuí-los ou ridicularizá-los.

Sob o pretexto da ciência, ataca implacavelmente as doutrinas da Igreja, ora negando-as, ora tentando ridicularizá-las com ironia e sarcasmo. No espírito do fraco e do ignorante, ele está destruindo pedaço por pedaço todo o edifício da fé católica.

A Maçonaria lisonjeia os maus instintos com produções imorais e os incita à cólera contra a Igreja que os condena. É moralmente impossível que um leitor regular de tal imprensa não seja preenchido, a longo prazo, com todos os tipos de erros e prevenções.

O que dizemos da imprensa se aplica ao teatro, cuja influência para o mal é ainda mais temível.

 

quarta-feira, 30 de novembro de 2022

Os inimigos da Igreja: A franco-maçonaria (parte II)

                                                                   





4º Os estragos da Maçonaria

 

A) É uma inimiga da Igreja Católica. A Maçonaria tem como objetivo a destruição do catolicismo e de todas as ideias religiosas, usando a mais pérfida das perseguições: a perseguição legal. Isso é demonstrado por muitas leis aprovadas na França e em outros Estados, que foram preparadas nas lojas e impostas ao país pelos maçons, que se gloriam nele. (Comentário do blog: Olhe para as leis antinaturais de hoje, e diga se o que este padre disse há cem anos não é verdade, olhe para as instituições que as promovem em todos os estados, a quem essas instituições obedecem.)

Tais foram as resoluções tomadas em um evento realizado em 11 de junho de 1879; “É preciso descristianizar a França por todos os meios possíveis, mas, sobretudo, estrangulando o catolicismo, pouco a pouco; todos os anos, com novas leis contra o clero, até o fechamento das igrejas.”

Para enganar os homens de bem, a Maçonaria esconde seus propósitos sob as palavras bombásticas de secularização, laicização, e dá a liberdade de consciência como pretexto para suas leis.

1º) Já vimos (nº 186), que o Estado deve ser cristão, reconhecer Jesus Cristo como Rei, a Igreja como Mãe e o Evangelho como Estado de direito. A Maçonaria quer que o Estado seja ateu e completamente hostil à Igreja. Tem secularizado os poderes públicos em muitas nações, proclamando o ateísmo oficial com a supressão da lei dominical, orações públicas e até procissões. Todo ato público de religião é considerado por ela um crime, o que o torna indigno dos favores do Estado.

quarta-feira, 19 de outubro de 2022

Os inimigos da Igreja: A franco-maçonaria (parte I)


 



Existem duas cidades no mundo: A Cidade de Deus e a Cidade de Satanás. Entre os dois reinos uma luta incessante, e o homem deve lutar por Deus ou por Satanás, pelo bem ou pelo mal, pela verdade ou pela mentira.

Em todas as épocas, a cidade de Satanás se opôs à Igreja, a cidade de Deus; o mesmo acontece nos tempos modernos.

A cidade de Satanás tem uma doutrina que se opõe ao Evangelho: é a doutrina que o Concílio Vaticano I chama de racionalismo ou naturalismo com todos os erros relacionados. Nós refutamos esses erros, disfarçados sob o nome mais moderno de liberalismo.

Em todas as épocas, a cidade de Satanás se opôs à Igreja, se opôs ao sacerdócio católico, um corpo de homens militantes que lutam pelo naturalismo; são as sociedades secretas incluídas na denominação geral de FRANCO-FRANCO-MAÇONARIA.

Quem são os principais inimigos da Igreja?

sexta-feira, 23 de setembro de 2022

Matrimônio e divorcismo (a grande objeção, remédio, cura e morte)

 




Aqui temos diante de nós a grande objeção dos divorcistas. Formulemo-la e demos-lhe a resposta exata. Pela indissolubilidade do vínculo matrimonial, uma quantidade de infelizes, que não combinam com o consorte, está condenada a uma vida lamentável, sem outra esperança de libertação a não ser a morte.

Tal é, em sua brutalidade, às vezes verdadeiras, a objeção pessimista, e tal objeção à primeira vista impressiona; mas examinemos bem o caso, sem nada exagerar, nem diminuir.

É certo: a indissolubilidade sacrifica a vida dos casados infelizes. É triste, é duro, é quase desesperador para um homem viver ao lado de uma mulher, carrancuda, raivosa, linguaruda, sem carinho, sem amor ou qualquer outro agravante.

Não é menos horrível para uma mulher viver ao lado de um homem, brutal, jogador, bêbado, grosseiro, materialista, boêmio infiel, colérico ou qualquer outro agravante. Basta um destes vícios para envenenar a vida de uma esposa e fazer dela uma mártir a fogo lento e devorador. É um purgatório!

segunda-feira, 4 de julho de 2022

Matrimônio e divorcismo (O divórcio excepcional, tese da indissolubilidade e tese divorcista)

 





O divórcio excepcional

 

O que acabo de dizer é a condenação formal, radical e absoluta da união livre. A união livre, enquanto comporta  relações heterossexuais sem matrimônio, é uma verdadeira fornicação, de que São Paulo disse: “Sabei que nenhum fornicador receberá em herança o reino de Cristo e de Deus (Ef: 5,5).

Mas uma outra questão apresenta-se aqui. Admitindo-se que o matrimônio seja necessário, não se pode, em certos casos admitir o divórcio?

Certo é que as duas teses sendo opostas uma à outra, não podem ambas ser verdadeiras: uma é falsa, a outra, verdadeira.

Para os divorcistas, o matrimônio é um contrato bilateral, nascido do consentimento das partes; e por este título, concluem eles, ele pode, como qualquer contrato bilateral, tomar fim pelas causas que o ocasionaram.

Tal raciocínio é legalmente exato, porém a base do raciocínio é falsa...

O matrimônio não é um simples contrato; é mais que um contrato: é uma lei da natureza, uma lei social e uma lei divina. O regime do matrimônio é determinado pela sua determinação de sua finalidade.

O regime perfeito não existe neste mundo, onde tudo é contingente e imperfeito; devemos, pois, adotar o regime normal, estabelecido pelo autor da natureza; e este regime normal constitui uma lei geral que rege a instituição do matrimônio.

Mas poderá esta lei geral admitir uma exceção, por certas razões graves? Sim; se tais exceções são compatíveis com o bem prosseguido da lei. Não, se tais exceções, não podem, em prática, ser admitidas sem arruinar a própria lei.

Temos, pois, diante de nós a dupla tese      da indissolubilidade e a do divórcio.

 

quarta-feira, 16 de março de 2022

Matrimônio e divorcismo (teoria divorcista, instituição matrimonial e tese sociológica)

 





A Igreja combate o divórcio, porque é um atentado contra a lei natural, social e religiosa, embora o atentado não alcance diretamente os católicos (os católicos formados).

Estes últimos não se contentam com o contrato civil, que tem apenas efeitos civis, mas recebem o sacramento do matrimônio. Ora, este sacramento é indissolúvel, e não é alçada do poder civil, de modo que o católico considera sempre o casamento indissolúvel, qualquer que seja a atitude dos legisladores civis.

Entretanto, é certo que o sacramento recebe do contrato civil uma nova segurança, um apoio, embora não tenha nada de comum com ele no terreno da religião. Um católico não pode contentar-se com o contrato civil; tem de casar-se perante Deus.

Sendo assim, o contrato civil exclusivo é apenas o casamento dos que não são católicos, e nada faz à instituição divina do sacramento.

A Igreja deve, entretanto, combater o divórcio, como devem combater os homens honrados, porque a Igreja deve defender para todos a lei natural e a lei social, indiretamente ligadas à lei divina.

Os próprios protestantes, que não tem o sacramento do matrimônio, são obrigados a reconhecer a indissolubilidade do casamento; de modo que o divórcio é, como sempre foi, o ideal, a grande aspirações dos gozadores, dos boêmios, dos libertinos. Esta sim, é a verdade inegável.

Analisemos aqui as diversas teses, para, do meio da confusão, salientar a única tese da verdade.

 

I. A teoria divorcista

 

No fundo, apesar de todo palavrório paradoxal dos divorcistas o divórcio resume-se na seguinte teoria: A finalidade do matrimônio é procurar sensações, é p prazer e o gozo.

No dia em que, por uma razão qualquer, tais sensações deixarem de existir, o matrimônio não terá mais razão de ser. A ruptura absoluta e definitiva entre os cônjuges será a coisa mais lógica do mundo.

E os filhos? Sua educação? O escândalo? São uns tantos preconceitos! Procuro outro companheiro ou companheira e tenho razão.

A lama?... A lama não suja mais, visto que o divórcio foi inventado para que agente se deleite na lama sem se sujar.

A sua esposa deixou de agradar-lhe? Não se incomode; o legislador  reserva-lhe todos os meios de separação: é só escolher.

Incompatibilidade de gênio... rusgas precoces... adultério comprovado, estão a alçada de todas as fraquezas, de todas as covardias, de todas a covardias, de todas as traições.

Entre os romanos pagãos, isto era costume, era lei como os divorcistas fizeram hoje na sociedade. Agente casa-se na esperança de divorciar; o divórcio é como fruto do matrimônio. Mudam a lei e não podem fazer outra coisa senão a lei do adultério.

Com a religião nupcial o pudor desaparece; e os mesmos homens, as mesmas mulheres que excitavam a admiração do mundo pela sua pureza, excitam agora o espanto pela luxúria: estes fantasmas de uniões passageiras, todas baseadas em prazer e interesse, desgostam-se do matrimônio e esgotam a fonte da vida. A população diminuiu, e Roma não teve mais soldados para defender-se das invasões dos bárbaros.

A santidade do matrimônio é sacrificada à paixão, diante da qual todo joelho deve dobrar-se.

A luz, a civilização, o progresso, a própria ciência, parecem demonstrar que a solidez das instituições sociais está subordinada aos caprichos, às fantasias, aos apetites baixos dos homens.

Outrora pensava-se o contrário. Ensinava-se que a salvação e a estabilidade da sociedade deviam dominar os impulsos da natureza, e que o matrimônio, em particular, era destinado a meter um freio ao furor das ondas.

Mas tudo isto, grita o divorcista moderno, é preconceito, idiotice e escravidão. Seja tudo submergido, engolfado; esta é a lei do divórcio.

O divorcista, para legitimar a sujeira do divórcio, raciocina como segue: A lama só pode sujar quem estiver limpo; volvendo-se na lama... não há mais sujeira: é sujo sobre sujo, lama sobre lama; tudo fica sujo... e, o contraste entre o limpo e o sujo não existindo mais, permanece apenas uma questão de palavras; o sujo não existindo  mais, tudo é limpeza: a própria lama é a limpeza.

 

domingo, 9 de fevereiro de 2020

Satanistas usam guerras mundiais para superar as resistências

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Os Papas contra os Judeus

Os Illuminati instigaram a Primeira Guerra Mundial  para esmagar a resistência ao governo mundial dos judeus maçônico ("globalismo".)

As duas guerras mundiais foram organizadas pelo cartel do banco central para destruir e desmoralizar  as nações brancas onde a resistência a essa  escravidão é maior. Esão eles
planejando uma terceira guerra mundial para esse fim?

"A guerra já não tem uma função revolucionária? Guerra? Desde [1870] toda guerra foi um passo gigantesco em direção ao comunismo." - Christian Rakovsky, membro dos Illuminati, The Red Symphony

"O indivíduo fica deficiente ao se deparar com uma conspiração tão monstruosa que ele não pode acreditar que ela exista". J. Edgar Hoover

"Estamos no meio de uma fase da história na qual as nações serão redefinidas e seus futuros fundamentalmente alterados". --Rupert Murdoch 24 de fevereiro de 2009


quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

Corona vírus - motivação financeira ou depopulação (ou ambos) ?

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A Fundação Bill e Melinda Gates co-organizou um exercício de pandemia no final de 2019 que simulava um surto global de coronavírus.

Eles também acabaram financiando o grupo que possui a patente do vírus mortal e estão trabalhando em uma vacina para resolver a crise.

Em 19 de junho de 2015, o Pirbright Institute, financiado pelo governo do Reino Unido, apresentou um pedido de patente para o coronavírus vivo, que foi aprovado em 20 de novembro de 2018.

Por suspeita, um "financiador primário" do Instituto Pirbright é a Fundação Bill e Melinda Gates.

Especificamente, a Fundação Bill e Melinda Gates doou US $ 189.232 ao Instituto Pirbright em uma doação de 2013 visando "melhorar nossa compreensão e uso efetivo das ferramentas e medidas atuais de controle (incluindo vacinas) contra a praga dos pequenos ruminantes e a febre aftosa , duas doenças graves que afetam o gado que são comuns nos países em desenvolvimento ".

Então, em novembro de 2019, o site do Instituto Pirbright publicou um artigo focado no financiamento da Fundação Bill & Melinda Gates de "um Centro de Anticorpos para Pecuária" no valor de US $ 5,5 milhões.

domingo, 15 de dezembro de 2019

Entendendo a direita e esquerda

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Otto Kahn

"Nós controlamos a esquerda e a direita" - Kuhn Loeb Banker.

Em uma conversa franca no jantar após a Primeira Guerra Mundial, o parceiro de Kuhn Loeb, Otto Kahn foi perguntado por que os banqueiros capitalistas apoiavam o comunismo.
Ele respondeu que ambos têm "um objetivo idêntico, refazer o mundo de cima pelo controle das riquezas, [Direita] e de baixo pela revolução [Esquerda.] "Eles são todos maçons (cabalistas).

Seu objetivo final é a deificação do cartel bancário Rothschild, que se apresentam como representantes do povo judeu.

Portanto, temos a facção comunista de esquerda (globalista, homossexual, migratória) e a facção sionista de direita (nacionalista, heterossexual) Israel está no ponto de apoio. Nenhum nacionalista é crítico de Israel.

“Purificaremos a idéia [de Deus], identificando-a com a nação de Israel, que se tornou seu próprio Messias. O advento disso será facilitado pelo triunfo final de Israel ..."
Otto Kahn (1869-1934) era sócio de Jacob Schiff e Paul Warburg no banco de investimentos mais influente da América, Kuhn Loeb.

Portanto, vale lembrar o que ele disse sobre a estratégia judaica dos Illuminati.
Em seu livro Geneva Versus Peace (1937), o Comte de St. Aulaire, embaixador da França em Londres entre 1920 e 24, recordou uma conversa no jantar com Otto Kahn, ocorrida logo após a Primeira Guerra Mundial. Essa exposição chocante está desaparecendo rapidamente da memória.

domingo, 24 de fevereiro de 2019

UNIVERSIDADE PARA TODOS X RESPEITO ÀS DIVERSIDADES


Por Airton Vieira*
(tonvi68@gmail.com)


Nota: Recentemente o Ministro da Educação Ricardo Vélez Rodríguez[1] se pronunciou sobre algo que desde que o homem é homem já se sabe, mas que com décadas de embrutecimento maciço já se desaprendeu, como desaprendemos o elementar de tudo: que as universidades não são para todos, estrito senso. Daí que o dito pronunciamento já mereça – pra ficar em uma interjeição atual – o “mimimi” de muitos, inclusive doutos. Lembrei-me então, após ouvir o Ministro, desse texto publicado há uns anos, que agora sofre pequenas mudanças para tornar-se apresentável ao leitor, porque somente sofrendo é que se cresce. Ei-lo:

Esta Comunicação objetiva debater uma prática cada vez mais difundida em nosso (pós)moderno sistema educacional, inserida no programa federal “Universidade para todos”. Ela se traduz no que Amilton Werneck cunhou como a política do “você finge que ensina e eu finjo que aprendo”.

Para auxiliar esta modesta contribuição, tomo inicialmente a citação de Carlos Ramalhete, em seu artigo “Universidade para quem?”:[2]

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

O plano de extermínio populacional da ONU




Toda a orientação e políticas da ONU estão se movendo em direção ao despovoamento do planeta. Não é uma piada. Segundo o programa "Agenda 21" e a oficial Christiana Figueres, esse organismo supranacional perseguiria a aniquilação biológica de 95% da população mundial. Os outros 5% esperam que sobreviva.

Para o efeito, foram já adotadas medidas diferentes: aborto maciço, medidas contraceptivas ... e, claro, uma variedade de recursos médicos e tecnológicos disponíveis para esta sinistra organização supranacional que já não esconde sua intenção de eliminar praticamente todas a espécie humana para formar, com os restantes 5%, sua cobiçada "Nova Ordem Mundial".

E espero que você não acredite que você ou seus filhos estarão nesse 5%. Ingenuidade mata.
Vamos examinar as provas:

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

A ofensiva satânica





 -
Tradução de Airton Vieira – É impressionante o avanço das seitas que se inspiram em Satanás, que invocam em sua ajuda a Satanás, que se servem de promessas e compromissos com Satanás, entregando-lhe sua alma.

Há muitos anos, o exorcista falecido Padre Gabriel Amorth nos pôs de sobreaviso: «Cada vez mais pessoas praticam o espiritismo ou entram em seitas satânicas, [o que] tem se tornado quase uma moda. Às vezes o fazem com inconsciência sem saber o que lhes espera, mas logo se veem obrigadas, não raro com terror, a sofrer as consequências, porque o Demônio não é entidade impessoal».
Não, não é o nome dado pelos psicanalistas ao mal abstrato que existe na sociedade, mas é uma pessoa concreta e como diz São Pedro «rugindo como um leão, buscando a quem devorar» (1 Pe 5, 8).
Por desgraça uma má teologia tem difundido -ainda na Igreja Católica- uma concepção abstrata do Demônio, que contrasta abertamente com o ensinamento do Evangelho. Se vemos o aumento do número dos que praticam o esoterismo ou entram nas seitas satânicas, é também porque a Igreja deixou de ensinar corretamente a doutrina sobre o Demônio, ensinada pela Escritura e conservada pela Tradição.

domingo, 13 de janeiro de 2019

ESJATOLOGIA E POLÍTICA

 Por Airton Vieira


Por que tumultuam as nações? Por que tramam os povos vãs conspirações? Erguem-se, juntos, os reis da terra, e os príncipes se unem para conspirar contra o Senhor e contra seu Cristo (...) “Sou eu – diz – quem me sagrei um rei em Sião, minha montanha santa” (...) Disse-me o Senhor: “Tu és meu filho, eu hoje te gerei. Pede-me; te darei por herança todas as nações; tu possuirás os confins do mundo. Tu as governarás com cetro de ferro, tu as pulverizarás como um vaso de argila”. Agora, ó reis, compreendei isso; instruí-vos, ó juízes da terra. Servi ao Senhor com respeito e exultai em sua presença; prestai-lhe homenagem com tremor, para que não se irrite e não pereçais quando, em breve, se acender sua cólera.
(Salmo II)

Permitam os leitores primeiramente esclarecer o porquê de Esjatologia com “j”. Sigo o jesuíta Alfredo Sáenz (1932-), que em El fin de los tiempos y siete autores modernos (Buenos Aires: Gladius, 2008 – tradução minha), diz: “O fazemos seguindo o Pe. Castellani, que observa que há duas palavras parecidas em espanhol, ambas provenientes do grego: escatológico, que significa pouco menos que “pornográfico”, – de scatos, que quer dizer excremento –, e esjatológico, que significa estudo das últimas coisas (ultimidades) – de ésjaton: o último.” É certo que escatos não possui somente este significado, mas como também o possui, optei pelo primeiro.

Com isso podemos ir ao x da questão, de forma sucinta, pois tantos já escreveram mais e melhor, merecendo maior atenção.

Li a pouco esta matéria[1], escolhida por seu título, que fala sobre a transferência de embaixadas de Tel Aviv para Israel, iniciada com o governo dos E.U.A [seguida do da Guatemala e, ao que tudo indica, do Brasil], mais como um ato teológico que político. Há outras fontes, igualmente tendenciosas, abordando o mesmo assunto: “variações do mesmo tema sem sair do tom”, como disse alguém. O que importará, para além do enfoque dado, é a notícia em si que reflete uma realidade objetiva, a da política movida pela teologia, antes de o ser pela sociologia, filosofia ou mesmo a psicologia. A ideia pode parecer excêntrica, o que não impede ter sido seriamente considerada por homens como Dostoiévski (1821-1881), que em novelas como Crime e Castigo, analisada por Sáenz na obra supracitada, ao tratar do crime, nos permite ler: