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quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Califórnia e a indústria da pornografia


Os incêndios mais devastadores da história da Califórnia ocorreram recentemente, deixando dezenas de mortos e mais de 1.300 desaparecidos. Conforme os dias passam, os números mudam. Os bombeiros ainda estão tentando apagar os incêndios. A fumaça atravessou os Estados Unidos do oeste para o leste.



I. A indústria pornográfica


Infelizmente o artigo mais abundante em nosso mercado é o negócio de pornografia. Ligue sua televisão e logo verá palavras, promessas, gestos, atitudes, posturas e comportamentos que destilam a pornografia. O mesmo acontece no cinema, pois há salas em que nenhum outro artigo é vendido do que a pornografia, dia e noite, diariamente. A mesma coisa através da música, há agora mais e mais letras pornográficas ousadas, que são ouvidas por todos, especialmente os mais jovens. O mesmo acontece em revistas especialmente nas capas e até nos jornais. Sem mencionar a internet. Isto é, a pornografia invadiu tudo.

Os “pornocratas”, que fazem negócios com a exploração da pornografia, lançam no ar, através da mídia, que "até agora a importância do sexo não foi cientificamente interpretada, que os preconceitos criados ao longo dos anos finalmente cessaram", séculos de repressão sexual, qualquer forma de expressar o amor fisicamente é válido, isso deve ser considerado normal entre pessoas que se amam, e que a culpa é causada por preconceitos morais e religiosos.

A divulgação da literatura pornográfica é apenas um dos sinais de uma crise mais ampla de valores morais, que afeta a sociedade contemporânea. A pornografia é imoral e, em última análise, antissocial, precisamente porque se opõe à verdade sobre a pessoa humana, criada à imagem e semelhança de Deus. Pela sua própria natureza, a pornografia nega o verdadeiro significado da sexualidade humana como um dom de Deus que quer abrir aos homens o amor a fim de compartilhar o trabalho criativo de Deus através da procriação responsável.

Ao reduzir o corpo a um mero instrumento para o prazer dos sentidos, a pornografia frustra o autêntico crescimento moral e prejudica o desenvolvimento de relacionamentos maduros e saudáveis.

Isso leva inevitavelmente à exploração de pessoas, especialmente aquelas que são mais vulneráveis, como é o caso - tragicamente evidente - da pornografia infantil.


quarta-feira, 7 de março de 2018

Moda Feminina





Há um belo livro de 120 páginas, que contêm três escritos de Don Dolindo Ruotolo, Don Giuseppe Tomaselli e Don Enzo Boninsegna, intitulado Pudore… se ci sei batte un colpo, [Pudor... Se estiver aí, dá um golpe] . Eu recomendo ler e ofereço algumas reflexões aos leitores.


O segundo escrito é do Pe. Giuseppe Tomaselli, datado de 1966 e intitulado Moda feminina.

O 9º Mandamento

O Autor começa imediatamente citando Jesus, que ensinou: “Aquele que olha para uma mulher para desejá-la já cometeu adultério com ela em seu coração” (Mt., V, 28). Ele então comenta: “Todos os olhos lançados sobre você com maldade são pecados cometidos. Tais pecados são imputáveis ​​a quem te olha, mas acima de tudo e, acima de tudo, são imputáveis ​​a você, se você é a causa voluntária, oh mulher”(p 41).

Educação para a decência

Em relação à educação para a decência, Don Tomaselli lembra que “ser muito tolerante com uma filha e, de fato, conceder-lhe a liberdade de se vestir desonestamente, significa favorecer sua sensualidade, ajudando-a a perder o senso natural de modéstia, que é a salvaguarda da pureza”(p. 45).

A praia é um lugar favorito para Satanás

Um dos “lugares favoritos de Satanás é a praia no período de verão. Aqui, a imoralidade é prolongada porque o mal, por sua enorme difusão, não aparece mais como um mal, mas parece normal, algo legal e legalizado”(p.47), e, no entanto, não pode ser considerado um vestido indecente em si, torna-se legal porque é comum a muitas pessoas.

Sodoma e Gomorra

“A justiça divina causou que o fogo e o enxofre caíssem do céu e destruíram as cidades corrompidas de Sodoma e Gomorra (Gen. XIX, 27-29). Deve chover nas praias fogo e enxofre para incinerar aqueles que, vestidos imodestamente, passam horas e dias no pecado e no escândalo”.

Atenção a shows ruins

Os pais também não devem permitir que seus filhos assistam shows indecentes na televisão, no cinema e, hoje, no smartphone.

sexta-feira, 2 de março de 2018

A moda e o decoro cristã


Há um belo livro de 120 páginas, que contêm três escritos de Don Dolindo Ruotolo, Don Giuseppe Tomaselli e Don Enzo Boninsegna, intitulado Pudore… se ci sei batte un colpo, [Pudor... Se estiver aí, dá um golpe] . Eu recomendo ler e ofereço algumas reflexões aos leitores.


Don Dolindo Ruotolo

O primeiro escrito pertence a Don Dolindo Ruotolo, data de 1939 e intitulado La moda e il decoro Cristiana (A Moda e o Decoro Cristã).


Ostentar o corpo

Com razão, o autor, já em 1939, advertiu que “os vestidos muitas vezes mostram a preocupação de exibir a carne e, em alguns casos, tendem a se despir mais do que vestir” (p.8).
Portanto, o autor colocou em combate contra vestidos muito apertado, transparente, curto, baixo corte, mostrando muito corpo.


As táticas do comunismo na Espanha (1936-39)

Em 1939, a Guerra Civil Espanhola acabava de terminar, em que havia milhares de mártires, que haviam sacrificado a vida para dar testemunho da Fé. Bem, o comunismo, ilustra Don Dolindo, usou na Espanha a tática de usar a imodéstia e impureza como cabeça arrasadora para derrubar o cristianismo: “historicamente está comprovado que o bolchevismo espanhol, antes de começar seu trabalho de descristianização e destruição, recrutou as mulheres mais insolentes para preparar, com a corrupção, o caminho ao comunismo”(p.10).

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Quatro sacerdotes que preferiram o martírio à revelar confissão

Cuatro sacerdotes que prefirieron el martirio antes que revelar el secreto de confesión

Tradução de Airton Vieira – Depois que o Arcebispo de Melbourne na Austrália, monsenhor Denis Hart, afirmou que preferia ir ao cárcere antes que romper o segredo de confissão, devido uma possível ingerência do Estado, ACI Prensa relembra 4 sacerdotes que defenderam ao extremo o sigilo sacramental.
Em 14 de agosto a Royal Commission, entidade criada na Austrália para investigar os casos de abusos sexuais, propôs que os sacerdotes da Igreja Católica rompam o segredo de confissão quando saibam de algum caso de abuso sexual.

Não obstante, o Código de Direito Canônico que rege a Igreja Católica assinala que “o sigilo sacramental é inviolável; pelo qual está terminantemente proibido ao confessor descobrir o penitente, por palavra ou qualquer outro modo, e por nenhum motivo”. Aquo os 4 sacerdotes que defenderam até o extremo o segredo de confissão.

domingo, 4 de junho de 2017

5 razões pelas quais Satanás ama a pornografia. E nenhuma é o sexo.



Tradução: Airton Vieira. 

Cada ano em minha classe de Cristianismo e Meios de comunicação na universidade Benedictine College falamos de pornografia: o gigante midiático do século XXI.

E todos os anos o problema da pornografia piora. O último: os dois serviços mais populares de streaming de vídeos em linha incluem programas de grande difusão que simpatizam com a pornografia: um documentário e um biopic.
Não vi (nem verei) nenhum, mas depois de falar há pouco com uns exorcistas (após ter escrito sobre eles) me dei conta de algo relacionado com este fenômeno: Satanás é o maior entusiasta da pornografia.
Por que?

sexta-feira, 17 de março de 2017

Pecados mortais cometidos com toda tranquilidade hoje em dia



- Faltar a missa aos domingos e / ou dias de obrigação.


- Ficar mais de um ano sem confessar.

- Receber a comunhão sem ter confessado pecado mortal.

- Não praticar voluntariamente ao jejum eucarístico (não comer qualquer coisa uma hora antes de receber a Comunhão).

- Faltar voluntariamente a abstinência de carne às sextas-feiras durante a Quaresma.

- Blasfemar contra Deus.

- Jurar falsamente colocando Deus como testemunha.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

O sexo pré-matrimonial é sempre pecado mortal

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Hoje, muitos casais de noivos vivem juntos antes do casamento sem nenhum remorso de consciência e sem que nada toque sua consciência. Os próprios familiares os  tratam sem dar-lhes a menor indicação de que eles fazem algo errado contribuindo assim para solidificar o seu comportamento pecaminoso e ofensivo a Deus ao passar a eles a imagem de que o que eles fazem é “normal” e não merece reprovação.


Lembrem-se de que viver juntos antes do casamento é um pecado mortal, e não há exceção:

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

A maldade conjunta de Malthus e Darwin

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Charles Darwin
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Thomas Malthus




Malthus forneceu a ideologia econômica a Darwin; Darwin inventou a “ciência” para justificá-la e, eventualmente, foi posta em prática, isto é, aplicou o darwinismo, que significa eugenia aplicada e genocídio de “inferiores” que são referidos como “comedores inúteis”. 

Ao contrário das noções convencionais, o darwinismo social - a ciência secularizada da evolução  - é uma ideologia econômica mascarada como uma ciência natural.

Grande parte do pensamento de Darwin foi derivado das teorias econômicas do britânico Thomas Malthus & seu Ensaio sobre a População, isto é, que a população tende a ultrapassar a subsistência.
É claro que esta é uma visão reducionista do Velho Mundo amplamente baseada em noções feudais propagadas pelo “Senhor” ou classe privilegiada da Terra. A teoria malthusiana de uma população crescente justaposta à escassez de recursos, serve de pretexto para o controle, a ganância e o genocídio - que se trata da sobrevivência do “mais apto” e da privação de direitos e do abate de pessoas menos “aptas” e “menos merecedor”.

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

A mulher vestida para o Mal

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São Bernardino de Sena, sobre as mulheres que usam modas, diz: “se fazem culpadas de todos os  pecados cometidos por suas vaidades; pois roubam do Senhor as almas que deviam salvar-se ”. O Padre Salmerónañade que “não pecam menos quem inventam essas modas, maridos que consentem, e, confessores que facilmente dão absolvição, não levando a sério o grande perigo que elas estão de condenar-se”.


O famoso Padre Cansino diz: “Há algumas modas de vestidos (como a maioria das vestes femininas hoje) que parecem terem sido feita mais para vender os corpos do que para cobri-los. “Eu não entendo muito bem o que reserva para os olhos de um casto esposo, quando tem levado para todos os mercados as partes recatadas de seus corpos tão descobertas, parecendo estarem prontas para serem dadas a quem der mais.” Por isso disse esse missionário ao Padre Gavarri que “um número incontável de ​​mulheres vão para o inferno por andarem decotadas, junto com os confessores das mesmas, seus maridos e pais que permitiram”.

sábado, 10 de setembro de 2016

Implicações morais em cirurgia estética, mutilação corporal e mudança de sexo

Hoje trataremos de vários temas que, embora aparentemente muito diferentes, têm uma conexão moral de fundo: a cirurgia estética, a mutilação do corpo e a mudança de sexo

EBM

Questões médicas com implicações morais (VI)

Tradução Sensus fidei: 
Como se tinha proposto a princípio, hoje trataremos de vários temas que, embora aparentemente muito diferentes, têm uma conexão moral de fundo: a cirurgia estética, a mutilação do corpo e a mudança de sexo.

Julgamento moral sobre a cirurgia estética

Assim se denomina o ramo da cirurgia que se ocupa principalmente de eliminar certos defeitos anatômicos que podem se apresentar em nosso corpo. De si, do ponto de vista moral, não há nenhuma objeção à primeira vista; no entanto, quando a ela se recorre por obsessão, por puro culto ao corpo ou por rejeição ao que é próprio da idade: envelhecimento, teremos que estudar cada caso em particular, pois poderia ocorrer que, o que em princípio nada tivesse de errado, poderia chegar a converter-se em neurose e até mesmo em pecado.
Considero normal que uma mulher, depois de uma certa idade, aplique os meios convenientes para evitar ou corrigir as rugas faciais…, e que são nada mais do que o resultado da vida e dos anos. O que parece imoral é que uma mulher gaste o orçamento familiar em comprar cremes e depois dizer que não há dinheiro para comprar um par de sapatos para o seu filho. E, pior ainda, quando se leva a obsessão e por esse motivo muda o caráter, torna-se irritável…. Em algum lugar eu li esta frase que é muito certa: “É coisa boa querer melhorar o presente, porém, mais importante é aceitar o presente.” É bom querer dissimular os sinais deixados pelo tempo, mas desde a sua aceitação, pois significa aceitar a condição humana, e para um cristão é fundamental porque, como lemos na Epístola aos Hebreus, “não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a futura” (Hb 13:14).
Se uma pessoa entra em crise ao se olhar no espelho e é incapaz de aceitar o passar dos anos, é porque é muito superficial e não tem vida espiritual nenhuma.
Se há algo eticamente ilícito dentro da cirurgia estética, não há de ser encontrado no desejo de parecer mais jovem e mais atraente, mas na obsessão que a busca da beleza causa naqueles que chegam a considera-la essencial para ser feliz. Essa obsessão geralmente vem da alma e não de tal ou qual defeito físico. A cirurgia plástica nunca resolverá esse problema, porque não é do corpo, mas da alma.
Há certas intervenções de cirurgia plástica, embora a sua função seja puramente estética, não são incompatíveis com a moral. Refiro-me a reparações da curvatura da ponte do nariz, a posição das orelhas, os “pés de galinha” ou redução do “queixo duplo”. Há outras que são mais delicadas, e se não houver uma indicação direta do médico por motivos de saúde ou de um bem maior, haveria que pensar duas vezes, pois muitas vezes produzem efeitos colaterais eventualmente graves. Refiro-me a lipoaspiração, abdominoplastia, abdominoplastia e mais ainda a gastrectomia parcial (seção de parte do estômago) em pessoas muito obesas. Infelizmente, tenho conhecido alguns casos em que a intervenção não tenha solucionado o problema e também colocado em grave risco a vida das pessoas.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Quantos filhos devemos ter? Generosidade e confiança em Deus...























Crescei e multiplicai-vos, e enchei a terra... (Gênesis 1:28)


Esta questão do título, agora é uma questão de “aterradora” para a maioria dos matrimônios católicos recentes e namorados católicos que estão prestes a se casar. Para quem tem fé em Deus e que trata de cumprir  os seus mandamentos e agradar-Lhe, essa carta é para vocês. Mas por que  a questão do título é aterradora para vocês? Porque a resposta correta é: os filhos que Deus quiser dar-lhes! E agir de acordo com essa resposta não é fácil ou simples, envolve muitos problemas e sacrifícios. Sim, eu sinto muito, mas essa é a resposta certa! Não, eu não sou louco, nem tenho fumado maconha, nem desconheço os múltiplos métodos artificiais e naturais de controle de natalidade, e programas do governo sobre planejamento familiar. Sim, já pensei sobre a superpopulação e eu acho que ainda falta muito para que chegue e, antes disso, ou Deus tem ação direta sobre o assunto, por exemplo, diminuindo o ritmo natural da procriação, ou homens encontrarão soluções éticas na terra ou fora dela ou acontecerá o fim do mundo. Também já pensei se “antes de se podia, era outros tempos,  agora é impossível, está tão cara vida!”, e sejamos sinceros: antes e depois houve e haverá tempos melhores e piores, isso não é uma justificação não é a verdadeira causa do terror a resposta.

A causa real é o próprio homem, os homem e as mulheres de hoje: a ignorância, o egoísmo, o hedonismo, a sua falta de fé e confiança em Deus e do amor a Deus para cumprir fielmente sua vontade. Sim, é uma questão de generosidade e confiança em Deus, como  disse o Papa Pio XII. Nos parece isso tão importante e tão claro que escolhemos para esta página. O planejamento familiar e controle de natalidade são um insulto à Providência.

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Meios para se guardar a castidade no namoro/noivado

Capítulo do Livro Fiançailles Chrétiennes (1956), do Padre François Dantec.


Alguns conselhos práticos ou os principais meios de guardar a castidade durante o noivado

Os noivos devem saber que a castidade nem sempre é fácil durante o noivado, sobretudo quando este é demasiadamente prolongado. Todavia, eles devem também estar convencidos de que esta castidade lhes será sempre possível, com a ajuda da graça de Deu, com a qual eles poderão sempre contar.
 Para guardar a castidade durante todo o noivado, lhes será preciso cumprir certas condições e pôr em prática certos meios sem os quais eles só poderiam chegar a lamentáveis fracassos.


As condições necessárias.

Antes de mais nada, eles devem ambos ter o sentido da, a estima e o amor pela castidade. E devem saber, ainda, que Deus nunca pede o impossível… e que, a todas as almas sinceras e que rezam, Ele dá a força de realizar o que Ele ordena.

Porém, por causa da força dos impulsos carnais, a virtude da castidade só pode ser mantida sob uma dupla condição: primeiramente uma atitude de esforço e de luta; em seguida ­- e sobretudo – uma vida sobrenatural intensa alimentada pela oração e pela recepção frequente da Penitência e da Eucaristia.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

A moda feminina


Escuta e Reflete!

Breves Pensamentos Morais

 

Em tempos de shorts e saias curtas, calças coladas, decotes nos bustos e nas costas, biquines etc. é sempre bom recordar, principalmente para as católicas, o perigo que correm suas almas de se condenarem eternamente.

 

1º Ponto: Antes não existias. Dentro de 100 anos onde estarás... Ou no Paraíso ou no Inferno! Qual é o fim da tua vida?... Dar ao Criador a prova de amor, com a observância de sua Lei. A vida não é prazer; é luta contra as paixões, contra Satanás e as máximas perversas do Mundo. Para vencê-los precisamos  da   ajuda   de   Deus,   que   se   obtêm   com a Oração e  com   os   Sacramentos. O fruto da vida cristã é a paz do coração, a resignação na dor, e depois, o Paraíso.

 

2º Ponto: No toca disco ficam impressas as ondas sonoras... cantos delicados ou grosseiros... palavras santas ou inconvenientes... Assim, no livro da tua vida permanecem escritos: os bons pensamentos ou os maus, as conversas morais ou imorais, as obras boas ou as más. Depende de ti escrever somente o bem.

 

3º Ponto: O rio corre; a cada momento se avizinha do mar. A tua vida foge: cada dia que passa é um de menos que te fica sobre a terra; todo o dia é um passo em direção do cemitério. Não queres pensar nisto? És tola! Imita as virgens prudentes!

 

4º Ponto: Sabe que a alma vale mais que o corpo. Por que tanta solicitude com o mísero corpo e tanto desleixo com a alma? Aprende a ser mais sábia!

 

 

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

A necessária castidade durante o namoro

A necessária pureza entre namorados. Evidentemente, a primeira razão para se guardar a castidade no namoro é observar o sexto mandamento, evitando o pecado mortal e sua consequente perda da graça. Nossa razão reconhece e Deus nos ensina que a união entre um homem e uma mulher deve ter em vista a procriação. Todavia, não basta a procriação, pois é preciso também educar a prole. Para educar bem os filhos, é preciso que haja o matrimônio. Portanto, a união entre o homem e a mulher deve se realizar somente dentro do casamento, para que a primeira finalidade dessa união seja assegurada de forma adequada.


A segunda razão para que os namorados mantenham a castidade é com a finalidade de que façam uma boa escolha, uma escolha realmente lúcida e livre. Um dos fatores que mais arrastam o nosso reto juízo, desviando-o da adequação à realidade, são as paixões desordenadas. Quando julgamos afetados por essas paixões, nossa inteligência e nossa vontade são como que arrastadas a julgar em conformidade com tais paixões. Portanto, a falta de castidade entre os namorados vai conduzi-los a julgar não conforme à realidade, mas conforme às paixões. Eles não conseguirão considerar adequadamente a estima mútua, a simpatia, a confiança e o acordo sobre o ideal que devem ter. Eles tenderão a julgar simplesmente seguindo a inclinação dessas paixões desregradas. Em virtude das paixões, ele quererão permanecer juntos e tenderão facilmente a julgar que todas as condições que mencionamos na segunda parte estão presentes, ou não darão a devida importância a essas condições.

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Finalidade do namoro

Finalidade do namoro. O Reverendíssimo Padre Lodi diz que a finalidade do namoro é “o conhecimento da alma do outro.” Esse conhecimento da alma é conhecer as qualidades e defeitos, naturais e sobrenaturais, do outro, bem como conhecer qual é o “ideal” de vida do outro. Todavia, as condições para que um jovem e uma jovem possam construir com segurança um lar católico são quatro:
  1. Uma grande estima mútua;
  2. Uma profunda simpatia mútua;
  3. Uma profunda confiança mútua;
  4. Acordo quanto ao ideal.
A finalidade do namoro deve ser verificar a existência dessas quatro condições ou desenvolvê-las. O que segue é baseado na obra do Padre François Dantec, Fiançailles Chrétiennes.


1. Estima mútua. A estima é reconhecer no outro certas qualidades e certos valores reais e apreciar de modo particular essas qualidades e esses valores. Essa estima deve ser, portanto, motivada, ela deve ter um motivo real e ser séria, e não ser baseada em impressões ou sentimentos. Essa qualidade e esses valores nada mais são do que as virtudes. Eis aqui o verdadeiro título de nobreza e o tesouro mais precioso para que um lar digno seja fundado. Antes de escolher o cônjuge, é preciso prestar atenção nas suas qualidades morais, naturais e sobrenaturais. Se há um defeito grave e de difícil correção no outro, não se deve hesitar em romper o relacionamento. Se, ao contrário, constata-se a presença das virtudes no outro, a estima pode ser dada ao outro. Essa estima é o primeiro passo para o verdadeiro amor entre os que querem se casar.




2. Simpatia. A simpatia aqui quer dizer uma certa inclinação ao outro. Em geral, ela decorre da estima de que falamos acima. Assim, também a simpatia deve ser motivada. Todavia, pode haver casos em que há estima sem que haja a simpatia. Os sinais dessa simpatia são o desejo de rever o outro, a alegria de se encontrar e de conversar juntos, ter o pensamento inclinado para o outro, preocupar-se com os problemas e preocupações do outro, etc… Convém deixar claro que essa simpatia não é uma atração sensível ou física. É necessário para noivar e casar que haja atração entre os dois, mas uma atração como a simpatia que descrevemos acima. Não é necessário que haja uma atração física, sensível, que faça o coração palpitar. Isso é de uma importância prática extrema, pois nada há de mais instável e variável que a sensibilidade e essa inclinação física. A pretensão de construir o lar sobre uma base tão instável é viver na ilusão e construí-la sobre a areia. O casamento vai desmoronar. O matrimônio precisa ser baseado na estima motivada e na simpatia que deriva dessa estima, em virtude das qualidades morais reais do outro. Está claro que a inclinação física e sensível não é em si um mal e pode ser um bem, desde que não levem a pessoa a tomar decisões baseadas nelas. Se essa inclinação física e sensível está ausente, mas estã presentes a estima, a simpatia e as outras condições de que falaremos, os jovens podem se casar com confiança. Se a simpatia mútua está ausente, é muito imprudente casar. Essa ausência de simpatia pode acontecer mesmo entre um jovem e uma jovem católicos e virtuosos. Seria muito imprudente casarem sem ter simpatia um pelo outro ou tendo antipatia pelo outro. Também seria imprudente casarem se houvesse alguma espécie de repugnância física pelo outro. A graça baseia-se na natureza. Se no campo natural existem fatores que desaconselham o matrimônio, seria difícil que a graça suprisse tais problemas. Qualquer que seja a causa dessa antipatia, consciente ou inconsciente (incompatibilidade de temperamento, diferença de idade, de cultura, etc.), trata-se de uma contra-indicação seríssima ao casamento, pois seria expor-se mais tarde a provações muito frequentes e muito fortes, com risco para o casamento.


3. Completa confiança mútua. Além da estima e da simpatia, é preciso que haja confiança, para que haja um casamento feliz. É preciso que a outra pessoa seja digna da confiança, que seja possível ter certeza quando ela diz algo. Essa confiança é também ter certa segurança e estabilidade, fundada nas qualidades reais do outro. Além disso, essa confiança é ter por certo que é possível se apoiar no outro para enfrentar as dificuldades, as provações, os sofrimentos. A vida matrimonial é completamente distinta da vida anterior: o cônjuge já não está mais só. No melhor e no pior, na riqueza e na pobreza, na saúde e na doença, é preciso ter a certeza de poder contar com o outro. Para casar, os namorados/noivos devem ter essa confiança profunda no outro. Essa confiança é motivo de muita força e alegria para a vida do casal. Essa confiança mútua tem também o sentido de que um cônjuge se confia ao outro, quer dizer, que não guarda segredos para o outro. Claro que há graus e etapas nessa abertura mútua. O essencial é que um esteja à vontade com o outro (no bom sentido), para confiar ao outro tudo o que vale realmente a pena e para contar tudo o que seria desleal ou imprudente esconder.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Duração do namoro católico

Suponho que o excelente texto do Padre Luiz Carlos Lodi recentemente republicado aqui tenha feito muito bem aos jovens – ou nem tão jovens – católicos que pretendem ter um namoro santo, conforme a reta razão iluminada pela fé, para poderem ter também um casamento santo. O namoro é preparação para o casamento. Assim, quem quer ter um bom casamento, deve preparar-se bem. Casamento santo supõe preparação santa, supõe namoro santo. Gostaria, porém, de acrescentar alguns pontos quanto (1º) à duração do namoro católico e (2º) quanto à finalidade do namoro, que o Padre define corretamente como “conhecer a alma do outro”. Finalmente, (3º) gostaria de tratar com um pouco mais de precisão das consequências prejudiciais dos pecados contra a pureza entre namorados.

(1º) Duração do namoro. Quando falamos aqui de namoro, falamos de todo o tempo e de todo e processo que antecedem ao matrimônio, incluindo, portanto, namoro e noivado. A duração do namoro deve ser a duração necessária para que ele possa atingir a sua finalidade. A finalidade do namoro consiste em “conhecer a alma do outro”. A finalidade do namoro é conhecer o que o outro pensa, é avaliar e examinar, com a seriedade devida, as probabilidades que o casal tem de atingir o fim último do matrimônio: a santidade dos cônjuges e dos filhos. Essa avaliação e exame devem considerar as qualidades, as relações, o ambiente social, etc., de ambos, com tudo aquilo que pode e costuma influenciar na formação de um lar católico, com tudo aquilo que pode e deve contribuir para assegurar o cumprimento dos graves deveres que pesam sobre os casados (Peinador, Consultorio Moral Popular, p. 63). Para maiores detalhes quanto a esse conhecimento ver a 2ª Parte.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Continência, ciência e moral


 

Um ato é moral quando concorda com a lei divina, e não com as leis da ciência, que, muitas vezes, são hipotéticas, pois toda ciência progride, se desenvolve; enquanto a regra moral é de uma imutabilidade completa, por que é divina.

Deus fez o homem e Deus fez a grande lei moral que é o Decálogo. Como pode haver antagonismo entre a obra e o legislador? Toda moral verdadeira nada tem a ver com a ciência, mas, sim, com a lei divina.

A lei divina domina a ciência, como  a certeza domina a dúvida, como o absoluto domina o contingente e como o fato domina a hipótese.

As ciências dirigem-se à inteligência; a moral dirige-se à vontade; ora, um ato da Inteligência é distinto de um ato da vontade. Nihil volitum, nisi praecognitum, dizem os filósofos, A inteligência precede; a vontade segue, de modo que sem consentimento voluntário e deliberado não há ato humano, ou ato moral, enquanto pode haver ato da inteligência involuntário e indeliberado.

 

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Modas que arrastam ao inferno




“Hão de vir umas modas que ofenderão muito a Nosso Senhor ... os pecados da carne são os que levam mais almas para o inferno”



Com esta contundência a Virgem falou a três pastorinhos inocentes. As crianças sabiam que a condenação eterna era real e não uma questão trivial. Eles viram com espanto o inferno angustiante aberto e o desespero dos condenados. A canção “Ave de Fátima” reflete esse mesmo ensinamento: “As modas arrastam ao fogo infernal, se vista com decência se quereis  se salvar.” Hoje, infelizmente, essas pequenas advertências foram mutiladas nas versões açucaradas da canção.

Embora seja repetitivo, vale a pena lembrar estas verdades à alma adormecida dos católicos "ligth". Elas parecem óbvias, mas poucos se dão conta, ao perder-se o sentido do pecado na sociedade, infelizmente, também entre muitos católicos infectados pelo modernismo.

Através de filmes clássicos é fácil de verificar a involução da moda no século XX. Houve um tempo, agora parece remoto, em que  se vestia com elegância e modéstia. Os homens, também os jovens, usavam terno, gravata e chapéu. Mulheres com vestidos recatados realçavam sua beleza sem mostrar certas partes do seu corpo.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Contracepção, métodos naturais e a cultura da morte

"Filhas de Jerusalém, não choreis sobre mim, mas chorais sobre vossos filhos. Porque eis que virá um tempo em que se dirá: Ditosas as estéreis e ditosos os seios que não geraram e os peitos que não amamentaram." (Lc XXIII, 28-29)



Eis aqui a única referência que Cristo faz à contracepção e à mentalidade contraceptiva. Claro que essas palavras de Nosso Senhor são suscetíveis de várias interpretações e se aplicam a circunstâncias diversas, em particular ao momento da queda de Jerusalém e mesmo ao fim dos tempos. Mas é claro que Nosso Senhor se refere, aqui, também à contracepção e à mentalidade contraceptiva. E Ele o faz no meio de seus maiores sofrimentos, durante a Via Sacra. Durante toda a história da humanidade nunca vimos um período em que a contracepção estivesse tão disseminada como em nossos tempos. É preciso chorar, nos diz Nosso Senhor.

A Igreja tem o direito e o dever dados por Deus para julgar sobre a moralidade dos atos e esse poder da Igreja em relação à moral se estende à Lei Natural, à explicação da Lei Natural. Esta lei decorre da própria natureza das coisas, a lei que decorre da própria natureza do homem, criada por Deus. Nós vemos que Deus formou nossas faculdades de um certo jeito e que, consequentemente, elas devem ser usadas segundo a intenção do Criador, se não quisermos ofendê-lo e prejudicar a nós mesmos.  Em outras palavras, Deus nos fez de um certo modo e isso traz para nós consequências de como devemos agir. De forma semelhante, quando se fabrica um carro, o fabricante o faz de uma certa maneira, tendo em vista seus objetivos. Assim, ele pode fabricar um carro que funciona somente com gasolina. Ora, se alguém vai contra a intenção do fabricante e coloca álcool no tanque de combustível, o carro terá vários problemas e não funcionará corretamente como deveria, se tivesse sido observada a intenção do fabricante.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Tatuagens e Piercing







O número de jovens que usam tatuagens e piercing é enorme. Jovens dos mais diferentes níveis sociais, culturais e religiosos fazem questão de mostrar esses símbolos no seu corpo. É quase impossível ir a um lugar público e não encontrar alguém com uma tatuagem e/ou piercing em alguma parte do corpo. À primeira vista tem-se a impressão de tratar-se de mais uma moda inocente. Aí está o grave engano. Por trás desses desenhos e pequenos adornos encontra-se uma sutil cilada da atual onda esotérica.


 O que é a tatuagem? Qual a sua origem?


 Tatuar o corpo é marcá-lo com um desenho, de modo geral, definitivo. As origens da tatuagem se perdem na história. Alguns estudos apontam para a evidência dessa prática há 8.000 anos. Seus vestígios foram encontrados em sítios arqueológicos na França, na Itália, em Portugal e na Romênia; também no antigo Egito, na Mongólia, nas civilizações pré-colombianas e no Brasil. Destacam-se as ilhas polinésias, no Pacífico sul, de onde o capitão James Cook levou a palavra tattoo para a Inglaterra, e do inglês foi incorporada o vocabulário da maioria das línguas ocidentais.
Os motivos para alguém tatuar-se são os mais diferentes, destacando-se:


- meio de camuflar o corpo na caça;


- atravessar com segurança etapas difíceis da vida, como a puberdade;


- afastar os maus espíritos na hora da morte;


- ligação co o culto dos antepassados;


- demonstrar sua união a certos grupos e confrarias.


Nem sempre as pessoas têm conhecimento da motivação de certas modas, vão atrás da onda. Uns dizem “é arte, uma simples beleza decorativa, e nada mais” Por mais que alguém pense desse modo, a tatuagem ou piercing comunicam uma mensagem específica.


Em uma entrevista sobre tatuagens e piercing, feita com Anton La Vey, fundador da “Igreja de Satanás” dos Estados Unidos, o entrevistado afirma: “As tatuagens e o piercing são proibidos pela bíblia no livro de Levítico, e grande parte do mundo é regido por crenças religiosas bíblicas, até mesmo a própria África. Eu pretendo encorajar qualquer atitude que constitua uma sublevação contra o cristianismo, porque, nos últimos quinhentos anos, os missionários cristãos têm vindo destruir sistematicamente quase todas as culturas diversificadas do mundo, transformando-o num lugar muito menos interessante... Nem sequer os extraterrestres vindos do espaço seriam capazes de inventar uma arma mais arrasadora do que a religião cristã para utilizar contra os povos do Planeta Terra”.


Na revista Tatoo Gallery de agosto de 1994, na seção denominada Sagrado e Profano, temos um pequeno resumo do espírito da tatuagem:


“Em quase todos os povos primitivos, a tatuagem estava associada ao culto dos deuses-demônios e era praticada durante ritos que lhes eram dedicados por feiticeiros ou magos. Nesse tipo de tatuagem, tinha muita importância o fluxo de sangue que brotava das feridas, o qual, segundo diziam, levava consigo, para fora do corpo, os espíritos malignos que nele tinham entrado”.


Em outro trecho também lemos:


“As tatuagens que muitas mulheres da Polinésia fazem em volta dos lábios têm por objetivo impedir os demônios de entrar nos seus corpos pela abertura da boca. O próprio pigmento com que era feito o desenho (que habitualmente se obtinha misturando fumo negro com óleos de plantas “sagradas”) conservava os poderes benéficos da divindade do fogo que o tinham por objetivo agradar aos deuses a fim de obter a sua benevolência e de esconjurar a sua ira e terríveis consequências”.


Depois da leitura dessas explicações fica a impressão de que, de modo consciente ou não, quem pratica a tatuagem e o piercing, em certo sentido, brinca de mago ou bruxo moderno, ou seja, se envolve com um tipo de filosofia de vida. Também revela, segundo alguns estudiosos, uma busca de identidade, como se faltasse algo para a pessoa viver plenamente a vida. Os desenhos e a dor para marcar o corpo revelariam o estado de alma.